From Veritas
Jump to: navigation, search


A UNIDADE DA TRADIÇÃO

(Líber URAN vel Achad Cabala)

T.O.T.H. = 93

Tradição Ofidiana Tiphoniana Heckate

11 = 0


Por: Frater OXI ZIREDO

São Paulo – Brasil


Índice:

INTRODUÇÃO; BIBLIOGRAFIA; CULTO DE LUG, O LUG OCULTO; CORRELAÇÕES DE TRADIÇÕES; TETRAKTIS; O HEXAGRAMA UNICURSAL E A CRUZ DRUÍDICA; O DEMIURGO; DEUSES, DAATH E O VÉU DO ABISMO; VAMPIRISMO; ASATRU; E.O.S.A.M.; ABORDAGEM DO DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO DENTRO DE YGGDRASIL; SISTEMA DE HVELS; MÉTODO DE ADORAÇÃO E PRÁTICA MÁGICA; ABORDAGEM NÓRDICA DO RITUAL DE PENTAGRAMA; RITUAL DE PENTAGRAMA ESTRELA NÓSDRI POLÁRIS; ENOCHIANO ROTA ALTERNATIVA PARA HOSSALFHEIM; ORIGEM DA TRADIÇÃO NO CULTO AZAG; ANÁLISE DOS PORTAIS DOS ANTIGOS E O CÓDIGO AÉSICO QUE OS ABRE; RITUAL DE PENTAGRAMA KELTOI AZAG; PILAR ENOCHIANO; CONTRUÇÃO DE CROMLECHS E MENIRES: UM TEMPLO PARA PRATICAR; OPCIONAL PARA LOCAIS DIVERSOS; PROPÓSITOS E OBJETIVOS DA PRÁTICA MÁGICA.


Introdução:


  Inicialmente devo dizer que este trabalho não tem como objetivo, nem atacar e nem suprimir o valor de quaisquer que sejam as religiões e bem como as tradições abordadas.
  Todas e quaisquer que sejam as formas de prática e estudo usadas, foram testadas e estudadas completamente.
  Neste trabalho busquei objetivar tanto a inexistência de oposição entre as verdadeiras formas de conhecimento oculto, como o verdadeiro motivo de desgraça para a humanidade.
  Como estão expressas nas próprias tríadas, eliminar o ódio, esclarecer o que está nublado pela mentira, ou ignorância e atacar a presunção.

Não é aceitável que escolas específicas se digam opostas, por buscarem os mesmos resultados, embora a aparência diga o contrário. E mais, é improvável que se consigam quaisquer que sejam os resultados verdadeiros enquanto o espectro mentiroso dos séculos e milênios, na verdade, continuar a manter-se ou ser cultuado não importando a mascara que use.

  O único modo de preservar o conhecimento, e aplicar de forma verdadeira o próprio, da maneira como o vejo, foi demonstrar a validade do Druidismo e principalmente de sua Fonte, como tradição antiga, e que afirma as verdades maiores da própria tradição,bem como a antiguidade do mesmo, por meio de outras tradições que afirmam as tríadas (originais, e anteriores as adulterações fálico solares), e a si mesmas como é o caso do Líber Al Vel Legis, do Al Asif, do Troth Aesir e Vanir, do Sistema Sumério, e bem como dos “sistemas estelares” como são chamados, afirmando suas próprias verdades; além de todo o conhecimento até aqui apresentado a minha pessoa(e peço que me desculpem pela falta de termos, de conhecimento técnico apropriado, e meus parcos recursos dentro do Druidismo, ou da Tradição como um todo, fazendo-me apelar para recursos e métodos de compensação, contudo os mesmos acabaram por validar o esforço). 


Sito a parte bibliográfica de que usei para relacionar a tradição:


  • Tríadas Bárdicas da Bretanha;
  • Tradições e práticas Célticas, internet;
  • O Renascer da Magia, Kenneth Grant:
  • Hecates Fontain, Kenneth Grant;
  • Night Side of Eden, Keneth Grant;
  • Magia em Teoria e Prática, Aleister Crowley;
  • La Magia Céltica, Editora EDAF;
  • Al Asif,O Necronomicom, Editora Anúbis;
  • El Necronomicom, Editora EDAF;
  • Arte e tradição Suméria, Babilônia Brasil;
  • R´lyeh Text, Editora SCOOB ESOTÉRICA;
  • Tools of Tantra;
  • Enciclopédia dos Mortos Vivos;
  • Tradição Enochiana, Internet/Sites/Livros,
  • A Magia das Runas, Michael Howard.
  • Tradição Aesir e Vanir, internet;
  • A EDDA;


(Nota introdutória: John Dee e Edward Kelly, viveram em uma época de máxima perseguição contra tudo que não era puritano na Inglaterra, o sistema enoquiano tem uma tradução ligada aos delírios costumeiros dos fanáticos, para proteger tanto a Dee quanto a Kelly, e uma tradução iniciática verdadeiramente oculta. Além disso John Dee visitou várias vezes a biblioteca  Real de Praga, em uma área restrita somente ao Rei ou a convidados, e a seção onde ele sempre era encontrado, justamente era aquela em que se encontrava uma das três cópias do Necronomicon. )




O Culto de LUG: O LUG Oculto.


  Na tradição Céltica e Druídica, vemos o coroamento tanto em mito quanto em fato, de uma personalidade que unifica em si mesmo o conjunto de todas as virtudes possíveis bem como os poderes (chamados de sidhis na tradição Hindu), tornando-se assim o próprio regente divino de Céu e Terra.
  Este mesmo ser é descrito como filho direto de CLOTHRU, a fusão das três faces da Deusa e QUE REPRESENTA VERDADEIRAMENTE A DEUSA TERRA no mesmo sentido de Gaia, e o mesmo ascende diretamente ao trono dos Tuatha de Dana, sucedendo a Nuada (o de mão de prata).
  Portando uma Lança e uma Onda de força mágica, suas armas, ele primeiramente aparece as portas da cidadela, e ao ser inquirido em seus motivos para entrar, elenca toda uma série de habilidades tanto de poesia, quanto de construção, quanto de criação, quanto de guerra, e bem como Lógica e Pensamento. 
  Somente quando este diz em tom solene: “...Diga então a seu rei que LUG, aquele que é perfeito em todas as artes, quer adentrar o seu reino...”; somente neste momento é que lhe é permitido passar.
  LUG é um ser mercurial, a imensa quantidade de virtudes, e o bom expressar de sua linguagem são provas disto.
  Contudo, qual é o ponto verdadeiro que o leva a tornar-se o Rei, de unificar todas as forças e poderes sob o seu comando?
  Utilizemo-nos aqui de uma analogia (uma vez que o tetraktis, e seu filho direto o hebraico, contudo abordado com outra língua, e aparentemente diferente, mas essencialmente o mesmo, tendo no Futhark sua perfeiçao). 
  A essência da compreenção do que LUG  é está na lâmina dos Enamorados(Meninos da voz Oráculo dos Deuses Poderosos), bem como na interrelação entre as facetas da psique humana.
 LUG ,sendo filho de Clothru, em alguns relatos é aquele que unifica Toda Luz, Vida e Conhecimento.
  É chamado de o próprio Sol em meio ao Verão.
  Estes símbolos abordam e falam claramente do relacionamento que ocorre entre a personalidade, o eu superior e o eu inferior.
  Usemos dos termos de psicosofia Ruach, Nechamah, e Nephesh (termos usados por abordagem do assunto em cabala hermética).
  Quando uma pessoa sente vontade por exemplo de comer algo, e ao locomover-se até o geladeira, para e esquece por que viu alguma coisa diferente, seu comportamento estava seguindo o cotidiano autômato, produzido pelo seu inconsciente que em sua faze inferior, como nos mostra nossa própria tradição nos cadernos básicos, é altamente suscetível de influências diversas, e bem como pelas próprias sombras da psique que geram e são geradas por este comportamento. Isto gera um atrito entre a mente racional, chamada aqui de Ruach (para ter um termo de comparação bem como de exemplificação), o corpo mental e o corpo emocional, a Nephesh.
  Somente quando extinta a luta entre o Corpo Mental e o Corpo Emocional, é que a totalidade do ser pode ser  embuida da “Inspiração dos Deuses”, chamada de musa inspiradora, ou Neshamah, que está numericamente representada pelo número 3, sendo a própria porta de Don, muitas vezes chamada de Sheknah, e tendo como outros nomes, Shakti, Keridwen, estando situada assima daquilo que é chamado de abismo ou Daath, cujo outro nome é conhecimento (bem como as palavras Gnose, e Ajna - o olho de Shiva).
  O contato com este manancial de inspiração e de criação, bem como sede de todos os chamados sidhis se faz por meio da Mansão de Toth, conhecida como Lâmina dos Enamorados; e que equilibra o potencial de vibração de Tiphareth/foco central de Ruach/número 6 com Binah/Neshamah/número 3.
  Constatamos assim que somente pelo agente mercurial e comunicador que assim é demonstrado é que este conhecimento, ou se preferir esta Gnose, ocorre.
  Agora qual a abordagem que leva o agente mercurial a ser representante completo de todas as virtudes e coroado rei, como sucessor do senhor do Céu (Nuada).
  A resposta a isto esta em seu maior símbolo, o Caduceu.
  O número 8, demonstra um ciclo da serpente que morde a própria calda, e ao se tornar retorcida para perfazer o ícone do número 8, representa as revoluções masculinas e horárias, bem como as femininas e anti-horárias, bem como o Ouroboros, e o símbolo matemático para o infinito, o oito visto de lado.
  Também aplicamos aqui o simbolismo dos oito gomos de Abred, expressando a mesma fórmula, cada sidhi ou virtude, ligada a um deles, totalizando-se ao centro.
  Mas o Caduceu revela mais do que apenas isto.
  Ele mostra a Corrente Fálico Solar e a Corrente Estelar Lunar, expressas em seu entrelaçar( e isto somente é possível por ser ele na verdade Mercúrio e não o Sol, de uma certa maneira que será demonstrada mais para frente, ele expressa em nível inferior o Nyarlatotepe dos Antigos, ao nível mais próximo do sistema solar, abaixo do abismo).
  Qual o motivo do uso do termo Estelar Lunar? Simples, o uso de determinadas flutuações, que estão inexoravelmente aliadas a tudo que determinadas estrelas são tanto no céu quanto nos corpos (o denso e os sutis) do ser humano veiculadas diretamente pela Lua    ( mas abordarei isto mais para frente).
  Toda e qualquer que seja a tradição passa em suas fases por determinados métodos de reorganização e reconstrução e reconscientização, de seus membros com o objetivo de iniciação por iniciação, método por método levar o ser a realizar sua Verdadeira Vontade, Seu AWEN.
  O ser é levado experimentar as fases da constituição do universo a sua volta, e dentro de si, e em seguida ele é colocado em contato com seu próprio centro menor, após ter dominado UVEL, FUN, GWIAR, e KALAS; aqui também em escala inicial.
  Isto representa o processo de casamento alquímico entre a personalidade, ruach, o mental, e o eu inferior, impulsividade, emocional; e como diziam os alquimistas Quando o Noivo e a Noiva se Casam (Noivo 6/Tiphareth e Noiva 10/Malkuth bem como 9/Yesod); o Fogo Divino Adentra os Mesmos.
  Este fogo é representado pela letra Shin(valor 300, cujo esquema iconográfico são três colunas, ou topos de velas, três YOD).
  A trindade básica que é formada por 1, 2 , 3 ( AWEN/Yechidah, Veículo da Vontade/Chaiah, Kerdwen/Shekinah/Neshamah), veicula sua essência através de (chamarei aqui por este nome) Keridwen, que é essencialmente uma vulva menor em relação ao estase inicial ilimitado chamada de DON.
  Comunicando-a ao casal unificado, isto em si mesmo expressa o motivo de porque o hexagrama ter Saturno no topo (já que seu topo é claramente uma esfera chamada de Daath, que corresponde em alguns casos a Urano, e em outros a Plutão), e seu centro ser o Sol, o número 6.
  LUG contém em si mesmos as características de grande guardião tanto das tradições ditas Solares, e das tradições ditas Lunares. E o Sacerdote Guerreiro que primeiro se investiu desta forma, LUG histórico, foi coroado contendo todas estas virtudes.
  Além disto, após o processo inicial descrito acima, o praticante deve ascender melhorando-se e aprimorando-se, e tornando-se finalmente a expressão do máximo que o ser humano pode atingir mantendo seu Ego Humano comum sem altera-lo. Este procedimento o leva a gama de vibração correspondente ao vermelho e ao Azul, 5 e 4 respectivamente.
  Como adendo ressalto que a Chamada Grande Operação do Santo Anjo Guardião, nada mais é que o processo de auto consciência decorrente da essência descendente do AWEN para a personalidade, paulatinamente por meio dos graus e métodos descritos acima; em que no ponto central dos ser, o Sol/6, seu AWEN, verte uma Lei de atuação para que o mesmo a realize (e sito que o Deus Pessoal, o S.A. Guardião, pode inclusive ser zoomórfico ou antropomórfico, ser de um panteão particular, ou a esquematização de uma lei por meio de uma forma específica que o próprio AWEN usa para representa-lo, que está totalmente identificada com sua modalidade de atuação).
  Ao cruzar o abismo, devem ser sacrificas as armas a saber, em razão de suas verdadeiras essências, na seguinte ordem: “esfera de número 11 Daath, a espada; esfera 3, Keridwen, a copa; esfera 2, a lança; esfera 1 o disco”. As próprias armas acima expressas são na verdade as concepções erradas que o ser tem de si mesmo, pois estas estão em função de seu ponto de vista abaixo do chamado Abismo(conhecimento; ou Dumath, sangue, porta das Qliphath, que na verdade são as chamadas outras árvores da vida das outras tradições).
  Muito bem, tanto a tradição Solar quanto a Lunar, tem este mesmo esquema de operação.
  Contudo A tradição Lunar prima pela intuição e no decorrer do tempo, criou um bloqueio ligado ao desenvolvimento da personalidade, também aqui está o processo das chamadas Kalas.
  A tradição solar, prima pelo uso do conhecimento para o desenvolvimento da personalidade, contudo seu paternalismo a leva a criar certos problemas que serão a frente abordados, e que estão ligados a todos os processos a partir da esfera 4, logo abaixo de Daath. E sito, ninguém que esteja abaixo do abismo pode dizer que não gera Kroui, e qualquer um que se diga adepto estará, no máximo até a esfera de numero 4. E é do terror da perda de falso poder baseado em sua experimentação e visão dos fatos abaixo do abismo, que o adepto Exaltado considera como máximas para todos, quem quer que seja, que geraram e geram as mazelas deste mundo REALMENTE.
  O LUG encarna em si mesmo a perfeição dos processos tanto lunares quanto solares, abaixo do abismo, porque não é nem solar e nem lunar realmente, ele próprio é O Grande Comunicador Universal, e munido dos pontos de vista dos lados, masculinos e femininos, este andrógino ser transcende os limites impostos.
  Sua Espada ,a Contestadora, é Iconograficamente falando, o próprio pilar do meio da Arvore da Vida, que é dito como sendo o próprio Homen. A Kundalini, erguida de baixo até em cima, o fogo central(Pirâmide), o Shin, E portanto e Próprio Portador da Luz, Lúcifer, bem como Prometeus.
  Todas as tradições tem um herói parecido, e como a antiguidade dos cultos é medida na vazão de sua proximidade com o culto a Fonte Original, vista como os 3 véus da existência negativa; ou como as 3 faces de Don. Iremos observar igualmente o mesmo processo de ascenção representado nos cultos de: Odin(cujas runas são provenientes de uma permuta com as 3 Nornes), Shiva(senhor do tridente bem como amante de Kundalini, o proprio fogo sagrado, que representa seu tri-uno poder, bem como por seu olho que iconograficamente falando, é abordado como 3 Deusas, Gayatri, Savitri e Saraswatri, chamadas de 3 faces da Lua), a referências diretas também nos cultos ligados a cernunos amante da deusa mãe e suas três faces, e no culto do mais velho deus Egípcio SET( que possuía um cajado, era representado por uma serpente, e curiosamente a área central do cérebro humano é chamada de área reptiliana, e a mãe e amante de Set é a Deusa Tiphon, o nada original, cuja constelação é a Ursa Maior).
  Assim a Onda de poderes Mágicos de LUG, é sua fase lunar; e sua lança aqui pode ser descrita como sua faze solar, em que sua espada a Contestadora (E notemos que Satan quer dizer opositor, ou usando um termo melhor para traduzir o sephardico simbólico, Contestador), é a chamada espada flamejante dos Gnósticos, ou a Kundalini.




Correlações de tradições:



  Inicialmente para abordar este ponto, começarei utilizando-me de uma esquematização.
  As cores que vou usar pertencem a escala Briática de cores, ou seja ao plano mental segundo o sistema de Hermetismo, contudo ele revela até mais do que isto.
  1 branco, 2 Cinza madrepérola, 3 preto, 4 azul, 5 vermelho, 6 amarelo, 7 verde, 8 laranja, 9 violeta, 10 preto matizado de vermelho, azul, amarelo e marrom.
  Sitei as escalas acima como um método para mais facilmente entrar em 3 sistemas aparentemente afastados uns dos outros e de sua fonte matriz.
  No ritual maior de Pentagrama, são considerados os 4 arcanjos de DAATH. Os mesmos são vistos na seguinte proporção:

No Leste Ruach Al (Amarelo e Violeta);

No Oeste Mi Al (Azul e Laranja);

No Sul Ashi Al (Vermelho e Verde);

No Norte Auphiri Al (Negro “infra-vermelho e Ultra-violeta”, e ouro branco).

  Percebamos que todas as cores acima se referem também as contrapartes astrais de cada cor, o Octagrama respeita isto.
  Notemos que com exceção do Norte, todas estas cores tomando-se como base o circulo de ABRED (composto de 8 círculos cujas cores são infravermelho ou púrpura, vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, violeta, ultra violeta ou negro. Contudo, se utilizarmos uma escala na qual a cor Atzilutica de Binah for considerada, estaremos então levando em conta uma cor terciária que aparece na decomposição do espectro da luz, e que não foi citada acima, o INDIGO. Assim justaposicionando o índigo para SATURNO, assegurando o violeta de Yesod para a Lua, e deixando a sexta cor para a sexta sephiroth, TIPHARETH, ou seja o Amarelo para o SOL. Produziremos uma escala de decomposição prismática que formará uma estrela de 8 pontas, um OCTAGRAMA, que não apenas respeita a ordem cromática, mas que explica e atrai para si a junção com outros sistemas. Pois esta estrela, como afirmava o pensador Euclides, terá um traçado em linha reta onde apareceram Sol em direção a Lua; Marte em direção a Vênus; Mercúrio em direção a Júpiter, sobrando justamente Índigo e Infra-Vermelho, ou Púrpura, que até mesmo na escala Druídica Solar, correspondem a cores que não são ´percebidas e são representadas pelo negro. No caso desta ESCALA OPCIONAL, contudo Estabilizada em SÍRIUS, Índigo está para Binah, que conecta-se a Terra em todas as outras Tradições, mesclada ao signo de Touro, como será descrito a frente ); estão separadas por um ângulo de 135 graus, em que 1+3+5= 9; e o Negro do Norte e também Terra provindo na verdade de infra-vermelho e ultra-violeta, estão separados por 45 graus, em que 4+5= 9. 
   Há uma escala oculta que define e explica os posicionamentos da Árvore da Vida dos Cabalistas, explicando chaves escondidas inclusive o motivo de, ao se considerar somente o pilar da vida/suavidade, o pilar central, Malkuth continua sendo terra, mas Yesod é água, Tiphareth é fogo, Daath, ou o que parece ser Daath é ar, e Kether continua a ser espírito, contudo entanto quanto  BRUMA, NWIRE.
   Consiste na necessidade de construir a cruz Druídica e explica-la por alto:

3 são os seus mundos: Gwenwed, Abred, Keugant. E estes mundos tem as seguintes dimensões, Gwenwed ao centro com diâmetro absoluto de 9, Abred intermediário com diâmetro absoluto de 27, e Keugant com diâmetro absoluto de 81.

  • Há 8 círculos em Abred com diâmetro absoluto de 9, entre Abred e Gwenwed, existem primeiro beirando o Abred um círculo tripartido chamado Annouin, o Abismo, e logo após a volta de Gwenwed existe o círulo de Nwire Bruma/Espírito, emitido pelo ponto no centro do Gwenwed.

Annouin é obtido efetuando-se um quadrado de 24 graus do ponto no centro de Gwenwed (Citraul/Awen) em relação a Keugant, contudo interior a Abred, traça-se um círculo interior ao quadrado encostando-se em seus lados; bem como outros 2 efetuando-se quadrados e círculos, uns internos aos outros. Os 8 círculos de Abred estão construídos na seguinte escala: Esfera vertical superior o Sol/amarelo, esfera vertical inferior saturno/índigo, esfera horizontal direita Júpiter/azul, esfera horizontal esquerda Marte/vermelho, entre o Sol e Júpiter Vênus/verde, entre o sol e Marte Mercúrio/laranja, entre Marte e Saturno Urano/púrpura e entre Saturno e Júpiter Lua/violeta. Sírius estará ao centro, e o planeta cuja órbita mais longínqua o aprxima de Sírius mais até que o Sol, será Plutão, associado ao Deus Pwil (exatamente como o Hades Grego). Será Pwil/Plutão que receberá toda a Luz estelar de Sírius e a espargirá sobre a a Árvore da Vida. Ele está nas Brumas/Nwire/Espírito juntamente com as influências das NORNES Nórdicas( uma vez que habitam o círculo de Keugant, que corresponderia a AESGARD); estas NORNES são as mesmas Parcas Gregas, habitantes dos reinos internos, tecelãs da tapeçaria do Destino ( No sistema Nórdico, a prática do seidhr subsiste dentro do culto a FREIJA. Este mesmo fato ocorreu na África com a relação das 3 senhoras que carregam o poder do destino sobre a Terra, as Yami-Oshoronga, com Oshun, que e curiosamente chamada de Filha das 3 Ayes, acima descritas. O mesmo se deu com Inana e a Deusa Namu Tiamat, tendo por escala intermediaria também Ereshkgal; e isso demonstra a relação Babalon e Nuit, no Thelemismo. E por causa disto que a Casa Aesgardiana de Freya, e a Única a participar do Ragnarock, auxiliando a Casa de Odin em Batalha, já que Freja e uma Deusa de Magia, Sangue,Guerra e Artes Sexuais, como INANA alias. Odin manteve para si A essência do uso Rúnico (através de um tirual onde se manteve dependurado em uma árvore, Teixo ou “YGG”, atravessado por sua Lança, e nada comeu e nada bebeu por 9 DIAS), bem como o uso do Galdir, ambos mantendo também vinculos com seu Olho que foi sacrificado para receber o conhecimento do Poço de MIMIR. Freya manteve os costumes Ritualísticos vinculados ao Transe, o SEIDHR. Como adendo o poder de Odin não sobrevive sem alteração ao Ragnarock, ele continua a existir na vorma de VALI que vingou a Balder e Vidar que vingou a Odin. Freya mantém-se de forma igual após a batalha, porém é ela que recebe o primeiro golpe; e somente poucos Deuses sobrevivem, Sete ao todo, e estes 7 Deuses juntos criam uma existência mais perfeita.) Por que a Heckate, que são na verdade os chamados 3 véus da existência negativa da Cabala, coabita com um representante de Sírius, sendo que são na verdade O NADA PRIMORDIAL? Simples. Da mesma forma que a órbita de Plutão o aproxima mais de Sírius, ela coexiste com a extremidade oposta a extremida aproximada do Círculo de KEUGANT, tendo como ponto de vista Sírius como Gwenwed ao Centro; O Sistema Solar efetuando revoluções em volta do sol, mas cada planeta com uma órbita própria e distantes uns dos outros, girando em torno de Sírios. E colocando de forma geométrica veremos que se forma um círculo em torno de Sírius, e a extremidade oposta das órbitas distantes ficam na borda do círculo de Keugant (Literalmente esta borda será Ain Soph Aour). Assim o Nowire, ou Nwire, que é o quinto elemento gera a base da vida, o Abismo de Annouin, e a seguir o Circulo de Abred, mas somente é experimentado em sua forma pura nas cercanias de Sírius, ou no borda de Ain Soph Aour (o que será muito importante lembrar, tanto para perceber os enlaces Hades/Parcas, quanto ao Giro de Chacra de 9 chacras). Isto nos leva diretamente a perceber a seguinte proposição: Pwil estará para a Kether dos Cabalistas (Plutão); O Annouin dividido em 3, como três são as pontas do tridente símbolo iconográfico do planeta Netuno, o Deus Céltico Manannan, que desposa uma Deusa da Terra (em algumas tradições está Deusa é Rhiannon, mas o mais correto seria observar os vínculos que existem entre Brígida e Manannan, e perceber que Rhianon a Deusa Eponina, está na mesma relação de ODIN E SEU CAVALO DE 8 PATAS, uma clara alusão da relação de Gwenwed/Sírius e Abred (mas devo ressaltar que gwenwed em verdade expressa o HOSSALFHEIM, pois os Tuatha de Dana são na verdade os Elfos de lá). A Deusa que exprime a Terra em si mesma, é melhor representada como Clothru, mãe de Lug Llew Llaw Gifes). Assim o Annoin está sob regência do planeta Netuno, e como na verdade ele é uma área mais densa de Nwire, em seu curso de formação do círculo de Abred, mas ainda assim muito interna, as 3 Senhoras do Destino (Os véus da existência negativa), co-regem junto com Netuno estes Abismos profundos (chamados Annouin, Gobren e Kenmil), a Luz de Ain Soph Aour aqui está presente, ainda que não tão pura, por meio da tríplice Deusa Brigida, e o Ain Soph Aour (Morrigane) abrangerá Pwil-Plutão, conjuntamente com a luz de Nwire emitida por Sirius. Será percebido pelo observador atento que em todos os mundos a Deusa primordial, Namu Tiamat/ Heckate/ Dana, efetuará sua tríplice presença, ou dividida em sua 3 faces ou nas 3 faces concentradas em uma só. Como adendo até aqui, sito que a extemidade longínqua da órbita de Netuno, mesmo que interna a de Plutão, gera uma vacuidade, e a mesma somente pode ser percebida pelos chacras mais altos, especialmente o Ajna Chacra, que a Annouin está Vinculado. MUNIDOS DAS INFORMAÇÕES ACIMA, consideremos que todos os processos artísticos Célticos, passaram por construções em turbilhão, e que a chamada Árvore da Vida Original, em si mesma era um turbilhão; e que sabendo que o centro geométrico do corpo é o Plexo Solar, assim o ponto correto para Gwenwed/Sírius é o Manipura Chacra, acima verticalmente ao mesmo estará a esfera de Abred que corresponde ao Sol, verticalmente abaixo estará Saturno. Agora a escala elemental de solstícios e equinócios ligados a Cruz Druídica, é a seguinte: Amarelo e Laranja, Verão/Fogo; Vermelho e Púrpura Outono/Terra; Índigo e Violeta Inverno/Água; Azul e Verde Primavera/Ar. Todas com seus respectivos vínculos Planetários, como já descrito. Sabendo que todo sistema que se considere pleno, considera os processos tanto Solares e masculinos, quanto Lunares e femininos, saberemos de antemão que todos os planetas/cores do espectro da luz em decomposição, dos braços verticais e horizontais efetuam um giro dito “horário” e todos os planeta/cores intermediários (verde, laranja, púrpura e violeta) efetuam um giro anti-horário. E isto Produzirá duas Suásticas, uma horária e outra anti-horária ( A Tradição Védica e a Tântrica se exprimem muito bem aqui).E há uma perfeita expressão do desenvolvimento de toda tradição bem como do ser capaz de evoluir, vinculada ao entrelaçar de uma Swastica horária e uma swástica anti-horária, criadas a partir do Octagrama, que inclusive exprimem o desenlace de Yggdrasil.

Saberemos então que por encaixe geométrico e perfeito, macrocósmicamente e microcósmicamente, Sol e Mercúrio estarão vinculados ao Anahata Chacra, e serão o elemento fogo, tal e qual é descrito da designação elemental do Pilar do meio cabalístico, o qual é o ser Humano (e exatamente como acima descrito o Sol amarelo, girará horariamente, produzindo no corpo uma esfera do tamanho da palma da mão, sobre o coração, com uma esfera laranja, Mercúrio, girando anti-horariamente, contudo com o Triplo do diâmetro da Amarela e Solar, e em todos os outros chacras a relação ocorre desta forma). Saturno e a Lua se justaposicionarão sobre o Swadhisthana chacra, Umbigo, elemento água. Veremos aqui também uma certa descrição de que a corte Angélica da Lua, Querubins, impedirem o avanço para Daath, já que no hexagrama comum Saturno ocupa o Local de Daath. Além disto Yesod é água no pilar do Meio, e Saturno ou Binah, é totalmente vinculado a Água, e é a mãe da Terra. E como foi dito anteriormente, graficamente o turbilhão rege a criação dos elementos, assim procede do centro de Gwenwed, em giro espiral, passando por Nwire e a seguir por Annouin, indo diretamente para as esferas ligadas ao fogo e ao verão, em seguida descendo e formando as esferas de Água e inverno; a seguir em maior amplitude e mais afastadas do centro, as esferas do ar e primavera, sendo seguidas pelas de terra e outono ( percebamos que fogo e água estão eqüidistantes, um quase círculo, e ar e terra estão eqüidistantes, perfazendo também um quase círculo externo, que em linha reta estará vinculado totalmente, o ar com Vishihuddha chacra e a terra com Muladhara Chacra); Somemos a isto as distantes órbitas de Netuno e Plutão, que como já foram descritos, estão um tocando Nwire emitido por Gwenwed Sírius, e na extremidade oposta o Ain Soph Aour, uma das faces da deusa em seu aspecto puro, como melhor nos poderíamos referir partindo do ponto de vista hermético, mas este ponto que reflete o Ain Soph Aour, estará melhor elucidado e aboradado se lembrarmo-nos de que as Nornes habitam em AESGARD próximo ao Hvel Urd, ORLOG – Assim fica muito bem claro que, Atma, Soma e Sahashara, são expressões AESGARDIANAS, e devem ser corretamente estimulados por meio do vínculo direto com Ansus e Perth para o Soma; Hagalaz, Algiz e Tiwhaz para o Atma e Nauthis, Isa e Dagaz para Sahashara - O outro (Netuno) abaixo, tocando o Annouin, e a área próxima , mas ainda sim muito longe, dos véus da existência negativa – uma clara referência a VANAHEIM - (tendo-se como ponto de referencia Sírius, e as órbitas do Sistema Solar). Mais a frente será descrito em detalhes o Soma chacra e o Atma Chacra, que estão abaixo de Sahashara Chacra e acima de Ajna chacra. Basta dizer que cada uma das faces Puras das Nornes (da forma como as mesmas foram conhecidas entre os Celtas), em separado, vincula-se a um dos chacras abaixo do Sahashara Chacra. Por associação isto nos leva ao seguinte: Ajna Chacra está para Manannan e Brígida (horário Mannanan e anti-horário Brígida); Soma Chacra está para Pwil, horário, e Morrigane, anti-horário, Atma Chacra está para a relação Ners (Força não personalizada) horário e Skiant (Sabedoria Transcendente) anti-horário, estes dois elementos são o que define o Todo em Um e o Um em Tudo. Sahashara Chacra é cantado as Nornes/Parcas/Heckate – MAIS UMA VEZ APENAS DENTRO DA ABORDAGEM AINDA INCOMPLETA, MAS EFETUAREI ISTO MAIS PARA FRENTE - , é o Nada Primordial, Namu Tiamate, Nuit para os thelemitas. Como esclarecimento, temos como elemento central formado pelos giros horários e anti-horários das esferas e forças: Terra, Água, Fogo e Ar. Manipura Chacra, descrito nos textos Védicos e Tantricos como o ponto da Vontade, tem Citraul girando horáriomente e Awen (Vontade divina) Girando anti-horáriamente. O Centro de Manipura Chacra é em essência o Deus Céltico GAWEN AP NUAD, OU GAWEN AP NWED. Este deus branco e puro, que rege um reino de Trevas, e ajunta os heróis que encontra em seu caminho no mesmo (exatamente como no caso das Valquírias efetuando este trabalho para ODIN. E isto explica a chave oculta do culto aos Sdhee, Tuatha de Dana. Pois do encontro da tradição dos Godos e Visigodos com a tradição Céltica, ocorreu o culto Vanir entre os povos Nórdicos, e o aparecimento dos cultos vinculados a AESUS, bem como o DRUIDISMO. Mas perceba que isto foi um advento físico que refletiu algo engendrado em outros planos anteriormente, coisa que abaixo, no ponto que exprime o culto dos DOGONS me referirei ). Do nome Gwaen Ap Nuad, O Branco filho do Senhor dos céus em extenção; vem o Notaricom, a frase que se converte em um único nome, GWEN NWED, Mundo Branco, Sírius e a fraternidade Branca Verdadeira. A base lógica para isto é simplesmente que o centro interior a Abred, na verdade é um único elemento constituído de fases sucessivas, O Ponto gera estas fases, Gwaen Ap Nwed, o Branco/Sírius filho da extensão dos céus que são KEUGANT/A tríplice Deusa; gera estas fases. E nos antigos textos Célticos ele é descrito como plenamente Branco, cujo reino fica no mais profundo e central reino interno, ajuntando os heróis que o vão compor (qualquer um pode lembrar-se da Yggi-Drasil, a Árvore da Vida Nórdica, ela possui 9 mundos. Bem como a Cruz druídica possui 8 esferas em Abred e 1 ao centro, Gwennwed – contudo para se realizar Yggdrasil, é necessário a esfera central, e utilizar-se das 8 Esferas de Abred, 2 a 2, de maneira a termos então por meio de ABRED 4 mundos, os outros mundos se formaram a partir dos prolongamentos de Gwennwed para Keugant.) Por fim, No centro de Ajna Chacra temos Annouin gerado pelo giro de Mannanan e Brigida; No Soma Chacra temos Nwire Puro, combinado a Luz de Ain Soph Aour, regido e equilibrado por Pwil e Morrigane; Atma tem a própria Deusa ao Centro, contudo limitada a condição de todo; e somente em Sahashara, Ela é o Infinito e Ilimitado Nada Primordial.Delimitada Horariamente por Brígida, Anti-horariamente por Morrigane, e ao Centro é DANA EM SÍ MESMA – Célticamente falando. Os Deuses das esferas de Abred são: Marte/TEUTATIS, Urano/CAILEACH(Esta é uma Deusa da Terra cultuada principalmente na região da Escócia, pois sendo de difícil acesso protegeu o culto das posteriores perseguições. Tem a pele Azul, e um terceiro Olho na Testa, portando um GRANDE E RUSTICO MARTELO, sendo que Ela tem o poder de arremessar RELAMPAGOS. Vemos aqui vinculado a terra uma Deusa que em número Gênero e Grau é a KALI CÉLTICA, percebemos que a adoração a Her-Thor, ou Thur, o Thor Nórdico, tem qualidades idênticas a desta Deusa até este ponto. Além de que CAILEACH ERA PROTETORA DE TODOS OS ANIMAIS DE CHIFRES E DAS SERPENTES E THOR POSSUÍA BODES QUE PUXAVAM SUA CARRUAGEM PELOS CÉUS. E interessante notar que sempre as castas nobres e superiores, tentam manter puros e perfeitos os cultos antigos, contudo o povo com preguiça de praticar, enlameia o próprio sangue, abrindo margem para a decadência. Friso e repetirei, Odin tanto quanto Thor foram lideres de cultos perfeitos em si mesmos, mas foram obrigados a abrir concessões perante o preconceito e torpes de atitude da população, para manter a coesão do Estado, assim houve uma iniciação externa e uma iniciação interna mesmo para os Sacerdotes, tanto no sistema Nórdico quanto em muitos outros sistemas verídicos.); Saturno/CERNUNOS, Lua/ARIANHOD ( Círculo de prata, a raça Ariana na verdade é Lunar e vinculada a prata, todas as antigas tradições afirmam isto, por isso mesmo é que as adulterações puramente solares, como por exemplo Marduk perseguindo todas as estrelas Alfa do Céu, o corpo de Tiamat, geraram as atuais e antigas dores da Mãe Terra), Júpiter/Dagda, Vênus/Cerridwen (Cerridwen está vinculada aquela mesma categoria de deusas como INANA, BABALON,TARA,AFRODITE, ETC. Elas não são exatamente Deusas da Terra, são venusianas com caracte´risticas muitas vezes Lunares, como as artes Tantricas Por Exemplo, a terra enquanto planeta sofre a ação de todas as esferas, e sendo feminino identificação com estas deusas, no sistema Céltico seria Clothru), Sol/BELEMNOS, Mercúrio/LUG. Notemos que o vinculo de Caileach como Urano, vinculada a Marte/Teutatis, (apesar de Caileach ser uma esposa também de Mannannan, contudo expremindo ao processo de adentrar nos mundos internos a partir do Aralu/Annouin), ressalta as Núpcias alquímicas de Ereshkigal(Urano), com Nergal (Marte), e ambos como regentes mais internos do Aralu, representam a Pwil e Morrigane, regendo a intermediária região do Nwire anterior ao Gwenwed. E Urano projeta-se como o vínculo entre o abismo e o abred, por isso é que está abaixo de Binah (Saturno), na árvore da vida. E Esclareço que a Deusa sendo tríplice em si mesma, emite (como disse acima) a si mesma em toda a formação dos mundos, os nomes de Morrigane para o Nwire, ao contrário do uso de Rhianon, exprimem o exercício de pesquisa e uso da inteligência, pois Rhianon com certeza expressa ao cavalo de Odin, de oito patas, e Morrigane é a Deusa tríplice em uma só, ótima forma de expressar as Nornes e as Parcas, quanto a Brígida e Mannannan, é óbvio que Brígida, também uma tríplice Deusa, estaria vinculada ao Deus que Rege a maior porção de matéria próxima a seus locais de culto, AGUA. E é necessário determinar particularidades referentes a NWIRE. Segundo a antiga tradição druídica, o Nwire ou Nowire, é formado de partículas sub atômicas chamadas de MODURANS AOUD. Estas mesmas partículas se condençam para formar as multiplas divisões da matéria e da energia. Cada Moduran Aoud, é formado de uma partícula de dupla emanação interna ou externa, que essencialmente se compõe de absoluta vibração e atividade combinada a absoluta inatividade, em outras palavras exatamente aquilo que os Nórdicos chamam de Musphel e Nephel. E como se exporá mais afrente, em Troth e Seidhir, de Musphelheim e Nephelheim são gerados Aour Germir, Bury e o Pré-Universo a Pré Via Láctea AOUD-Humla. Esta Aoud-Humla, vaca sem chifres literalmente, mantém a si mesma alimentando-se de Nephelheim, e gerando um veio nutritivo que vém a alimentar Aour Germir o Primeiro Gigante, e ela mesma durante sua alimentação vem a soltar Buri do Gelo de Nephelheim. Da mesma forma que os Modurans Aoud, Aoud-Humla é a base para a manifestação física das forças, no caso os Modurans Aoud são (como dito acima) o balanço equilibrado de partículas de Nephel e Musphel, contudo extremamente diminutas, no ponto mínimo para existência da chamada “Farinha do Ar”, o Nowire. E como está expresso nas tríadas, uma coisa somente pode existir pelo concurso de outras 2 coisas. E foi Comprovado pela área da física que recebe o nome de FÍSICA DIGITAL, bem como pelo pesquisador que lançou a teoria dos buracos negros (Archibald Wheeler). Que no nível sub-atômico mais diminuto, menor que os quarks, múons, e outras partículas menores, tudo se compõe de uma relação de partículas que compõem-se de sim e não, absoluta atividade e absoluta passividade, Musphel e Nephel. O pesquisador que efetuou os cálculos e pilares desta teoria dentro da Física Digital, foi o físico Stephen Wolfram. Assim saberemos de antemão, que o que se determina de Plano Astral retrata o uso de um campo sutil feito de partículas sub-atômicas, extremamente fluídico e moldado pelas consciências que conceguem existir de forma plenamente desperta no astral.


  A tradução dos nomes dos seres citados acima neste texto, antes da esquematização da cruz druídica,  na descrição dos arcanjos é: Deus dos AR, Deus da ÁGUA, Deus do FOGO, e Deus da TERRA.
  Em Enoquiano, os 4 grandes Reis  Elementais são Bataivah, Raagiozel, Edlprnaa, e Ikzriral. Cuja atribuição elemental é e corresponde em número gênero e grau a dos 4 Arcanjos de Daath, e inclusive eles mesmos possuem a mesma atribuição cromática( Nota: Daath em Enochiano, corresponde ao Grande Abismo Exterior, o Aethyr de Zax, décimo Aethyr, lar de Choronzon. Regido por 3 Governadores Lexarp, Comanane, Tabitome. Cujo ponto de Terra é o Grande Governador Geral Paraoane, cujas características Saturninas, remontam ao  Ninib “sumério”, Shub-Nigurath dos Antigos).
  Agora um certo mestre da tradição (Aleister Crowlei no Líber Toth), afirmou que somente no enoquiano estava claro porque o símbolo do espírito, um ovo negro, era escuro, e que o que as pessoas chamavam socialmente, e má interpretadamente de mal ou fonte do mal, estava justamente conectada com o espírito.
  O que ocorre é que, em enoquiano, as 4 torres elementais estão contidas na verdade na torre de espírito. A mesma é representada como sendo um conjunto de 4 nomes de 5 letras, a saber:
EXARP( FUN) ar, HCOMA(GWIAR) água, NANTA(KALAS) terra, BITOM (UVEL) fogo. Respectivamente falando, suas cargas cromáticas são; amarelo e violeta, azul e laranja, negro e branco, vermelho e verde.
  A operacionalidade do sistema Enoquiano, se faz da seguinte forma:

São 19 chaves Enoquianas, sendo que a 19º chave é uma chamada geral para todos os Aethyrs Enoquianos, mudando-se apenas o nome do Aethyr no local adequado; A Primeira Chave Enoquiana, Invoca o poder dos 4 Reis Elementais, e a corte diretamente vinculada aos mesmos formada pelas Letras em volta do nome do Turbilhão do Rei ao centro; A Segunda Chave, Invoca os Aethyrs, Todos em conjunto e ao mesmo tempo, sem selecionar um em especial; A Primeira Chave e Espírito Ativo, e a Segunda Chave e Espírito Passivo; As: 3, 4, 5 e 6 Chaves Enoquianas, são respectivamente Ar do Ar, Água da Água, Terra da Terra, e Fogo do Fogo; As: 7, 8 e 9 Ch. Enoq. representam Água, Terra e Fogo do Ar; As: 10, 11 e 12 Chaves Enoquianas representam Ar, Terra e Fogo da Água; As: 13, 14 e 15 Ch. Enoq. representam Ar, Água e Fogo da Terra; E as: 16, 17 e 18 Chaves Enoquianas representam Ar, Água e Terra do Fogo.

   A correta invocação de um sistema perfeito, por exemplo como e o GOETIA, jamais deve conter invocações ou frases de afronta ou humilhação contra os seres Goeticos. Deve a mesma se compor do uso perfeito das chaves Enoquianas acima, descobrindo-se o decanato Zodiacal ao qual o ser Enoquiano e o REGENTE (sim porque estes seres São na verdade as projeções das consciências de Divindades Verdadeiras e Sabias, Poderosas sob vários sentidos. Aquilo que e chamado de Chave Maior de Salomão, nada mais e do que a versão judaica da invocação dos seres Goeticos, onde encontramos Deuses como Beli, Astarte, Baal, etc., os chamados Anjos do Shem Ham Phohash, nada mais são do que as 72 emissões externas, sem a essência ou o pleno poder de realização ou ensino, de que os 72 seres Goeticos estão munidos. O Rabino Ordena, em secura, e amaldiçoa tudo em nome do Demiurgo, o mesmo se da na verdade com o sistema Suf, pois os Deuses Sumerios, em que a pronuncia da palavra Deus em Sumerio e Dingir, foram retratados como meros Djins que criaram o Universo para Allá, e como na bíblia, recusaram-se a se colocar abaixo da raça gerada pelo Demiurgo. Ressalto que e por isto que nunca uma invocação Goetica, ou trabalho Suf com Djins, e livre de seqüelas, como se invoca um Deus Verdadeiro e o tenta submeter a um deus FALSO, jamais ocorrera algo verdadeiramente belo, sempre sera uma deturpação, que gerara destruição, Dor principalmente para a Terra ,como tem sido ate os dias de HOJE, guerras e destruição, e Kroui destrutivo, “Carma destrutivo”).
   Assim faça o seu TRIANGULO DA ARTE, mas lembre-se de que ele formara em linha reta, um CONE DE CONCENTRAÇÃO de forças, concentrando a energia do ser goetico no centro do circulo de operação, ou seja: Unificando o Operador com O Ser Goetico Invocado, e excluindo toda e qualquer interferência. Por isso, sempre anteceda sua invocação pela chamada do seu Deus Pessoal, e o melhor método e o LIBER SAMECK, o Ritual do Não Nascido. Isto Gerará “Creação” (do verbo Grego Crear, fazer surgir do Nada Primordial), Plenitude e Beleza em sua Obra Pessoal.


Aqui começa o ponto vínculo verdadeiro.


     Com uma letra que está na torre da água, somada e vinculada, por ser adversa, aos 4 nomes da torre de Espírito chamada de tábua da união, obtenho o nome de 3 Governadores do Aethyr de ZAX, o mesmo sendo o 10 Aethyr ou Dimensão( em enoquiano há 30 Aethyrs, cada uma com 3 governadores, portanto 90 contudo com 1 governador OCULTO). Seus nomes São Lexarph, Comanan e Tabitom. As outras sete letras adversas espalhadas pelas 4 torres de vigília elementais formam o Nome do nonagésimo primeiro Governador Paraoan.
  ZAX que é o abismo, é o lar do chamado arquidemônio Choronzon, dispersão. Logo todo os atos praticados em enoquiano envolvem a matéria do abismo, e o uso daquilo que os Hindus chamam de MAYA a ilusão, pois não é outro senão Choronzon quem executa o processo de destruição do engodo ligado ao falso eu do praticante por exemplo.
  E entrando realmente na questão ANTIGA.
  Tanto o Cabalismo,quanto o Hermetismo, quanto o Enoquiano, estão verdadeiramente fundamentados em um texto antigo entitulado Al Azif, ou, O NECRONOMICOM.
  Em primeiro lugar, somente o culto dos antigos pode ser praticado com o uso devido de Dolmens e Megalitos.
  Em segundo lugar, estes megalitos estarão alinhados com determinadas estrelas, em especial as do norte e pontos focais de adoração são a estrela de Isis, Sírius( ou Sagala, se preferir, cujo número gemátrico é 333, que é o mesmo número gemátrico para CHORONZON, e Sírius em cabala hermética é o corpo estelar focal ligado a DAATH, também é por esta estrela que se chega a chamada grande fraternidade branca, pelo sistema thelemico, ou seja focalizando-se Sírius busca-se Gwenwed (literalmente Mundo Branco). Além disso o selo de Yog-Sototh, é o mesmo símbolo astrológico de Urano. Isto conecta-se ao aparecimento de Titãs filhos de Gaia e Uranus, e a palavra para Antigo em enoquiano é Uran).
  Um conhecido ocultista chamado Keneth Grant, afirmou que segundo informações de Crowley: “A Magia Thelemica é a Magia ligada ao Manipura Chacra”, o plexo Solar ponto que possui vínculos com Gwenwed. E em adendo sito uma afirmação Tântrica :  “Anahata é Beleza, mas Manipura é Poder!”.
   Somando-se  a ordem dos Dolmens, que é a que se  segue:


  • Atrás da pedra ligada a Aquárius, estarão duas outras pedras correspondentes a Sol/6/Amarelo e Lua/9/Violeta;


  • Atrás do Dólmen de Leão, estarão 2 pedras correspondestes a Marte/5/Vermelho e Vênus/7/Verde;


  • Atrás do Dólmen de Escorpião, estarão 2 pedras correspondentes a Júpiter/4/Azul e Mercúrio/8/Laranja;


  • Atrás do Dólmen de Touro, estará uma pedra correspondente a Saturno/3/Preto.
  Também sito que a ordem relatada no documento é a mesma que seguiria nos rituais enoquianos e herméticos.
  Foi provada a veracidade do enoquiano como língua por meio de um filólogo e de um especialista em computação, e a mesma técnica foi utilizada para decifrar o Al Azif, e resultouem sua comprovação.
  Os Antigos foram um tipo de culto que sofreu perseguição na região da Suméria, quando os cultos baseados nos erros de adeptos exaltados afloraram por lá. Aja vista que foi feito um esforço monumental para obrigar o povo a aceitar o planeta Júpiter como superior a todas as Estrelas Alfas do Céu, inclusive dominando seu conjunto, aquilo que Para nós ligados ao Druidismo é chamada de DON, e na Suméria antiga nos primeiros tempos foi chamada de NAMU THIAMAT; Marduk é como se chama o planeta Júpiter na região Suméria.
  O objetivo da perseguição ao culto dos antigos, foi o mesmo da perseguição ao culto e ciência druídicos em tempos mais modernos, por parte da igreja católica e igrejas protestantes, dominação cultural e política, e exclusão total do elemento de reflexão da mente humana, essencialmente aquilo que LUG é.
  Os árabes de agora e do passado, chamam o som O.I.V.( O impronunciável som que os Druidas atribuem a Deusa Infinita DONE, que é um ultra som somente percebido dentro do cérebro e que até os surdos se queixam de sua intensidade avassaladora, como 3 gritos diferentes. Este som é usado para ascessar os planos sutis, e o Nada primordial DONE), de som dos insetos, o barulho dos Demônios, Djins, trabalhando suas obras malignas. Sempre que este som é ouvido em intensidade, principalmente nos desertos vermelhos de Set, ocorre a manifestação dos Antigos que dizem os árabes ser a expressão deste som.
  O Azag Toth Antigo tem características que lembram em muito Gwaen Ap nwed (mas ele na verdade, é a fonte mais antiga para o culto a AESUS). Muito embora isto se deva ao fato de que Gwen Ap Nued ser de muitas formas similar a ODIN, e a fonte suméria a cerca de AZAG TOTH, justamente está ligada a mesma fonte, que deu origem ao culto dos Gutianos/Guts, ou os Celtas Goidélicos em migração pela região da Suméria, ou seja o culto Azag, que floresceu sob o nome de culto Aesir, ou Asa entre os nórdicos.  Ele é um senhor de Vida e morte e bem como da região central do mundo dos mortos Céltico, que na verdade é o Gwenwed.
  Yog-Sototh tem as mesmas características que Ninnnursag-Ki, e este era o nome pelo qual Rhiannon, mãe de Deuses e Deusas, foi conhecida entre os Sumérios. Alias os chamados 50 selos de Marduk eram originalmente os 50 filhos de Ninnursag Ki, sendo Marduk apenas um deles.Além disto os antigos mestres de Tantra e Yoga receberam o conhecimento de 50 sons sagrados, vinculados a cinqüenta centros especiais do corpo,os 50 principais Chacras, E como tal qual é em cima é em baixo, isto equivale em escala universal também, sendo que vieram a ser usados como o próprio sistema de escrita e conversação da Índia Antiga, língua muito usado em várias tradições, o Sânscrito, portanto podemos “inteligir” que se um chacra domina tiranicamente todo o sistema chacrico do ser, este virá a ruir cedo ou tarde.
  Nyarlatotep é uma serpente sem rosto, que é também um sacerdote, exatamente como LUG, que é representado pela serpente(contudo Nyarlatotep conecta-se com Pwil, e tem como expressão mercurial, Lug.Pois ele é o sacerdote do Ether, e o Ether é o Nwire, portanto Plutoniano)
  Kathulu, cujo nome quer dizer HOMEM INTERNO, tem as mesmas características que MANNANAN E AFANG DHU, e inclusive como na própria lenda de Avalon, ele dorme na submersa cidade de R’lieh (como nota cito que, existe um livro chamado texto R’lieh que prova com datas análises científicas, provas científicas, e uma outra parte do Al Azif, que a tradição chegou aos homens durante o tempo dos cromagnos a 20.000 anos, por meio de seres que viriam de um planeta que orbita Sirius B, já que Sirius é uma Binária, cujo nome dos mesmos seria NOMOS, QUE SE MISTURARAM AO POVO QUE OS RECEBEU, O POVO DOGON, que se referem aos mesmos como seres meio reptilianos, e quase anfíbios, e os filhos dos mesmos com os humanos foram conhecidos historicamente como Titãs ou NEPHELINS, e que foram os grandes lideres que se espalharam a partir do ponto origem gerando no decorrer do tempo os grandes povos; isto explicaria o nome NOMOS para os primeiros povoados Egípcios, e o fato de porque tanto os egípcios quanto outros povos na época, queriam manter o sangue dos lideres puros, com casamentos feitos com parentes próximos, isto explica os genes inativos, e os buracos na cadeia de DNA, que são preenchidos e reativados pela prática dos conhecimentos antigos, e bem como a serpente ser um símbolo universal do conhecimento e sua transmissão.
  Kuthulu que é conhecido na Índia como a Shakti sem Shiva, o poder antigo das águas, Alakshimi, chamada de o Chaos em textos profanados por Brahmanes, sendo conhecida como a Maha Vidhea Durmavathi, a quem os tantristas se referem como KUTILA.
  Hastur por ser guerreiro e vingador, e estar ligado as próprias dimenções sutis, nos lembra OGMIOS e principalmente a fase passiva de NUAD, chamada de LLUD, extensão dos céus ( Nota: A lâmina do Louco tem como letra descrita no sistema de cabala hermética o Aleph, o touro ou atrelo do touro. Aleph é intangível, chamado por alguns cabalistas como “aquele que vai”, é o Ar intocável, ligado na verdade ao Ether, ao número 11, número deste caminho na verdade; Hastur tendo por base as movimentações da estrela Aldebaran, Alpha da constelação de Touro, apesar de estar totalmente vinculado ao signo de Aquárius, É o mestre ou Mestra e Senhora de todos os Aethyrs, intangível e intocável cujo nome não se deve pronunciar e a mesma somente referem-se o textos pelo nome, provavelmente um título cuja tradução se perdeu de HASTUR. Ela é a própria voz dos Antigos, ou seja a transmissora da Gnose entre os mesmos, Touro rege a garganta e as cordas vocais, mas precisamente isto esta ligado ao Som Impronunciável. Assim Ela é o aspecto mais palpável da comunicação com o Chaos em Extensão, Namu Tiamat) 
  E Shub-Nygurath, é a cabra negra do Sabbat, ligado ao signo de saturno e a capricórnio, e aos cultos deste período, é descrito como sendo progenitor de mil filhos. È impossível não perceber que estamos falando de CERNUNOS.

E fechando esta parte sito o Thelemismo.


  A BABALON thelemica tem as mesmas características que Kerridwen, e seu nome quer dizer Casa do Deus Sol( BAB  AL  ON).
  Therion, realmente é a besta de sete cabeças, mas por analogia veremos que 666 nada mais é do que a lâmina do Tarot entitulada CIÊNCIA (pois em gematria, quando temos uma centena criada por números repetidos estamos buscando na verdade o fluxo do mundo astral ligado ao numero repetido, no caso também chamado coro angélico de Tiphareth o Sol, os reis, bem como o espirito do Sol SORATH. Além disto Therion representa a justaposição do ponto de Terra em tanto quanto o ícone de Touro somado ao ícone de Saturno, cuja soma nos leva tanto ao Mitra antigo dos primeiros tempos, o que nos leva ao Bapho Mitr, Pai Mitra, Baphometer dos Iluminatti. Há um certo vínculo com o Deus que era sacrificado para dar vida a natureza, e assim teremos ao sacrifício Jharl, que remonta a Baldhur, no Norte da Europa, e ao sacrifício do Rei entre os Celtas, a cada 7 anos, para vitalizar aos campos, em que este Rei , ou um Nobre que exerça este cargo neste caso, é visto como o próprio Deus de Chifres, Herne ou Kernunos.
  O Ponto Terrestre usado para direcionar as adorações no sistema Thelemico, usado não importa em que ponto do globo se esteja, corresponde a Boleskine. Boleskine é um castelo em que Crowley trabalhou as adorações para invocar o Santo Anjo Guardião, este mesmo castelo está justamente situado nas margens do Lokiness, onde a tradição Druídica sita como sendo o ponto onde Afang Dhu ergue sua cabeça. O objetivo implícito com certeza é a invocação da antiguidade da tradição pelo inconsciente e pela memória da terra.
  Hadith é o Nome caldeu de Set, ou como era chamado pelos yezidhis, adoradores do norte, Shaitan, que usam o mesmo sinal cuzirde, para exaltar seu Deus, sinal este usado para saldar os poderes dos antigos; e Hadit também é aquele que dá Vida e Morte, que como Gwaen Nwed é amante de DANA ou Nuit, em sua forma como CRWDLAID.
  Nuit essencialmente tem as mesmas características que DON, e é a fonte da verdadeira Vontade dos Thelemitas, ou o AWEN.
  Thelema se aplica por meio de uma trindade filosófica:


  Thelema, Ágape e Abrahadabra.


  Vontade, Amor e Grande Obra; em que Abrahadabra tem o mesmo valor  da letra Cheth, caminho do Carro, ou seja o valor de 418, que é o mesmo valor numérico do terceiro deus da trindade, a face guerreira de Horus, Ra Hoor Khuit. Esta trindade é formada então por:


  Nuit ou Tiphon, Hadit ou Set (chamado de Hoorpaarcraates, ou o grego Harpocrates, a criança dentro do ovo, conexão direta com Daath, já que Set está em um deserto) e Horus ou Ra Hoor Khuit.


  Isto perfaz a Lei sagrada do 3 de nossas tríadas.
  E como conexão final deste ponto, sobre Daath está o caminho da Sacerdotiza da estrela de prata, cuja letra é a de valor 3.


  Além disto a profundidade está coligada na prece druídica ao Ultra-Violeta, bem como a virtude do Conhecimento (Ou seja Gnose, Olho de Shiva e Daath), e a Deusa thelemica Nuit declara em sua parcela do Livro da Lei dos Thelemitas que : “Púrpura além do Púrpura” é a maior grandeza a ser alcançada, e que se deve exceder por delicadeza.



Tetraktis


  * E era o Zero, chamado de êxtase, gozo infinito, Samadhi ou mais precisamente Samiana (Chaos em Extenção)o Nada Primordial, O Infinito, e este querendo ampliar a si mesmo concentrou a si próprio num ponto mínimo sem dimenções, com o objetivo de duplicar-se e nasceu o 1 (Líber Al Vel Legis: “...Estou separada pela chance de União...”  Nuit);

O 1(Chaos constrito) querendo preencher completamente o Zero, expandiu a seu campo de densidade, em que o centro se concentrou cada vez mais, até chegar ao ponto máximo de equilíbrio entre a constrição do ponto e a expanção do Círculo, E O 2 SE FEZ (e como está expresso nas próprias Tríadas, O Infinito em expansão é DON, o Infinito em constrição é CITRAU, o meio é FINITO; em termos comparativos, 0= Nuit, 1=Hadit, MEIO=Ra Hoor Khuit, a obra); (Observações: O um ‘1’ nunca exprime a si mesmo diretamente, e ele o faz por meio de um representante. Assim Azag-Toth, emana e gera Nyarlatotepe, para expressar sua luz nos reinos próximos o Círculo de Abred)

  * O 3 nasceu diretamente da sucessiva densificação da emissão do ponto para o círculo, então passou a ser de comprimento para largura, criando um segundo ponto de referência, e também a altura, assim se faz o TRIÂNGULO, o 3 sagrado que está acima do Abismo;
  * O 4 veio da contínua densidade que brotou do ponto, a profundidade interna nasceu, os pontos mais constritos e pesados giraram para as bordas, e o sutil ficou ao centro, dividindo-se em sólido, líquido, gasoso e eletromagnético, gerando as leis de dominância que passariam a reger a natureza, mas a constrição do tetraedro e a incessante incurção de energia geraram uma quinta força que quebrou a ordem que havia se tornado arbitrária;
  • O 5 veio como esta força, e é por isto que o Homem propriamente dito é o único ser que pode criar seu destino, e pelos seus atos gerar o Kroui (Carma) apropriado, indo além dos ditames da natureza enquanto situação “automática”, e isto ele o faz ou pelo dominação pelo Nwire dos outros 4 elementos, ou pela fusão do Nwire com os outros 4 elementos (respectivamente pentagrama comum, ou pentagrama reverso);
  * O 6 foi o ponto de equilíbrio entre a energia incessante e a matéria produzida, e de seu centro em equilíbrio foram emitidas também matéria e energia, triângulo ascendente e descendente, o centro de um sistema estelar e os corpos planetários ou estelares menores a volta. Seu ícone é o Ponto e o Círculo, sendo o próprio equilíbrio entre os dois;
  * O 7 foi o ponto de sintese em que os elementos químicos se separaram e tornaram a se agrupar  dentro dos corpos planetários menores, por ação  das leis da natureza  nestes elementos químicos, bem como as formas de energia em atividade, propõe o princípio da palavra Helohim, do ponto de vista formativo;
  * O 8 foi a análise final que definiu cada qual para seu local propriamente dito, bem como quais leis os regeriam, e neste ponto como ascessar as leis que permitiriam manipula-los, e como contactar as formas de consciência ligadas as mesmas, as 8 direções do espaço explanam também todas as direções que tomaram as emissões do ponto em direção do círculo para preeche-lo.
  * O 9 implica diretamente nos ciclos nescessários para que mais do que o quase mecanicismo destes acontecimentos, a interferência direta das mentes dos mundos sutis para que a vida brotasse no ponto mais denço possível, com o objetivo máximo em seu germe interno, ampliar o Êxtase Orgásmico do Círculo, pelo crescimento infinito de cada ponto, como nos expressam as Tríadas em relação a vida em GWENWED;
  * O 10, expressa o próprio objetivo do Ponto e do Círculo que em seu jogo de Amor eterno, buscam preencher um ao outro. O 10 revela a identidade da Terra com o Sol, pois sua representação iconográfica é o 1, o Ponto, e o Zero, o Círculo, o selo do Sol é o mesmo, contudo A Estrela é o equilíbrio perfeito entre o Círculo e o Ponto, e a Terra demonstra o ponto afastado do círculo criando uma idéia de cone, que pode ser formada por duas retas traçadas diretamente a partir do ponto para as bordas do círculo. Isto também é um ícone para os Zigurares da Suméria, conhecidos como Torres de Babel, contudo os cálculos para faze-los estão expressos na proporção entre o 3, o 9, e o 27.
  • Os Deuses, como são chamados, não são todos um, como alguns querem fazer crer. Há regras que são manifestadas para gerar a manifestação positiva de Ain Soph Aur/Tiamat/Don/Nuit, e usadas para ascender a escala até o infinito, mas a verdade é que se há os níveis de auto-consciência destas regras, chamados as vezes de arcanjos ou anjos, há os seres que se diferenciam e que fazem parte de uma regra específica, de várias, ou da extrapolação das regras com objetivos evolucionários ou puramente existenciais. Como é expresso no Livro da Lei : “Cada Homem e Cada Mulher é uma Estrela...Todo número é infinito...”.
  • Assim como ultima referencia sito: Plutão-Pwil estara para Kether, Netuno-Mannannan estará para Chokmah, Saturno-Cernunos estará para Binah (por isto que sempre e dito que acima do abismo, as sephiroth são analisadas pelo aparente efeito de contrariedade de suas essências, a nível externo. Isto levou ocultistas como Samael Aun Weor, ou Eliphas Levi, a cometerem erros de atribuição masculina a Binah, e Feminina a Chockmah. Está mais do que claro que O MAR CITADO E LIGADO A MANNANNAN, E CONSTITUIDO DE SEMEN, um Chaos de Sêmen Estelar, por isto na Cabala Hermética Chockmah e visto como o MASLOTH, e quanto a Binah sendo a Grande Mãe e estar vinculada a CERNUNNOS, somente precisamos nos voltar para o Al Asif, e então compreenderemos: “ Eu Te Invoco, Cabra Negra e Bode Negro Do Sabbah, Pai e Mãe de Milhares de Filhos. Vem Oh Tu! Tu que sois Shub-Niggurath!”; este e o mais Antigo nome pelo qual Cernunos foi conhecido, e sua polaridade dupla, e expressada ate mesmo no Sepher Yetzirah quando sita-se Binah Como Ama, Mãe da Morte Obscura e exteril; e Aima, Mãe Brilhante e Fertil.); Dagda sera Chesed, Teutatis sera Geburah, Belemnos sera Tiphareth, Kerridwen sera Netzach, Lug Lew Law Gifes sera Hod, Arian-Hod sera Yesod e Caileach sera Malkuth ( Haverá então a pergunta: “Se ela vincula-se a Urano, porque esta ligada a Terra! A resposta sera simples, Caileah está exatamente no quadrante da Cruz Druidica que vincula-se ao Outono e a Terra, neste sistema em questão. Alem disso, Teutates expressando Marte, e o regente de Escorpião, representante zodiacal dos órgão sexuais, e possuidor de vínculos muito fortes com Vênus-Cerridwen, principalmente na transmissão das Kalas. Caileach-Urano, regente de Aquário que era no Olimpo a Deusa que vertia o Néctar sagrado da Imortalidade, lembremo-nos também do Sêmen de Urano que ao espargir-se após ter sido decepado o órgão sexual de Urano, por Cronos, gerou nas Águas de Poseidon Afrodite-Urania, Vênus no aspecto mais alto de si mesma. Para todos os fins vemos a base dos processos vitais e energéticos, para o homem e para a mulher, ligados a Kundalini, e a formula alquímica da Junção da Águia Branca e do Leão Vermelho); Daath, como já foi descrito sera com toda a sua razão de ser SIRIUS-GWEN AP NWED-GWENNWED, e seu maior segredo é que guardando a relação de Polaris e Sírius, resguarda os segredos dos Deuses por meio dos Tuatha de Dana, que habitam a região que os povos do norte chamaram de HOSSALFHEIM.




O Hexagrama Unicursal e a Cruz Druídica



  Como está definido em nossos cadernos de estudo, toda forma de conhecimento deve ser representada como uma verdade em Arte, Ciência, Religare e Filosofia; assim também o deve ser este trabalho.
  Assim proponho-me a analisar o ícone do hexagrama unicursal dentro do Máximo Símbolo Druídico, como nos foi demonstrado com o Hexagrama.



  Pegue-mos a C. Druídica, e com o a medida do círculo de Abred tracemos 6 círculos eqüidistantes, que se toquem e circundem também a Abred (como nos Cadernos Básicos de Estudo).
  No círculo diretamente de cima, coloquemos o numero 1, no da direita em cima o 2, no da esquerda em cima o 3, no diretamente de baixo o numero 6, no diretamente aesquerda em baixo, o numero 5, e no de baixo a esquerda o numero 4.
  Tracemos uma reta ligando 1 a 4, sigamos em linha reta para 3 e de lá para 6, de 6 passemos para 2 e daí para para 5, subindo de novo para 1.


  Com isto concluímos que foi feito um hexagrama sem a nessecidade de retirar o lápis ou caneta do papel, como uma verdade “Euclideana”.
  O Centro exato , coincidiu com GWENWED.
  Os números 1, 2, 3, 4, 5 e 6 correspondem em número gênero e grau aoTETRAKTIS  explanado acima, ou seja as Sephiroth de 1 a 6.
  Este mesmo Hexagrama Unicurssal tem como centro o Número 11, chamado de Conhecimento, Daath, Abismo, Duma, ou 333 (Sagala, Choronzon, A Estrela de Isis, bem como possui profundos vínculos com o Yog Sototh, que é a Porta, que foi citado anteriormente)


  O motivo real para que coloquemos DAATH ao centro está ligado ao uso da Marca da Besta conectada ao Unicursal. Pois uma vez que o hexagrama unicurssal pode ser usado com a mesma escala de elementos do hexagrama comum, ele está na verdade focalizado no uso de Espírito Ativo e Espírito Passivo (Shiva e Shakti). Superando assim os termos e usos comuns dados ao mesmo.
  Neste caso, como foi sitado, o centro não é o sol, e sim o centro é o atributo de Divindade Transcendente.
  A iconografia, o simbolismo, da Marca da Besta está ligado a dois não comentados Chacras, contudo muito importantes e úteis, que se situam acima do Ajna Chacra.
  Em qualquer texto descrevendo os Chacras Magnos em Linha Reta, acima do Ajna está demonstrado um centro com um enorme grupo de pétalas, com uma lua ao centro; seguido de outro com um triângulo ao centro e rodeado de 8 pétalas e sendo que acima deste estará o Sahashara Chacra.
  A Marca da Besta consta de 2 semi-círculos em baixo, que correspondem as 2 pétalas que formam o Ajna Chacra (ou seja hemisfério direito e esquerdo do cérebro, com intercalação com as amídalas cerebrais); logo acima está uma lua, e em seguida ao sol.
  A Lua expressa o Chacra de várias pétalas que foi sitado com uma lua ao centro. Ele é apelidado de Soma Chacra, e causa um imenso êxtase quando de sua ativação, o que somente ocorre quando da plena atividade do Ajna Chacra. Em si mesmo é o máximo físico da experiência de Nuit, que pode ser participada no universo positivamente criado.
  O Sol expressa o Chacra apelidado de Atma Chacra, e dá a experiência de todo o Universo constrito em um único ponto (o triângulo com um vértice para baixo expressa a cristalização ou materialização), a própria essência do que Hadit é mas ainda anterior ao momento de sua plena centralização como ponto, mesmo assim um representante seu, Atma chacra é Ain Soph .
  Sahashara Chacra é a própria experiência da expanção infinita da consciência, Nuit em si mesma, AIN.
  O único ponto onde se pode tocar algo do Nada primordial é o abismo, DAATH, o 11, e é lá que se encontram, como foi acima sitado, os 4 Deuses de Terra, Fogo, Água e Ar. Logo o núcleo do Abismo, a Gnose, o Conhecimento, e conhecimento como foi sitado anteriormente é a tradução para Daath, Ajna e Gnose, é a perfeita expressão do verdadeiro Espírito.


  O Hexagrama Unicursal deve ser dobrado ao meio, fundindo-se 2 e 3, e 4 e 5.Assim na soma de 2 e 3, perfazendo o ponto de UVEL, pois o fogo aqui abordado é como Ágape. Na soma de 4 e 5 é gerado o ponto de Kalas, e o equilíbrio da esfera 4 e 5 justamente é a lâmina 11, a lamina de Babalon, cuja operação conciste na produção das chamadas Kalas de Kali, a parte material de fluidos gerados durante o ciclo menstrual pela sacerdotiza, Kali além disso é senhora da força vital que flui pela terra(como Korridwen, para enter melhor a diferença entre 10-Terra e 7-Venus, e so considerar que as KALAS, são a densificação das SETE forças, expressas em Korridwen, e que vem a animar a Terra, dando-lhe vida e direcionamento, que contudo deve ser também fecundada pela essência do Sol. Clothru, Deusa Terra, e a materialidade, onde agem todas as forças, e onde por exemplo os seres passiveis de evolução, realmente evoluem na esfera fîsica, dito de outra forma, Clothru, e o local onde os Poderes das 8 esferas, e mais os outros poderes, de Abred agem em conjunto, a essência vital desta terra, são as Kalas, sua essência mais densa, e que por ser condensação de sete forças, produz evolução; quando levamos em conta os Rituais Tantricos Alquímicos, e em quanto elemento, uma de suas sub-divisões ê o lar dos chamados Korr, ou, Gnomos), e aquela que domina o Muladhara Chacra, liberando do medo da morte. Fun estará em tanto quanto a esfera de numero 6, o filho, e as águas primordiais estarão assim justaposicionadas  na esfera 1. Assim o ponto de emanação dos elementos, e que também se torna o domínio comum da chamada 5 dimensão como está expressado em nossa tradição, e de onde flui o Conhecimento é a esfera 11, e que tem justamente este nome, expressando a Gwenwed.
   Em algumas tradições fica um tanto quanto difícil discernir entre Vênus e a Terra, isto ocorre pela ação direta das 7 forças na esfera terrestre, e o fato de que a feminilidade de Vênus, identificar-se com a feminilidade da própria Terra.
   Para todos os efeitos, Kerridwen é Vênus, Clothru é Terra.
  Isto cria imediatamente um jogo que define Todo O Sistema de Pentagrama Usado pelos Thelemitas para suas práticas, bem como para buscar acessar a Grande Fraternidade Branca (GWENWED).
  Sua Cor é Vermelho, pois ele é um pentagrama, portanto vinculado ao 5, Teutatis.
  Ele é Inverso, pelo simples fato de que os 4 elementos Brotam de Nwire, como no ícone da Suástica, e a ele nesta abordagem em amor ficam reunidos.
  A perambulação do círculo é anti-horária, baseando-nos na seguinte situação:


· Norte no Céu é Leão, Leste é Touro, Sul é Aquário, Oeste é Escorpião;

· Em um giro anti-horário nós nos movemos contrários a rotação do sol admitida pela observação direta sem instrumentos;

· Mas o sistema pentagramático aqui abordado coloca Aquárius a Norte e Leão a Sul, voltando assim o Glifo que determina o Homem em direção ao Norte. Por que? Por que a Norte está a Constelação de Cão Maior, e sua Alfa é a Binária SIRIUS, que em Cabalismo Hermético é o corpo estelar ligado a esfera de número 11, DAATH, a Egípcia Deusa Sothis.

.   A fórmula que aparece no Liber Al Vel Legis, que foi apresentada ao mundo por Crowley, implica em Zero = Dois. Está fórmula explicita o fato de que Ain  é Igual a Chockimah, para quem observar as chaves do conhecimento. Contudo o motivo para isto, não está apenas dentro de dois elementos, um masculino e outro feminino que ao se encontrarem, tantricamente falando, entrarem em êxtase e adentrarem ao absoluto (“...Todo Homem e Toda Mulher, São Estrelas...”, Liber Al Vel Legis), ela expressa a fórmula da quadratura do círculo que resulta no número PHI (que já era conhecido a muito tempo antes dos Gregos, por Sumérios e Egípcios), dentro do Thelemismo onde teremos o Arco do Infinto, que é Nuit, e porntanto o Círculo (base para o engendrar do número ZERO), e o falo que iguala a coroa, ou seja Chokmah, que é Dois. E Chockmah, geometricamente expressa a RETA, que é infinita. A fórmula de PHI, implica em saber quantas vezes um diâmetro precisa ser ampliado para chegarmos ao comprimento do Círculo que ele mesmo cria. E se a reta se extende ao infinito, e o Círculo de Nuit é infinito, Dois é igual a Zero;



  Tudo isto nos leva a perceber que todo o foco da adoração tanto do Necronomicom, quanto do Hermetismo, quanto do Enoquiano, quanto do Sistema Sumério ( é de lá que vem a expressão Bab Al , Babel; que resulta em Bab Al On), quanto do Thelemismo. Estão todos voltados para aquilo que somente pode ser descrito como a grande Fraternidade Branca, Gwenwed, Hossalfheim.
  Como adendos complementares, sito que a fonte do que é chamado de culto Satanista Moderno realmente teve sua fonte no trabalho de Aleister Crowley (Ou Aleister Kroui, para fazer uma metáfora com o termo que desígna o Karma dentro do Celtismo), contudo visavam exatamente o que está expresso acima, e sem a invocação do Santo Anjo Guardião, o Deus Pessoal,  é impossível compreender seu trabalho.
  A operação de Abramelin, é inadequada para isto, pois é sequitarista e racista, e insulta a inteligência de qualquer pesquisador consciente no seguinte sentido:


· Os chamados seres Goéticos, ditos Demônios ou Anjos Caídos são apenas o arco dos 360 graus do céu, o Arco do Infinito ou de Nuit, divididos nos decanatos da astrologia, e tendo cada decanato uma influência noturna e uma diurna, temos ai então os 72 quinários;

· Estes quinários foram adorados em toda a humanidade como Deuses, pois que de processos Gnósticos, como a Invocação do Não Nascido, pode-se extrair instrução direta das consciências pertinentes a cada quinário e que tem seus representantes em nossa psique, pois a mesma explana exatamente que tal qual é em cima é em baixo;

· Um dos seres Goéticos, por exemplo, chamado Belial, na verdade é bem conhecido pelos Druidas, seu nome (já que nomo foi explanado todo termo AL quer dizer Deus, nos sistemas Sumério, Árabe oculto, e Hebreu) tem como verdadeira tradução BELI AL (O Deus Beli, consorte de DON);

· Astaroth, nada mais é que a Deusa Suméria Astarte. Pois Vênus está exaltada em Capricórnio, e no decanato central de Capricórnio é que se deve invoca-la. E como no próprio texto Goetia, de Astaroth provém conhecimentos Maravilhosos e transcendentes, e Astarte e Astoreth, Astaroth eram termos para INANA ou Astarte. Somente um detalhe diferente do Texto sobre Alexandre dos Cadernos Suplementares, INANA é a Deusa que expressa Afrodite entre os Sumérios, e não a Lua, a lua era adorada como o Deus SIN ou NANA. E lembremo-nos da célebre frase preconceituosa do Rabino que chamou Baal de senhor das moscas, gerando na boca a boca do povo o nome Belzebu (Baal et Zebu);

  Além disto sabemos que os movimentos chamados de Satanistas, nada mais eram do que movimentos reinvidicatórios por comida, moradia, e gêneros de subsistência gerados na Idade Média, pela fome do povo pobre, ignorante e sem noções de higiene que apoderava-se de igrejas abandonadas e realizava cultos católicos e cristão invertidos, adorando ao “Arcanjo Caído”, onde os aldeões levavam comida que eles mesmos preparavam (como uma forma de protesto por não ter comida e pela igreja a ter em fartura e não dividi-la, sob o pretexto de que a hóstia alimentava os fiéis); e realizavam orgias histéricas (pois eram proibidos de ter toda e qualquer forma de prazer).




O DEMIURGO


· Por fim, SACLAS, ou o DEMIURGO, existe realmente. Este, é uma forma pensamento que foi gerada pelos Adeptos Exaltados, Grau 7=4, algo parasitário e tirânico, dogmático, e que vivendo da Dor e sofrimento, gerou a adoração de Osíris, Marduk, e Krishna em suas fases desequilibradas(é só observar por exemplo Krishna dançando para impedir que Kundalini se erga, pois quem rege o muladhara chacra, chacra da terra é Kali, e Kundalini é a própria), Krishna foi concerteza o deus pessoal de Ariuna, o Ario, o que os Brâmanes desequilibrados fizeram depois com o culto desmantelou a mente da região, tanto quanto as últimas máscaras do Demiurgo: Cristo(sabemos que o Rabi Ieshue Bem Joseph, morreu na Índia e teve toda uma linhagem de filhos, e sabemos que ele chegou naquilo que é chamado no sistema Essênio/Grego, de grau de Adepto Menor, cujos mistérios envolvem justamente a crucificação durante o período da Era de Peixes, somente, além disso IOD HE SHIN VAU HE, é uma formula gemátrica que expressa os 5 elementos, em que o fogo central o shin somado aos outros 4, revelam a palavra Pirâmide (fogo interno), logo o único Crestos que pode ter existido, era o Bafo Mitra, Pai Mitra, conhecido e cultuado pelos Templários, Mitra dos Persas que eram de origem Céltica, como é citado em nossa tradição. Assim o culto de dor e sofrimento dos cristãos, nada tem em haver com o Sotherioano Abraxas, ou Mitra), Allá(MAOME), e o Moisés do povo com seu IAVE tribal e brutal, e atente para o seguinte fato: não foi o Mar Vermelho que os Hebreus Cruzaram, foi o Mar de Palmas, onde recentemente foi comprovado por cientistas e pesquisadores o citado altar de 12 pedras com uma pedra ao centro, ao lado do ‘Monte do Deus’; contudo este Mar de Palmas, na verdade é um Charco, um pequeno pântano, e como foi comprovado foram poucas as pessoas que o atravessaram, e não todo um povo como tentaram fazer o mundo acreditar. Ao terminar sua “travessia” depararam-se com um povo que estava em migração para a Região Norte da Europa, e aprenderam com ele o uso tanto mágico da escrita, quanto os vínculos antigos entre seus costumes e os segredos dos Grandes Sacerdotes Egípcios, as 22 Mansões de TOTH – versão lunar de SET que possuía 22 Túneis – e por terem sido escravos nos templos, e com o povo Egípcio aprendido sobre noções de Higiene, cultura e uma pequena parte de sua magia, bem como a existência da escrita, foram compelidos a assinar sob o nome de MOSHE, Moisés, suas tábuas de leis, criando assim a Matriz do Sanedrim Judaico, contudo como pudemos observar acima não há base para existência de monoteísmo. E por fim, como a própria história demonstra, OSÍRIS era um deus semítico, que foi absorvido pelas castas inferiores de sacerdotes para gerar a queda das castas sacerdotais originais do egito (Os sacerdotes do Deus Ash, ou SET);


· Qual o objetivo dos adeptos exaltados em fazer isto? Simples, se você não pode cruzar o abismo por que quer manter-se intocado pela purificação que vê como profanação de sua cômoda posição de ditador, você cria algo que tracione força e energia para que você se mantenha indefinidamente de forma extática sem se alterar, sem evoluir, contrariando a tradição ( e como dizem as próprias tríadas: “Pela Presunção, Ódio, e Mentira é que se recai no abismo, no sentido de retornar a dissolução, pois identificado com falsos valores, com eles o ser deve perecer); assim você se mantém até que o culto que usa pereça, se você não o fizer ser aceito por outros povos sob outros nomes mas com a matriz e seu uso original intactos. A prova disto é que todos os cultos ligados a Saclas, são cultos solares onde a beleza é retirada, e só se mantém o sacrifício desenfreado da mente , das emoções e a mortificação do corpo, para que o livre arbítrio depois da morte seja absorvido por este imenso estômago, naturalmente inimigo da terra, pois se as condições de existência do ser, como almejamos por exemplo em textos como a prece Duídica, ocorrerem, Saclas e os que o geraram, bem como aqueles que o mantém, perecerão no mesmo momento;


· Estes põem toda a terra em risco, contradizendo as próprias tríadas, pois que nelas está expresso que o mal e a morte estão cessando de existir neste mundo. Talvez com 50.000.000 de habitantes como era em 1900 da era vulgar, isto poderia vir a acontecer com um crescimento populacional baseado no conhecimento, mas estamos além do ano 2000 da era vulgar, e agora a população já é de quase 10.000.000.000, mas o número de pessoas passiveis de evoluir, ainda é o mesmo que em 1900 da era vulgar. Isto ressalta o antigo conhecimento que cita Os assim chamados Filhos de Caim, Abel e Seth, segundo o sistema Gnóstico; o que vale como representação para os indivíduos Rajásicos, Tamásicos e Sattiwicos (pois os humanos inertes, estão acometidos por falta de vontade própria, de inércia, sendo assim Tamásicos; os Chamados Trolls são agressivos, e não pensam apenas agredem tudo a sua volta que é diferente deles mesmos, e os passíveis de evolução, tem o balanço equilibrado entre pensar e agir, sendo relativamente tachados de Sattiwicos). Assim percebemos que se formou realmente uma casta, ou espécie inferior em todos os aspectos necessariamente mantida para manter a própria existência do Demiurgo para que este mantenha seus criadores.


Assim torna-se claro que todas as formas do conhecimento bem como os buscadores do mesmo sempre serão perseguidos, e ou ocorrerá uma nova era de ouro ou não haverá esperança no futuro. Portanto uma atitude mais justa e concreta se faz presente por parte de todos que tenham, como está expresso no Al Asif e no Necronomicom babilônico, o SANGUE DOS ANTIGOS. Isto em verdade se refere, aquele mesmo tipo de DNA, corretamente formado pelas combinações gigantescas de AOUDS ( Física Digital trabalhos de Wolfram e Wheeler; e bem como tradições Druídica e Nórdica, referências ao Nowire – que quer dizer espírito em céltico - e Aoud-Humla. Parte de Correlações de Tradições, neste pequeno trabalho), as partículas formadoras de todas as coisas, geradas diretamente por Musphel e Nephel (fazer uma consulta completa a Cosmogênese Nórdica, bem como a Metafísica Druídica), mantidas pela existência de OD (Que quer dizer Espírito em anglo saxão), ou AOUD, que elas próprias geram como produto final das reações. Uma determinada coisa somente pode existir pela ação de outras 2 coisas (tríadas druídicas), e assim por definição, vinculam-se em última análise a influência exercida por ODIN ( Cujo nome quer dizer: “Espiritual, ..., Espírito da Fúria...”). Assim, a dupla espiral do DNA, reflete necessáriamente as perfeitas combinações de Aouds e as facetas Musphel e Nephel em equilíbrio, que são necessárias para gerar e dirigir uma célula humana, e assim contém a Informação Inteligente de que as Proteínas e Moléculas da Célula, podem digerir e comer as moléculas do Oxigênio, bem como as Proteínas e Moléculas do Alimento. E se desenvolverem com os objetivos evolutivos, tais e quais os princípios de formação do Chaos/Cósmos. E buscam necessáriamente desenvolver toda a potencialidade que existe no ponto gerador. Assim trolls e inertes, nada mais são do que uma adulteração forçada por objetivos que ou são excusos ou são desencadeados por pura preguiça. O que somos, é reflexo do que herdamos dos Sdhee, ou em outros casos dos Aesires e Vanires, ou, sitando os Dogons, dos NOMOS, como está expresso no texto Rylieh ( Editora Scoob Esotérica). E citando as causas últimas, podemos remeter a terminologia mais velha, a mesma que influenciou a Sumérios e Gutianos, o Culto Azag.


DEUSES E DAATH:

O VEL DO ABISMO


Em tempos recentes, após o desenvolvimento do que veio a ser chamado de magia thelemica. Vimos com tristeza os mesmos adéptos do que seria um promissor sistema de desenvolvimento, recriarem as mesmas falsas afirmações que tanto questionamos nas perniciosas tradições fálico solares, e outras tantas formas de expressam que nunca tem o menor teor de veracidade dentro de si mesmas, ou desde o início, ou partir de determinado ponto - haja vista o que ocorre após o grau de adépto menor, e as interrelações com os Adéptos Exaltados, e como está expresso e largamente detalhado na Unidade da Tradição, estas foram as causas da decadência do Planeta, ou de qualquer forma de conhecimento que já tenha sido possuidora de sabedoria.
Ocorre que, para fugir da travessia do abismo, membros conhecidos e respeitados da Ordo Templi Orientis, estam espalhando que o véu do abismo é apenas um forma simbólica e sem efeito aparente, que nada a não ser uma leve relfexão produz. Assim eles se prestam a não efetuar o voto do abismo, ou a tornar a cerimônia nula, com um "ritual" estéril, sem certos mecanismos chaves de invocação para que as forças sejam desencadeadas - o correto nome, o entoar das palavras, O ESTADO DE ESPÍRITO, E TRANSE NECESSÁRIOS PARA QUE O PRATICANTE, OU A PRATICANTE, ATINJAM DAATH E INVOQUEM AS FORÇAS QUE LÁ ESTÃO            .
Como podemos supor, seu objetivo é amealhar um título para se acercarem de "ovelhas obedientes", seguidores crédulos e passíveis de manipulação. Assim o Adépto Exaltado, extrai a força de cada servo, e usa sua energia para si para poder suportar a proximidade de Daath - com quem nunca teve contato intimo, na verdade - e pode usar esta força para não ter seu Ego incompleto, e conceitos errados de universo, desintegrados por Dumath - ZAX EM ENOQUIANO, ANNOUIM EM CELTICO. O Carma de seus atos, ou usando um termo mais apropriado o Wird de seus atos, é arremessado para seus escudos vivos, os servos, que se conformam em não pensar muito nos assuntos mais sutis e importantes, apenas para ter uma moleta em que se apoiar - no caso dos fanáticos religiosos, pode ser a bíblia, o alcorão, as palavras de buda, a tora; que quando lidas por um ser insensato, nada mais são do que controle populacional das massas com o objetivo de amealhar dinheiro, ou absorver energia e vitalidade dos servos escravos, as ovelhas do rebanho, que oferecem de bom grado sua "lã" para que o pastor se vista, carne para que o pastor sobreviva de sua morte, e sangue para que o pastor imole a egrégora que usa especificamente, sendo esta egrégora conhecida como o Demiurgo, pelas nomenclaturas mais modernas; mas tendo um nome muito mais antigo, que remonta exatamente sua natureza parasitária, THURSE - em anglo saxão - isto procede da tradição Nórdica.
A pergunta que se faz é : "Qual é a grande diferença que existe em estar além de Daath, ou abaixo dela"?
Para respondeer isto, terei que abordar coisas que irritaram uma grande maioria de pseudo-praticantes, uma minoria de praticantes desatentos, e alguns que gostam de passar despercebidos.
A BASE DE TODA A TRADIÇÃO QUE SE TEM NOTÍCIA SEJA ELA QUAL FOR, TEM SIM UMA FONTE COMUM, PODEMOS INCLUSIVE TRAÇÃR A TRAJETÓRIA DE SUA SUBDIVISÃO, MAS ME ATEREI AO PONTO EM QUESTÃO DESTE TESTO.
Esta base não é, não foi, e não pode ser de fonte semítica.
Esta base se aproxima muito da fonte céltica, mas não é, não foi, e não pode ser céltica.
Esta base se aprosima muito da fonte egípcia, mas não é, não foi, e não pode ser egípcia.
Devemos remontar a origem de algumas palavras: ASAR, nome absorvido pelos egípcios, para o rei e julgador do outro mundo. Fonte: Coletivo da palavra Aesir, os deuses do céu da tradição que veio com os Guth's, Godos e Visigodos; HAR, origem de hru, heru, ou mesmo HAAR, nomes voltados a uma antiga divindade egípcia que inicialmente era o senhor de toda a estenção do céu. Depois veio a ser o HORUS, com suas 3 faces. Fonte: HAR é como ODIN é chamado no Havamal, cuja tradução é “As Palavras do Altíssimo(HAR)”; INDRA: Deus Hindú do trovão e do relâmpago, um deus ário que veio para a India, ruivo, gigante, portando uma enorme massa, ou cetro. Fonte: O primeiro rei da suméria, QUE ORGANIZOU E ESTATIFICOU A RELIGIÃO SUMÉRIA DURANTE SUA DINASTIA, CHAMADO DE DAR-DANOS, THUR INDARA, OU COMO É MAIS CONHECIDO, HER THOR ANDVARA. HÁ INÚMERAS OUTRAS, QUE FECHAM O MONTANTE QUASE TOTAL DE TODAS AS TRADIÇÕES, SEM SITAR É CLARO QUE A SWASTICA, BASE PARA O TANTRISMO, E BUDISMOS MANTO VERMELHO, E MANTO NEGRO, SEMPRE FOI UTILIZADA POR ESTE MESMO POVO.
Fui obrigado a usar o texto assima para mostrar o que é e de onde vem exatamente os requisitos mágicos usados atualmente. Além de que a chamada Árvore da Vida do cabalismo, vem da YGGDRASIL nórdica, com mundo e intersecções de mundos nela. Que em sua essência é inacreditavelmente similar a Árvore de Halupu Suméria (que possuia uma serpente em suas raízes – como o caso de Niddhog – e uma águia na copa – idem com a tradição nórdica)
Acontece que, toda e qualquer que seja a forma de desenvolvimento que seja feita, passa necessáriamente pelo desenvolvimento do sistema de chacras, cujo termo nórdico é HVEL. PARA CADA CHACRA EXISTE UM SIDDHI, UM PODER QUE NECESSÁRIAMENTE QUANDO ATIVO DESENCADEIA UMA VIRTUDE, ASSIM A CONSEQUÊNCIA LÓGICA É DE QUE, A CADA CHACRA-HVEL DESENVOLVIDO, O SER ATIVE MAIS PODERES, E NECESSÁRIAMENTE TORNE-SE MAIS VIRTUOSO.
DUMATH-ZAX-ANNOUIM, corresponde para as formas de evolução conhecidas a garganta. Portanto podemos concluir sem rodeios que a plena ativação de um ser até este hvel, leva a um máximo poder de INFLUENCIAR OUTRAS PESSOAS, também ocorre o desenvolvimento de outros siddhis, poderes, contudo, é infinitamente inferior a quem cruzar o abismo, por mais que parasite servos escravos, pois depende dos mesmos para continuar existindo.
A base do desenvolvimento leva em conta que, ao sessar a luta constante entre o racional e o emocional, mente e emoção, ego e inconciente inferior, a insuflação que provém da musa inspiradora, BINAH PARA OS CABALISTAS, BRIGITE PARA OS CELTAS, é levada por um menssageiro, o chamado SANTO ANJO GUARDIÃO, e esta menssagem é o que se chama de LEI PESSOAL, VEÍCULO DA VONTADE PESSOAL, QUE EM RESUMO É A DIVINDADE PESSOAL DE CADA SER.
O Adépto Exaltado consegue chegar tão próximo da tríada suprema da cabala (kether, chockimah e binah), que deveria funcionar como um instrutor até o ponto em que se encontra, e no processo entender sua própria visão de mundo aperfeiçoando-a, entendendo a diferença entre o que ele realmente é e o que é ilusório naquela visão de mundo em que se apega ainda. Assim quando cruzar o abismo, sobreviverá, pois se estiver identificado a uma visão de mundo falsa, quando CHORRONZON DESTRUI-LA, ele o destruirá junto - assim o farsante quer absorver energia e escudos vivos para poder manter sua falsa ilusão de vago poder, ou seja, de poder inferior.
Agora existem outras vertentes que afirmam que nada existe além de uma sem graça piada Caótica, em que o NADA É VERDADEIRO, TUDO É PERMITIDO, permitiria um licença de se comportar como alguém preguiçoso, que nào precisa ou não deve se esforçar para conquistar graus de desenvolvimento, pois já que em sua visão ele cria e destrói deuses a todo momento, ele também cria e destrói conceitos de virtudes com as quais alguns se paltam, a todo momento.
E isto é uma tolice pois se a cada chacra uma virtude pura é desenvolvida, então no desenvolvimento de todos eles, 7 virtudes com certeza serão desenvolvidas, e elas são a EXTENÇÀO VIBRACIONAL, ou seja, a própria música emitida por aquele poder em questão, A inxistência de uma virtude, implica na inexistência do siddhi em questão, o que quer dizer que o chacra não se desenvolveu como deveria, está ainda em curso de desenvolvimento, ou sequer chegou a se abrir. Isto não tem nada haver com a "boçalidade" de pieguismo sobre misericórdia, compaixão e outros vícios disfarçados de virtudes - lembre-se do liber Al Vel Legis: "...Não disfarçeis voços vícios com palavras virtuosas, eles fazem bem meu trabalho...", trabalho este que consiste em demonstrar pelo oposto o que está correto, como em um jogo de xadres, além de que Hadit falava simplesmente daquilo que se chama QLIPHOTH, que os rabinos chamam de sephiroth infernais da árvore da morte e que na verdade SÃO AS OUTRAS TRADIÇÕES DE OUTROS POVOS . 
Por exemplo, virtude é força e vício é fraqueza. Fraqueza é aquela do idiota que está sozinho como tantos outros por ai, mas quer fugir e usar uma moleta para não encarar seus problemas diretamente. Assim o idiota, esconde-se atrás de drogas ou de alguma religião fanatizante ou massificante, ou entra em algum grupo escuso como os extremistas religiosos que são tão comuns nos estados unidos da américa, e torna-se mais um peso social para todos.
Por que sitei as coisas como estão acima, simples até o ponto das 7 sephiroth inferiores da cabala hermética, você pode continuar com todas as suas imbecilidades que formam as moletas chaves de sua vida, acima delas não.
Além do que , e o ponto mais importante, é que além das 7 inferiores, você vai tomar contato com aquilo que se chama de divindades realmente. E vai ver, ouvir, sentir, tocar, perceber o fétido odor das mentiras que lhe foram contadas, pois esta era a única forma de fazer acessível o caminho para aquela pessoa que tempos atrás o começou.
A verdade simplesmente é que aquilo que se chama de grande fraternidade branca, inspirada numa mistura maluca dos conceitos da TEOSOFIA, COM AFIRMAÇÕES EUROPÉIAS DRUIDICAS SOBRE A EXISTÊNCIA DO REINO DE GWAEN AP NUAD, OU SEJA GWENUED, O MUNDO BRANCO. NADA MAIS SÃO DO QUE REFERÊNCIA AO MUNDO ONDE RESIDEM OS TUATHA DE DANA, OS CHAMADOS SDHEE, CONHECIDOS COMO ELFOS. 
Ao ultrapassar a fronteira de daath, seu ser deve estar pronto para tomar contato com aqueles que estando mais próximos do mundo dos humanos, vem auxiliando a raça aesir e vanir a encaminhar os humanos.
Pois é de ALPH, que vem a letra hebraica ALEPH, ligada ao arcano 11, a iluminação espiritual, e aquele que é louco pois viu que não há um deus, e sim vários em coexistência perfeita.
Você deverá ter o mínimo do desenvolvimento das virtudes para aqui residir e contactar os que são chamados de Tuatha de Dana, ou Elfos.
Com certeza está se perguntando como eu posso estar afirmando este fato, se o "mundo inteiro de ovelhas, prontas a vender suas vidas para o abate" diz o contrário.
Simples, até mesmo o Liber Al vel Legis afirma que devemos encontras a Cabala da lingua Inglesa. O que se referiria a tradição da lingua inglesa. A base para a mesma, é assim o FUTHARK, as RUNAS. E como está demonstrado na UNIDADE DA TRADIÇÃO, Tzadhi não é a estrela MANNAS, o humano, é pois: "TODO HOMEM E TODA MULHER, SÃO ESTRELAS...".
Agora o principal é que a palavra em inglês para si mesmo é SELF. QUE É UMA PALAVRA QUE DERIVA DIRETAMENTE DA CONJUNÇÃO SDHEE ALF. Assim o que se busca na psicologia Jungiana, a individuação é a busca do Self pessoal, do Sdhee pessoal, do Tuatha pessoal, do Elfo pessoal. Isto resumiria necessáriamente a procura pelo desenvolvimento dos chacras-hvel, ou seja das virtudes, como a aquisição daquilo que necessáriamente capacita a pessoa a fazer parte do mundo desta verdadeira fraternidade luminosa, já que Alfheim, é descrita como um reino de pura luz, em tem também por nome HOSSALFHEIM, Reino dos Alfos de Luz.
Assim, vemos até aqui que desenvolvemos os meios de chegar até o reino do self puro, usando do desenvolvimento das virtudes. MAS ESTE NÀO É O PONTO FINAL DE NOSSO DESENVOLVIMENTO, POIS ALÉM DISTO TEMOS QUE DESENVOLVER ESTAS VIRTUDES, EM FUNÇÃO DE CRESCIMENTO INFINITO, ATÉ QUE CHEGUEMOS AO PONTO DA DIVINDADE PESSOAL.
Assi você pergunta: "Mas o Mundo do Self puro não é o da Divindade pessoal?". 
Assim Eu respondo: "Não, é o ponto de partida para que o recém descoberto self, o si mesmo, comece a crescer e se desenvolva por completo. Até este momento você somente estava trabalhando com elementos abaixo da escala do que realmente é viver e existir; resumidamente ao passar pelo abismo, o reino dos Elfos, o reino do Self, você acabou de tomar consciência de sí, passou a ver o que realmente há para se ver, e está começando a tomar ciência do que e de quem você é. JAMAIS HÁ ESTAGUINAÇÃO NO PROCESSO DE EVOLUÇÃO, O CRESCIMENTO É INFINITO. ASSIM APÓS O RECÉM NASCIDO PORTADOR DAS 9 VIRTUDES, ESTAR APTO A USA-LAS, ELAS DEVERÃO CRESCER ATÉ QUE ALFHEIM NÃO MAIS SEJA O LOCAL INDICADO PARA QUE VOCÊ POSSA SE SITUAR, COB PENA DE DANIFICAR O LUGAR, OU ALTERA-LO.
Assim, você se desloca para próximo dos deuses, o truque é abandonar a maneira de pensar da cabala, e alçar voos mais longos. Dentro da dupla swastica druídica, chamada de cruz druídica, você saberá de imediato que após sair de gwened, deverá ir para um lugar que somente as divindades podem habitar, pois é um local de eternidade e força infinita, em que seu crescimento infinito poderá se manifestar.
Esta será AESGARD, mas logo de início você estará mais próximo a dois deuses VANIRES, que foram a base para o cabalismo cultivar a idéia de BINAH E CHOCKIMAH. estes dois vanires serão NERTHUS, MÃE DE FREIJA E FREIR, E NJORD, PAI DOS DOIS. ELA É A MÃE DE TODA MATÉRIA, E NASCEU DO CORPO DENSO DE YMIR; ELE É NASCIDO DO SANGUE, VITALIDADE PURA E SELVAGEM DE YMIR - creio que o que se sabe sobre binah e chockimah, se encaixará perfeitamente aqui.
Assim de início você estará mais afeito aos poderosos deuses que no nível do entendimento de alguns são responsáveis pela matéria, e enlaces básicos  inteligíveis, também etéricos e filosóficos, mas principalmente, vinculados as necessidades imediatas dos humanos.
Consequentemente, a seguir vem aquele tipo de existência em que entram em cheque as forças de criação do universo, que por vezes são tão inumanas, que resultam na incapacidade de relacionamento do homem com as mesmas, por mais que o homem seja um resultado direto delas. Estas forças são em  parte como está representada Kether na cabala (quer outros comentários: Somente em Kether encontramos um simbolo puramente ligado aos Aesires, a SWASTICA, bem como os ASES do tarot, são baseados na forma de ser dos AESIRES, RAIZES DOS PODERES DO AR, TERRA, AGUA E FOGO, e já que não estamos limitados a forma de pensar da cabala, raiz dos poderes do espírito ODIN).
ASSIM, SE EU POR ACASO SOUBE ME EXPRESSAR CORRETAMENTE, SUAS ILUSÕES ABAIXO DO ABISMO O PREPARAM PARA UMA EXISTÊNCIA TÃO SUPERIOR A FICAR NA FRENTE DA T.V., OU AO MANIQUISMO DE DOMINAR AOS OUTROS PARA PROVAR "COMO MEU ADEPTADO EXALTADO AZUL É SUPERIOR AO SEU".
Para terminar, pois me alonguei demais - embora seja necessário - as pessoas que são naturalmente praticantes de politeismo, tem os mesmo ou maiores problemas para se desenvolver. Elas, apenas estão mais familiarizadas com termos e nomes, mas podem ser tão tolas quanto os outros, os Elfos sabem disto, os Vanires sabem disto, os Aesires sabem disto. Elas devem passar por provas tradicionais que comprovem seu desenvolvimento, e apesar de que podem fingir como qualquer adépto exaltado comum, ainda assim não poderão se erguer até os ESTÁGIOS DE PERCEPÇÃO DE CONSCIÊNCIA SUPERIORES, ficando restritos a “zonas baixas do astral”. No caso delas, HELL – usando uma designação nórdica - É SEU DESTINO.
 Além disto, há um ponto que não foi abordado.
Assim como foi colocado em evidência, o choque entre o que se supõe ser uma força e o que ela é, e bem como o que se supõe sobre si e o que se é de verdade. O mesmo ocorrerá com a forma e abordagem usada, no que se refere ao desenvolvimento em seus últimos estágios.

Foi citado acima que as forças são tão inumanas por vezes, quando estamos em Kether (pelo cabalismo), que são praticamente incompreensíveis para a mente humana.

Este fato é real, e implica na chave de toda questão, por meio de duas questões:
Por quê uma força que não possuí sentimentos humanos, e nem a forma pela qual um humano pensa, entenderá ou se comportará por parâmetros humanos?

E aquele que conseguir se erguer até este ponto, é humano ou deve comportar-se como um?

A conclusão é bem simples:

  • O Ateísmo é útil, pois você não se escraviza a nada, mas há inteligência nos encaixes e nas situações (fisíca do caos) de tal forma, que ele passa a entrar em um beco sem saída, quando exposto a esta situação;
  • O Monoteísmo é estúpido em si mesmo, e em sua arbitrariedade absolutista. Pois cada lei se individualizou, e colabora com outras, e é isto que mantém o universo. E é por isto, que por exemplo existe inteligência nos encaixes químicos dos elementos, ou a inteligência do descartar ou aprimorar, efetuado por nossos genes;
  • Os deuses como defendidos dentro do politeísmo não existem, eles são essências vinculadas as leis que mantém o universo, e tem um nível específico de entendimento e consciência vinculado a sua própria natureza, mas em nenhuma hipótese há a dita amizade por algo ou alguém, isto é uma descrição inferior e humana.
  • A consciência humana dando consistência e direção a poderes, de forma que o universo se expande indefinidamente, e isto em meras décadas ao contrário de enormes somas de tempo (como é o caso da evolução das espécies). Fato este que conjunto a expansão da própria consciência, é a chave real que dá sentido ao próprio universo.



VAMPIRISMO


Cântico Enoquiano a Iad Cnilla Babalon:


Ziredo Mad Balite Lucfitian Ziredo Uran Vovine Vooan Ol Zonuf Varlsagif Goho Iad Balite Iaida


Zodacare ca od Zodameran Zorege,

Mad Bitom, Hcoma,Exarp,Nanta

Ziredo Namu Tiamat Iadnamad

Ziredo Iaida Babalon Iaidon


Lape Sumeria Ziredo Inana Astaroth,

Lape Europa Ziredo Ceridwen Zorege Od lape Índia Ziredo Drilpa Kali

Od Lape Sirius Ziredo Nuit Zorege


Zodacare ca od Zodameram Zorege,

Mad Bitom, Hcama, Exarp, Nanta

Ziredo Namu Tiamat Iadnamad,

Ziredo Iaida Babalon Iaidon.



TRADUÇÃO:



(Eu sou a Deusa de Justiça Gloriosa,

Eu Sou O Antigo Dragão Verdadeiro,

Eu Reino Sobre Vocês,

Assim Clama A Deusa Da Justiça Altíssima,

Apareçam movam-se e mostrem-se em Amor ao meu Ser,

Deuses do Fogo, Água, Ar e Terra;

Eu Sou NAMU TIAMAT Deusa do Teu Deus,

Eu Sou A Perversa Prostituta Toda Poderosa,

Para a Suméria Eu Sou INANA ASTAROTH,

Para a Europa Eu Sou A CERIDWEN Amada,

E para a Índia Eu Sou a Grande KALI,

E para SÍRIUS Eu Sou NUIT a Adorada.

Apareçam Movam-se e Mostrem-se em Amor ao meu ser,

Deuses do Fogo, Água, Ar e Terra;

Eu Sou NAMU TIAMAT Deusa do Teu Deus,

Eu Sou A Perversa Prostituta Toda Poderosa)



  (Nota: Em todos os lugares da Terra, ocorreu a mesma perseguição a Deusa, um exemplo disto é uma distorcão  do culto Asatru Vanatru, Nórdico, muito bom em vários sentidos, e dono de uma forma da tradição indiscutivelmente nobre. Contudo a única coisa preocupante no mesmo, é o simples fato de que os pesquisadores perceberão o óbvio ,os mesmos tipos de sacerdotes, que no momento da derrota do Rei Olaf , e isto apenas em virtude de uma traição , converteram-se ao catolicismo e cristianismo, foram os responsáveis pela veiculação de um tipo de tradição inferior destinado apenas a castas baixas e menos capazes, por vezes omitindo os vínculos de Odin,  que recebeu sua onisciência e as Runas, numa cerimônia Shamânica, onde seu olho foi dado em troca tanto  da onisciência, através da fonte de MIMIR, como das Runas que  procedem das Nornes – em alguns textos, pois as Nornes são a manifestação do destino neste universo em questão, mas havia um destino na época em que Musphell e Nefhell, estavam separados pelo abismo Ginnugigap – Assim são conhecidas como as Senhoras do Destino, conhecidas como Parcas na Grécia, e como Yami Oshoronga na África nos cultos Elessé Orixá. E além disto o próprio Odin é a soma de 3 deuses, Ele Próprio, Vi e Vili.. Assim houve uma pressão muito forte para apagar esta lembrança do Sistema Nórdico. Mas dada a sua Idade, muito do conhecimento e da verdadeira Honra e Atitude dos que tem o Sangue dos Antigos se mantiveram totalmente presentes no Asatru Vanatru.
  A perseguição levou aos extremos de por exemplo na Índia banirem os adoradores de Kali, e praticantes das famílias ditas Lunares, gerando os que são conhecidos hoje como ciganos. E os sacerdotes Brahmanes, passaram a descrever como tudo que houvesse tido contato com os sistemas de prática ligados a Kali ou a qualquer uma das 10 Grandes Maha Vidheas, como a essência da podridão e do pior. Assim PARVATI, esposa de Shiva tornou-se o sinônimo de corrupção, é só observar o culto a Krishna, em que este que na verdade era apenas o Deus Pessoal de Arjuna (pronuncia-se ARIUNA, o Ario), é representado pisando na cabeça de Kali Serpente, mantendo-a presa no muladhara Chacra, ou seja mantendo a própria Kundalini, sempre presa  sem se erguer, o que eqüivale a dizer que o objetivo deste tipo de culto é manter o povo com um padrão de vibração sempre baixo, uma média de inteligência ridícula, sentimentos grosseiros disfarçados de ascetismo, e ascetiscismo que na verdade é a essência da incapacidade de lidar com a sexualidade, principalmente a sexualidade sagrada o Tantra, bem como sua área Nobre o Tantra Negro.
  Desta Forma PARVATI foi usada como a raiz no decorrer dos séculos e das migrações e comercializações,    para palavras como: PERVERSSO, PERVERTER (P A R V A T E), etc. 
  É por isso que   BABALON   BABALOND, é a PROSTITUTA PERVERSA, pois como em seu próprio Hino, ela encarna as correntes de práticas Ofidianas, Tiphonianas e Lunares/Estelares).



  Em todas as partes do mundo, com mais ou menos parcelas de parentesco ou proximidade de lendas, ouviu-se falar em seres noturnos, transmorfos, bebedores de Sangue, que não gostam do Sol, sendo dotados de uma sedução acima dos limites considerados para os termos comuns bem como de uma formidável capacidade sexual, e que são notoriamente chamados de maus.
  A única parcela de verdade nestas lendas somente pode ser expressa pela seguinte frase: “Todas as pessoas que historicamente se opuseram a um sistema castrador vigente; e que eram donas de conhecimentos ocultos, foram perseguidos como demônios e tachados de Bruxos ou Vampiros”.
  A palavra Vampir, tem sua origem no Notaricon Beijo de Fogo, bem como no termo eslavo UAMPIR, e Vikrolaka. Notemos que os húngaros e povos próximos tinham um terror enorme dos bersekers, guerreiros consagrados a Tiw e Odin, que tinham espadas ricamente ornamentadas com Runas e pedras preciosas, e consagradas para que todo guerreiro morto em combate por estas armas, sendo o mesmo portador das 9 virtudes, tivesse sua alma arrebatada para Odin e Tiw, em seus salões dentro de AESGARD.
  Estes Bersekers, possuíam uma incrível habilidade para colocar e retirar suas vestes de batalha que cobriam seus corpos inteiros, sendo feitas de peles de lobo ou de urso, imitando estes animais.
  Os inimigos destes guerreiros, diziam que na verdade eles eram Lobisomens, e que ao morrer tornar-se-iam VAMPIROS propriamente ditos – este fato se refere a situação de que, ao adentrar em Aesgard após a morte, poderiam receber alguma missão a ser realizada na Terra de novo, aparecendo intocados e sendo vistos a olho nu, ou seja, o corpo astral não sofre a Segunda Morte sendo então imortal. Ou seja, os que extrapolaram o sistema e cuja consciência manteve-se além da morte, acabaram por ser vistos nos locais onde estavam por desfrutar.
  Observe o fato de que para efetuar pranayama, sempre se Bebe do Prana do Ar (Vayu, ou Fun). E esta vitalidade produz com as devidas técnicas siddhis, força, vitalidade, e em alguns casos juventude excepcional, além do que se poderia encontrar em um humano comum (inerte), ou em um membro da sub-espécie gerada para atender as necessidades do “Demiurgo e Cia.”, apelidados de Trolls pela própria tradição (Crowley também citou isto em cartas a seus discípulos).
  Se você pode atentar ao fato, percebeu que está Vampirizando uma fonte dita semi-inesgotável de vitalidade.
  A sensualidade se deve ao estudo e aplicação de formulas Tântricas, que ativam cada chacra pequeno, grupos de órgãos as vezes de células, de maneira a enfocar grandes orgasmos em cada pequena área do corpo (claro que isto bem aplicado serve para ascensão de Kundalini mútua, apenas quando o parceiro sexual é uma “ostra inútil”, utiliza-se a ativação para absorção, pois ele perderá a energia com masturbação, direcionando-a para outra pessoa pelo desejo ao ver alguém que lhe apeteça sexualmente, emitindo sua energia como um grito de chamado pela outra pessoa. Se a outra pessoa ficar impassível ela absorverá automaticamente a vitalidade daquele que a deseja, se esta pessoa corresponde, então o mais forte beberá do mais fraco. Essencialmente Eros, o desejo, é uma relação de absorção mútua; Filos, a amizade, é uma simpática perda sem maiores problemas, se não houver um vampiro psíquico consciente ou inconsciente na relação, e em Ágape subsiste o Ato Tântrico. Por Si Só, 2 se tornam o infinito. Mas isto se relaciona ou a um praticante e sua obra, ou a um ato cerimonial de alto grau).
  Quanto ao fato de beber sangue, isto é um adágio referente a prática alquímica de consumir o Leão Vermelho e a Águia Branca, menstruação sob efeito de prática por parte da sacerdotisa e sêmen alterado por prática por parte do sacerdote. A menstruação “alterada”, é o que se chama de KALLAS, emitida por uma sacerdotisa, e produz alteração nos estados de consciência; o sêmen é chamado de oijas pela tradição ophidiana. Notemos como foi citado a proximidade da palavra Kallas Hindu ligada a deusa Kali( A terrível Deusa Hindu  que para vencer uma entidade masculina  maléfica, inclusive possuidor de todas as vicissitudes do Demiurgo,  um ser que se multiplicava a cada gota de sangue derramado, sendo impossível para Durga vencê-lo, bebeu todo o seu sangue, e assim Durga pode destruir o seu corpo, já que sua essência foi drenada e transformada), e a palavra Kallas Céltica ligada a terra, sendo Kerridwen a Deusa mãe ou a terra, Shakti em si mesma, e Kali é a senhora do Chacra Muladhara, ou Chacra da Terra, e é Kali a Shakti de Shiva, como Kerridwen é a “Shakti” de Beli.
  Agora se nos referirmos aqueles que sugam a vitalidade de outra pessoas, conscientes ou inconscientes disto, os chamados vampiros psíquicos, estamos nos referindo essencialmente ao ato praticado por lideres religiosos das religiões oficiais (já que como eles mesmos dizem: “A religião é diferente mas o Demiurgo é o mesmo”.), bem como aos orquestradores deste teatro em particular, o ato é o mesmo, contudo ele é executado em gigantesca escala de grandeza entrando a mídia também como peça importante neste jogo.
  Por fim, se não houvessem humanos inertes ou trolls neste mundo, a quantidade de prana seria em número suficiente para proceder o desenvolvimento particular de cada um, e a própria estabilidade do planeta não estaria ameaçada por esta praga de gafanhotos. Contudo, ainda há prana para que se possa praticar, mas os ataques de diversas formas aos que se dedicam a pratica, prosseguem em vários níveis, ocorrendo o cúmulo da necessidade de ter-se que utilizar de vigor de diversas fontes para a auto mantenenção, dependendo do que se está fazendo, do nível do que se está fazendo, e de um objetivo mais exaltado, a obra em si mesma como um farol para usar os diversos meios sem se incorrer na insanidade dos que se tornam desequilibrados em CHESED, 7=4.
  É justo, correto e louvável que se pegue aquilo que lhe é de direito; direito este adquirido por uso correto dos meios corretos de se viver, bem  como direito de existir acima dos limites de existência dos mais fracos, pois estes são a causa da destruição do meio de evolução do praticante, a Terra. Fraqueza aqui adquire seu termo exato, defeito, falha causada por preguiça, ou por total inexistência de virtude; e isto porque: “A Lei do Forte, está é nossa Lei e Alegria do Mundo!”.
  Além disto como disse um praticante dentro da tradição : “Força não é emanar poder para todos os lados insanamente. Força é fazer o que se deve fazer, quando se deve fazer e da forma que se deve fazer!”


Devemos por fim, remeter a fórmula correta do que realmente o vampirismo é, e para isto devemos nos usar dos conceitos que estão vinculados a CHESED 7 = 4, E BEM COMO AS KALAS.

  Sabemos que o praticante que está em Chesed, será atraído para Daath irresistivelmente, e de tal forma que terá que cruzar o abismo de uma forma ou de outra.
  Sabemos que ao fazer isto, este praticante deverá verter CADA GOTA DE SEU SANGUE NO CÁLICE DE BABALON.
  Sabemos que DAATH é 333, e em si meus termos querem dizer Gnose=Conhecimento=Ajna, mas que o outro termo para DAATH é o termo DUMATH, que se escreve corretamente como DMTh, cuja soma é 444, e que quer dizer SANGUE.
  Também foi-nos apresentado que o valor da unidade vincula-se ao mundo Platônico/cabalista de Atziluth, que a Dezena vincula-se a Briah, que a Centena está vinculada a Yetzirah e que o milhar está vinculado a Assiah (que em si são expressados como Paus, Copas, Espadas e Ouros, e cuja chave mais velha está na Lança de Lug, Caldeirão de Korridowen, Espada da Luz e Pedra de Fall que é o Omphallos).
  O que nos leva a 4 = Atziluth, 44 = Briah, 444 = Yetzirah, Assiah = 4444. O Mesmo para os outros números, como é o caso do 3, o que nos leva a 333, como o coro angélico de Binah (ou a ação da Espada da Luz, ou melhor dizendo, a Desfolheadora de Freiyr empunhada pela MÃE).
  As Gotas de Sangue como são citadas acima, representam por um lado (por uma forma de entender), as parcelas que não fazem parte da verdadeira natureza do ser, o que não é sua natureza íntima, o que não é seu Sdhee Alf, o seu Self genuíno.
  Assim diríamos que o praticante que cruza o abismo, dá ao sangue Dumath, o seu sangue, e isto até que se coaduna com o fato de que as Qliphoth do sistema Hermético estão ali dentro. Se não soubéssemos que na verdade cada Qliphoth é em verdade, o que se denominaria de as Árvores da Vida de outros povos e outras tradições que não as citadas pelo sistema Iluminatti. Poderíamos até pensar que ele está dando seu sangue para avivar estas outras Árvores da Vida, para que algo surja superiormente através de seu esforço. Mas o fato é que o Sistema Iluminatti, vê a tudo que não está vinculado a si mesmo como vermes e larvas vazios, que não tem a luz  e somente residem em trevas. E seu ponto de vista é este, simplesmente porque tudo que é Iluminado, tudo que é Iluminatti, tem por tradução o termo Crestos, e que é mais comumente conhecido como a corruptela de pronuncia cristo.
  A outra forma de entender a isto, e provavelmente aquela que realmente é correta, implica em uma fórmula de implicações mais delicadas.
  No sistema Platônico/Grego o Espírito está conectado a YOD, Fogo espiritual, mas que está mais especificamente definido como sendo o plano de Yetzirah. Em que o espírito  ( Como Keneth Grant gosta de expressar    “aquele que vai ...  aquele que está sendo emitido ... aquele é ejaculado ... aquele que reside dentro do Sêmen e que aviva...”), é explicitamente definido pela letra ALEPH, cujo valor é 1, mas cuja Lâmina do Tarot é o Louco o ZERO, no entanto esta Lâmina é aquela que está presente no 11º Caminho da Árvore da Vida dos Cabalistas, a Ortz Chaim, e por sua numeração e pelo Planeta envolvido com a mesma, que é Urano (pai de todos os titãs da tradição grega), está vinculada a Sephiroth que é de número 11, e que está vinculada ao Planeta Urano.
  Pelo mesmo sistema acima citado, Adão é o espírito e vida e portanto  é YOD,  e Eva é  o corpo, mente e emoções e  é portanto HÊ . VAU . HÊ     . Assim temos   YOD . HÊ . VAU . HÊ   .
  Quando o praticante, que já tenha contatado o seu Santo Anjo Guardião, se expõe a DAATH. Necessariamente ele verterá o seu sangue, todo o seu DUMATH/ DMT/ DM no SANTO GRAAL, que é o CALDEIRÃO DE KERRIDOWEN, sem que nenhuma gota sobre.
  Adão é SÊMEN nesta forma de expressão, e EVA é o SANGUE.
  Quando ele assim procede, somente sobra em seu ser o ALEPH, o Espírito, a Vida (por este ponto de vista).
  O Caldeirão de Kerridowen sempre foi conhecido por alimentar a toda a população, com um infinito estoque de alimento, e principalmente pelo fato de que todo e qualquer Guerreiro e Guerreira, após sua MORTE EM BATALHA, que era depositado em seu interior voltava a Batalhar, em seu Exército como um ZUMBI, um MORTO VIVO.
  Assim, o que se propõe na fórmula Iluminatti, é o da transubstanciação do Ser em Espirito Puro, Aleph Puro, e seu sangue deverá ser usado para encher o Cálice, o Caldeirão, que virá a alimentar o Povo. O Povo neste caso, é com certeza tudo e todos de que se compõe a Corrente de Pensamento, a qual o sistema de pensamento que o levou a cruzar o abismo pertence. Neste caso estaremos usando como base a Corrente Noventa e Três do Thelemismo, se nos basearmos em BABALON e seu CÁLICE. Logo o Sangue do Adépto alimenta a Corrente 93 (caso Thelêmico), e o mesmo torna-se um MORTO VIVO, um NOSFERATU, SEM SANGUE PRÓPRIO, e em cujo corpo existe a vida sutil apenas do espírito, que ALEPH DEVE SER.
  No entanto o processo de desenvolvimento deve complementar-se a ponto de que após o grau administrativo de KETHER, o praticante erguer-se-á para o NADA dos Véus da Existência Negativa, pois ele entrará no Grau 11, ele não apenas estará por cruzar por sobre DAATH, ele irá mergulhar dentro de DUMATH que é sangue, e ali ele se coroará (por este sistema de pensamento) em Ain/ Ain Soph/ Ain Soph Aour, pois se 10 = 1 (Malkuth é o Primeiro Grau), e ascencionalmente 9 = 2 ( o nono grau é Chockmah), e 10 = 1 (Kether é o Décimo Grau ),   11  =  0 (DUMATH Iguala Os Véus da Existência compõe DUMATH Negativa)
  Ele próprio se comporá, em termos, somente do que realmente aviva o ser e que vem a residir dentro do Sêmen, e que vem a ser o que se contrai dos 3 Véus da Existência Negativa, para criar KETHER, em que ele mesmo será a grande maré de LUZ de AIN SOPH AOUR (por está forma de pensar).
  No entanto, devemos lembrar de perguntar:
  DO QUE SE COMPÕE DUMATH???
  A resposta é de sua própria Essência, que é SANGUE. E ASSIM A FÓRMULA na verdade demonstra que as KALAS que fluem estelarmente, representam a força pura da MARÉ DE SANGUE QUE É O QUE REALMENTE AQUELA LUZ É.
  Mas se o Vrikolaka não possui sangue, e dele se livrou para passar pelas formas de desenvolvimento citadas, para que ele irá até o sangue que acabamos de analisar como sendo aquele que monta a natureza da CORRENTE DE PENSAMENTO que veio a compor os meios e modos por ele usados para desenvolver-se???
  Um ponto é de que ele Irá até ela para inseminar o sangue, com a essência de que faz parte seu si mesmo, ou seja inseminar ao sangue com Avivação Pura do Puro Aleph que Veio a Ser.
  Por outro lado, ele talvez busque ao Sangue Puro da Maré que vem dos Véus Negativos de Namu Tiamat, uma vez que  11  =  0.
  Mas somos forçados a analisar friamente, e temos que dizer que ele provavelmente estará se FARTANDO do SANGUE QUE SE ENCONTRA NA COPA DE BABALON, no CALDEIRÃO DE KERRIDOWEN, em troca do conhecimento que insufla em todos que fazem parte daquela corrente de pensamento. Em outras palavras, ocorre uma troca Insuflação, Aleph, Avivamento Inspiracional, em troca de Avivamento do Sangue, dos Corpos Mentais – Emocionais – Físicos, pois sendo espírito puro, ele não mais se lembra do que ocorre abaixo do Mundo sem Limites onde (em teoria ele está).
  Vamos explicar está fórmula de maneira que possa ser devidamente entendida.
  Quando o ser se expõe ao abismo, tudo que está nele que não é engendrado por sua natureza verdadeira, por sua lei pessoal, por sua marca enquanto Deus Real. Ou seja, tudo que não é criado a partir da matriz básica de seu si mesmo, é totalmente drenado pelas forças que estão em Dumath/Daath até que tudo que a pessoa usou para chegar até ali, que passou por qualquer ponto de vista ou meio de acesso ligado a qualquer um dos    “ 11 = 0 ”, que vém a ser os expoentes máximos de qualquer uma das tradições sejam elas quais forem, venham do país que vier, ou estrela que o for. Seja totalmente retirada de si, com o objetivo de que o ser possa Ter a chance de Ter toda a mortalidade retirada de si mesmo.
  A fonte da mortalidade é o nascer, tudo que nasceu deverá morrer, e segundo o Texto Yetzirático de Kether: “...Nenhum ser que tenha nascido, pode tocar na essência da Coroa, ou no que está acima dela, na face tocada pelo lado do Rosto Maior que está oculto...”  .
  Assim somente o NÃO NASCIDO, pode levar a pessoa a ausência de limite, que define justamente o sair da mortalidade. E como Sangue é Vida, Dumath é Vida, aquele que o tem está sujeito a Ter Dumath retirado de Si. E somente se ele mesmo for um Morto Que Vive, não mais estará sujeito a Morrer, pois já estará morto. E toda inicação é descrita em todas as escolas iniciáticas, como uma morte.
  Assim ao estar pleno do que Aleph puro é  -  e estando a raiz de Aleph em ALF, Sdhee, etc, a quinta essência mais uma vez é demonstrada  - e isto resume o termo SELF, ou melhor dizendo SDHEE ALF, sua fonte semântica e sua explicação de fato. E então o ser beberá das mares de vitalidade que são o que os AOUDS expressam. E sendo estes AOUDS o que AIN SOPH AOUR é, estaremos diante de algo que está engendrando o seu próprio Sangue, sua própria vitalidade, e seu HÊ _ VAU _ HÊ, a partir de regras puramente suas, e não mais de outros.
  Ele então nascerá do Útero que está em AMA Helohim, a Mãe Obscura e portanto KALI, ele se desenvolverá no fluxo descrito como a reta em extensão infinita, que é o que Chockmah expressa. E por fim Coroará seus atos no coração do ponto em que tudo se concentrará em seu ser. Somente a partir daí poderá entrar nos Véus da Existência Negativa, que correspondem ao Círculo Druídico de Keugant, e ao que AESGARD realmente é, e sendo aquilo o   “0” ele se expressa por ser igual a  “11”.
  Assim ele mesmo comporá o que DUMATH é, e isto significa que a Gnose, ou Kalas, que dele fluem implicarão no nascimento de todo um corpo de pessoas, a partir de sua Insuflação. E como não poderia deixar de ser por usarem sua regra, efetuarão a troca citada.
  Está é a Fórmula Pura e Verdadeira do CÁLICE de BABALON, O SANTO GRAAL, O CALDEIRÃO DE KERRIDOWEN, observada dentro dos limites do pensamento Inciático, e seu objetivo é engendrar um verídico NOSFERATU.



ASATRU


           Agora começamos a lidar com um assunto muito importante e que deve revoltar a alguns mas com certeza deve ser expresso.
           Como Murray Hope, descreveu detalhadamente em seu Livro a Tradição Celtica, os chamados Celtas de cabelos claros tinham uma proveniência Bretã, e aqueles Celtas que possuiam também a pele clara contudo tinham cabelos negros, castanhos ou ruivos, eram os de origem GOIDÉLICA, como ele mesmo costuma a eles referir-se em seu livro. Estes Goidélicos em especial, possuiam sanguedo tipo O, como estudos diversos demonstraram, e se originaram dos Guts e Gutianos, que emigraram da parte baixada Ásia em direção ao Norte da Europa.
           Estes chegaram na região central da Suméria, no decorrer de sua migração e tomaram contato com o  povo ali residente, e com o conhecimento que gerou as citações sobre os Apikhallu. E assim aproximadamente,  5380 anos atraz ergueu-se o primeiro Rei Sumério, Tur Indara, chamado de Dar-Danos. Seus guerreiros, eram chamados de Guts e eram muito temidos por seus inimigos. Seu reino estendeu-se em influência até o Egito, a India, e vale pré-histórico do Rio Danúbio.
           Thor também chamado Andvara, como Tur Indara era Ruivo, e como o próprio Indra o Gigante Ruivo e Ário. E como pesquizadores demonstraram houve uma migração real dos povos Aesires em direção a região - que alguns querem proferir como sendo apenas Vanir - do norte da Europa. Estes povos sempre mantiveram o culto Aesir entre os seus.
           A influência de Andvara sobre os EGIPCIOS, que tem exatamente o mesmo consaguineidade com os CELTAS, também  acentuou  a crescente presença de ASAR UN NEPHER, Rei Divino do Mundo espiritual - e Divindade que julgava todos os homens e mulheres que morriam -  através da pena de MAAT.
           Os Celtas por sua vez, quando verificamos os  cultos Druídicos, tinham entre seus Deuses uma tríade curiosa: TARANIS, TEUTATIS E AESUS.
           AESUS é em essência o próprio DAGDA, um Deus de Vida e Morte, portador do Caldeirão da Sabedoria.
           Na India Thor Andvara, chamado pelos Sumérios de Tur Indara, o Ruivo, foi conhecido como O DEUS DO TROVÃO E DO RELÂMPAGO INDRA.


           AGORA FALANDO EM TERMOS CLAROS E PRECISOS, O ASAR EGIPCIO NADA TINHA HAVER COM O OSIRIS SEMíTICO, adotado como divindade suprema no Egito, quando as castas superioresde sacerdotes   e  sacerdotizas,   que possuiam o sangue dos antigos, pararam de ser concebidas como efetivamente a tradição indicava. E assim os Sacerdotes Setianos, ligados a Set e Asar, cuja mesclagem foi concebida na Deusa ASET, foram exterminados ou expulços, isto exprime a atividade do que os gnósticos  chamavam de Demiurgo e que os Aesires e Vanires sempre conheceram, e o termopara o mesmo é THURSE, ou, THURSEC. Uma força parasitária destinada apenas a eliminar avida da qual ela se alimenta, agindo sempre como um invasor despótico.
           Todos os ideais ligados as 9 virtudes podem ser encontrados nos cultos de Asar e Set. E como adendo sito que ASAR,foi principalmente adorado nas terras de TEBAS, durante o Reinado do Sacerdote e Principe Ankh Af Na Khonsu, cuja estela mortuáriatinha o valor 666, e está relacionado aos cultos Thelêmicos, como antecessor de Crowley – que como o Próprio Livro da Lei exprime, possuia as chaves, com alguma coisa em oculto mas que nem sempre as  teria, isto foi causado por sua criação na ordem de Plymoth, oque fracionou sua personalidade, assim Crowley o homem sempre foi o maior impecilio para Therion o praticante.Devemos considerar também que se somarmos o SEGUNDO LIVRO do LIBER AL VEL LEGIS, com o LIBER TZADDI, teremos Uma descrição perfeita de HADITH, que exprime a sí mesmo como um Deus Negro Escondido por trás de uma máscara, isto exprime na verdade o termo GRIMM que define a ODIN COMO O MASCARADO.  E como ja foi possível perceber, aquilo que a Austrum Argentum concebia como Grande Fraternidade Branca, foi uma idéia retirada diretamente  da morada dos Deuses, Aesgard, chamada morada de Gwaen Ap nuwed pelos Celtas e Druidas (em verdade, está é Hossalfheim, um mundo diretamente anterior ao AESGARD, mas que foi entendido como o Lar dos Deuses Célticos).
           Outro dado de muita importância é o simples fato deque a chamada raça ARIANA, proferida como sendo a raça branca, por seu próprio nome é LUNAR, POIS ARIAN QUER DIZER PRATA, como a lua, também foi Por isto que Crowley deu o nome de Astrum Argentum a sua organização.
           Os cultos semíticos a Osiris,chegaram muito depois aquelas terras, e somente quando os sacerdotes de Asar e Set foram derrubados é que Osiris foi entrefundido com ASAR, e SET foi declarado o grande vilão egipcio. Um culto que resguardou A Adoração de SET e ASAR, foi o culto da deusa ASET. Este fenômeno sempre foi conhecido pelos adoradores da antiga religião, estes parasitas invasores, que se alimentam da vida  bem como de dor e sofrimento, são chamados de Thurses ou THURSECS, dentro do ASATRU VANATRU, e os gnosticos e os herméticos os chamaram de DEMIURGO.
         Há um texto Egípcio antigo creditado a sacerdotes Setianos, ou Setistas se preferir, em que Set, se auto engendra  do próprio plano astral, e passa por inúmeras transformações convertendo-se ao final em uma das estrelas da constelação da Ursa Maior, e está constelação é abordada como o Lar dos Aesires e dos Vanires, sobre tudo Poláris, sua Alfa

Será mais abaixo, abordado um texto que colocará um ponto final em todas as dúvidas, solucionando todas as contradições, nele o princípio poderá ser visualizado. Assim no texto O Culto Azag - A Fonte da Tradição, colocaremos a devida apreciação aos fatores como um todo.

           Abordemos agora um dos grandes pilares do ocultismo atual, o ENOCHIANO.
           John Dee, que viajou pela Europa inteira, bem como pela Asia, e tomou contato nacidadede Praga com o Al Asif, conhecedor de Matematica e Linguagem e que por meio de um certo Medium de pouca honra chamado Edward Kelly, acessaram o que chamaram de Aethyrs Enochianos, e receberam Chamadas de Contato, bem como chaves específicas, para os mesmos, e lhes foi dado um ALFABETO MAGICO, de 21 letras agurapadas em 3 grupos de 7 letras, como o Futhark que é agrupadoem 3 gruposde 8 letras.
            Como ocorreu o fato? Simples, toda  vez que alguem consegue se erguer muito alto, com um poder ligeiramente relativo, mas pouca sabedoria,  o que se chama de ALFHAIM dentro da tradição dos Nórdicos (tendo outras denominações em outras tradições),  executa o seu trabalho, que consiste efetivamente em proteger o Aesgard,  dando aos que por ali estiverem exatamente aquilo que querem ouvir, baseando-se nos preconceitos e limitações pessoais de cada pessoa – DEE e Kelly eram puritanos,e viveram na corte Inglesa, além disso Kelly era um conhecido calhorda e golpista, que enganou Dee fazendo’se passar porum Anjo Enochiano, que exigia de Dee para Kelly um alto salário por seus trabalhos,  pouco depois enamorado pela esposa de Dee, Kelly fez o que fazia melhor, passou-se por outro anjo enochiano, e conseguiu que os dois trocassem de esposas, somente por ocorrerem efeitos físicos muito fortes durante alguns rituais de invocação com a Shell Stone, é que Kelly realmente passou a cooperar com Dee. Posso até mesmo agora ouvir as gargalhadas dos Elfos, rindo da tolice dos humanos que sequer possuiam uma das nove virtudes, e que criaram religiões diversas baseadas em algum poder e pouco discernimento.
           Em dado momento Edward Kelly e John Dee, invocaram  os Aethyrs acima de ZAX – o Abismo - e inevitavelmente deram de cara com o setimo aethyr, o Aethyr do Amor, e lá estava uma Deusa, e ela disse que causaria a ruina de todas as nações da terra, e que a unica lei era a liberdade,  ela foi chamada pelos Thelemitas de BABALON. Os tolos puritanos Dee e Kelly entraram em contato com algo muito antigo, que no norte da Europa era conhecido pelo termo Senhora,  Lady Freija, que deu aos dois uma grande chave, e bem como  o que havia em seus corações (podemos encontrar detalhes diversos que indicam a mesma força, como a Kali dos Indus, Isis dos Egípcios, etc). Kelly iniciou então uma  vida de crimes, e abandounou os trabalhos com Dee, chegando ao cumulo de morrer na torre de um castelo por prometer produzir ouro alquímico, em troca de prestigio e titulos de um Rei, e como jáse pode supor não conseguindo.

Devemos notar outro fator importante, o de que há gradações de concientização. E isto quer dizer que, dá mesma forma que entraram em contato com algo que é alienígena a sua maneira de ser puritana, e não possuíam conhecimento real do que era a herança de seus ancestrais dentro de seu DNA, o que causou um choque violento ao tomarem contato com o EFEITO DUMATH. Também ocorreu um efeito paralelo – encontrado posteriormente também, em muitas formas de praticar, e em quase todos os sistemas mágicos ou religiosos – o da crendice que supera o saber, com base na impropriedade do conhecimento, ou do processo de amadurecimento do ser neste conhecimento, e muitas vezes ambos, dentro de um praticante. Isto o leva a ver algo que não pode e nem poderia estar ali, e bem como leva-o a ver o que não pode suportar – caso acima.

Repetindo o que encontramos no texto “Deuses, Daath e o Abismo”, que está acima : “Por que Algo que não é humano, deve se comportar ou parecer com dítames humanos, ou Ter o menor apreço pelos humanos, se todos os nossos parâmetros não são os dele”. A fórmula mágica demonstra que o que vem ocorrendo, é a negação do trabalho mágico, pela fórmula dos irmãos negros, que simplesmente são os que assumem para si as fórmulas de outros, e se coroam como os Adéptos Exaltados Sacerdotes do Demiurgo. Ou seja, são os que abraçam religiões oficiais, e as usam para não perecer, pelo fato de que o material de que são feitos, não contém nem uma ínfima parte do Si Mesmo, de que deveríam se compor. Assim, mesmo estas informações, dolorosas por vezes, ou diretas por vezes, estão apresentadas de maneira a mostrar as fontes externas do pensamento de desenvolvimento dentro da Grande Arte, mas a natureza da concretização de uma Obra, está na Liberdade Absoluta, podemos observar esta fórmul acima, dentro do texto de Vampirismo.

           Existe um outro paralelo importante, e que deve ser estudado e considerado, por mais que venha a produzir a ira.
           O posicionamento dos quadrantes segundo o thelemismo, como designado por Aleister Crowley, e que inclusive foi abordado dentro da estrutura do Hexagrama Unicurssal em conjunto com a Dupla Swastica Céltica, chamada de Cruz Druídica, segue o seguinte padrão:

· A Norte temos o Inverno, ligado a Deusa Nuit;

· A Sul temos o Verão, ligado ao Deus Hadit;

· A Leste temos a Primavera, ligada ao Deus que Crowley nomeu por Therion;

· A Oeste, temos o Outono, ligado a Deusa BABALON;

Acontece que pela própria tradição Aesir e Vanir, temos o seguinte posicionamento para cada quadrante:

· Guardado pelo Swartalf Nosdri –norte- Nephellheim. O mundo do frio absoluto, onde há o Hvelgermir, uma fonte passiva e ressonante de gelo;

· Guardado pelo Swartalf Suhdri – sul – Musphellheim. O mundo do Calor absoluto, onde há o Gigante Negro de Fogo SURTUR, cuja Espada de Fogo – que foi de onde alguns retiraram suas teorias para a - versão dita grega, para a kundalini, a espada flamejante dos gregos - emitiu as rajadas que ao se combinarem com o gelo de Nephell, geraram a vida;

· A Leste guardado pelo Swartalf Vestri, temos JOTUNHEIM. O lar de gigantescas bestas, que pelo próprio posicionamento dentro do estímulo de hvel, estão vinculadas ao muladhara chacra, e que se multiplicam incrivelmente rápido;

· Guardado pelo Swartalf Ausdri, temos o VANAHEIM. Lar dos Deuses da Terra, origem da DEUSA DA SEXUALIDADE E MAGIA, FEITICEIRA E AMANTE, LADY FREIJA.

As conexões não podem ser ocultadas, o que ocorre acima é verdadeiro. Não há nenhum sistema mágicko que tenha similaridade tão grande com o Nórdico, como o thelêmico . Surtur é um ser de fogo puro que nada tem haver com AESIRES, VANIRES, GIGANTES DO GELO DE JOTUN, OU COM O MUNDO DO GELO NEPHELL. Assim lembrando-nos do Liber Al vel Legis: “Que ISA esteja com ASAR, pois os dois são um. Eles não são de mim...”. Isa é a Runa que define o gelo, ASAR é o Termo em Anglo Saxão que define os deuses AESIRES. Assim fica bem claro a conexão .

O fogo de Surtur fertiliza o gelo do Hvelgermir, e Nephell é o Mundo do Hvelgermir, que como está acima vincula-se precisamente a Nuit. E Nuit e Hadit são amantes.

As Bestas Gigantes de Jotun, entram em unicidade precisa com a forma de designação elemental para os quadrantes, como pode ser visto dentro do Rubi Estrela Thelêmico. A tradição do Seidhr fala de uma vanir que enamorou todos os jotuns, bem como ao próprio Surtur. Método pelo qual Babalon doma a fúria de Therion.

Vanaheim como foi descrito acima, é o lar de Lady FREIJA

           Qual o motivo destas incongruências? Está claro que a tradição thelêmica possuí elementos de vínculo com o celtismo e com o troth, dentro do Líber Al Vel Legis, e com isto pode ser? Simplesmente como está claro em relação a Crowley dentro do Liber Al Vel Legis: “Tu nem sempre o saberás........Aquele que não entender estas Runas corretamente, cometerá um erro fatal....”
           Se for verificado letra por letra o Enochiano, veremos sua construção totalmente embasada no Futhark. Por exemplo  os Celtas Goidélicos ou Gouts/Guts (aparentados com os Gutianos e com o povo Ariano que viveu na Ásia a quase 6.000 anos), trouxeram a fonética da letra  P  e dela veio  a Letra Q, da mesma maneira o MALS Enochiano, que tem a forma da letra Omega Graga, e cujo som é P, invertido resulta em Q, que é a letra GER Enochiana, e GER é uma cópia fielde PEAR OU PERTH.
           Orf, tem a mesma fonética e construção que  Fehu.
           Na-hash, o H enochiano, é uma cópia do MANNAS Runico - embora esta seja a Runa de fonética do M .
           Peh, cujo som é B, tem a mesma construção e sentido de BERKANO.
           Somando-seas 2 formas de KANO,temos exatamente a letra VEH, enochiana, que tem como som o C ou K, e ela é associada a lâmina do Aeon, nosArcanos Maiores do Taro, Simbolizando o Fogo, KANO É UMA TOCHA.
           Gale, é construida exatamente como DAGAZ, ou se preferir DAEG (como adendo a isto, percebamos que o nome céltico DAGDA, foi engendrado segundo esta fonética e escrita).
           Gisa cujo som é   T  , é construida exatamente como a RUNA ISA, apenas que Gisa efetua um arco pequeno, e Isa é usada como T em alguns métodos de escrita Runica, sendo o correto a fonética do I.
           Drun, com o som de  N, é como HAGAL sem a coluna vertical da esquerda, contudo HAGAL é efetivamente o H.
           UN, som  A, é vento e espírito como a Runa OS - ANSUS.
           E devemos vazer uma notação sobre Tiwhaz, a runa de TIW. Pois ao tomar contato com os povos AESIRES, Godos e Visigodos, alconteceu o eclodir da formalização do Druidismo entre os Celtas, de uma certa forma separado do Celtismo. 
           Isto porque, o Druidismo leva em conta essêncialmente 3 Deuses que forma o que se chama de Triban, o qual é formado (do ponto de vista do Observador), por Lug ao centro, a esquerda Teutates e a direita AESUS, chamado também de DAGDA.
           O que ocorre é que estes 3 Deuses são entendidos  pelo druidismo como apenas um único Deus chamado de Incriado (cópia da triplicidade de Odin), ou simplesmente de O.I.V., cujo som como foi abordado dentro do tópico de “Correlações de Tradições” acima, implica nos chamados Antigos do Necronomicom, que como sabemos são os Antigos Aesires e Vanires.
           E a forma do O.I.V. justamente é a mesma da Runa Tiwhaz. Esta é Runa de Tiw, cujo nome é o único que na tradição nórdica quer dizer simplesmente Deus. Este Tiw é a base para o culto a Mitra, pois sacrificou a Vaca sem Chifres Aud-Humla, em função do Universo e do Povo (Aud-Humla, que será citada abaixo), exatamente como os Pérsas disseram que Mitra fez com o Touro sagrado, que na tradição persa era solar.
           Por fim, Mitra é a base para todos os cultos embasados em Baphomet, pois como foi descoberto por Crowley a pronuncia correta é BAPHO-METR “Pai das Medidas”, ou o mais correto “Pai Mitra”. Que como já vimos, foi engendrado pela passagem de Guts por solo Pérsa, uma vez que os Gutianos já habitavam aquele solo a aproximadamente 3.000 anos antes desta era vulgar.
           Se levarmos em conta que cada uma das nove virtudes, dentro da tradição dos nórdicos e dos druidas, corresponde a cada cor do espectro da luz, sendo isto uma parte do que se consiste o Bifrost, se o analisarmos além da aparente crendice. A chave usada de Deuses e cores pode então ser aplicada, apenas eu RESSALTO cada cor É UM TRANSMISSOR DO PODER DE CADA DEUS, JAMAIS O DEUS EM SÍ MESMO – e ainda á que se considerar que está ainda não é a devida abordagem, e esta virá a seguir, além de que uma Essência uma Deusa ou Deus, é algo destituído de emoções humanas, mas suas emanações as produzem nos humanos, sendo assim lógico que se estimule um profundo estudo antes do contato com cada um.
           Assim:,

· No Vermelho atua o Poder de THOR

· No Purpura atua o Poder de FRIGG,

· No Indigo atua o Poder de FORSET,

· No Violeta atua o Poder de HEID,

· No Azul atua o Poder de TIW,

· No Verde auta o Poder de FREIJA,

· No Amarelo atua o Poder de SOWELLO,

· No Laranja Atua o Poder de LOCK,

· No centro próximo as bordas do eixo colorido – o que corresponderia ao Annouinn druídico - temos Njord e Nerthus, raízes para o que os Cabalistas chamam de Chockmah e Binah,

· No centro exato temos em verdade o Hossalfheim, que está vinculado ao que os cabalistas chamam de DAATH bem como ao que os Druídas chamam de GWENWED, o mundo de Gwen Ap Nuad;

· E assim vinculado ao círculo propriamente dito – aquilo que os Druidas chamam de Keugant, que os praticantes de Enochiano chamam de Mundo Divino, que os cabalistas chamam de Existência Negativa – AESGARD, e nela o lar dos Deuses bem como o local do Poço de Urd, o Orlog, que é o lar das Nornes URD, SKULD e VERDANK.

No entanto ressaltamos mais uma vez que, a aplicação acima não pode realmente ser usada em escalas superiores, uma vez que o uso dos círculos coloridos ficaria melhor posicionado sobre um sistema puramente Rúnico, o que resultaria no Hvel Galdhr, pois os Aesires e Vanires no Geral estão em Aesgard, que corresponde ao exterior círculo de Keugant.

Atentemos a seguinte passagem:

“O DESTINO que nesta manifestação universal mostrou-se como As NORNES passado URD, presente VERDANK, e futuro SKULD, que são o próprio infinito – vindo nesta manifestação direta vinculada a Yggdrasil por meio de um JOTUN poder Caótico usado pora sua manifestação na Yggdrasil -, necessariamente possuem dois poderes : A Expansão Infinita, MUSPELL, e a Inércia Infinita, NEPHELL – ambas separadas por um vácuo de vibrações diferentes, GINNUGGAP.

       Em dado momento aquilo que viria a ser as  Nornes efetuaram o encontro de Muspell com Nephell, ocorrendo um enorme impacto, o mesmo estilhaçou os fogos de Muspell gerando as Estrelas do Espaço, e uma grande porção deste fogo entrou no Havergermir, que existia em Nephell, uma fonte ressonante impregnada de essência inerte.
       Isto gerou a Via Láctea, chamada de Aud-Humla, literalmente a vaca sem chifres, e o Gigante de Gelo original AUR-GERMIR – fonte de tesouros. Este Aur-Germir alimentava-se dos influxos em número de 4 que provinham de Aud-Humla, e em sí mesmo era o chamado Todo em Um, que em seu constante crescimento, começou a gerar cópias de sí mesmo, estas cópias no máximo conseguiram dividir-se em masculinas e femininas, mas a verdade é que não havia diversidade ou evolução realmente, era uma existência inerte auto-mantida, que somente foi assim porque uma grande quantidade de MUSPELL manteve-se aprisionada dentro de NEPHELL após o impacto, e este era BURY o primeiro Deus.
       A Via Láctea em seu estado pré-formativo, para se manter e se desenvolver utilizava-se – e utiliza-se até agora – da essência inerte de Nephell, e da energia em constante ampliação de Muspell, e com isto acabou por libertar BURY do “Gelo” de Nephell. Este por sua vez somente poderia existir sozinho e com toda sua carga arrebatadora de energia se continuasse preso em Nephell, quase que imediatamente a sua liberdade, de BURY proveio BOR.
       BURY e BOR, são mais Muspell do que Nephell, contrapeso aos Gigantes do Gelo, a raça dos JOTUNS.
       Bor veio então a desposar uma filha de BOLPHORN, um Gigante filho de Aurgermir, seu nome era BESTLA.
       De Bor e Bestla nasceram os 3 primeiros AESIR, VI, VILI E ODIN.
       Estes 3 Aesir expressando o equilíbrio em sí mesmo, tendem ao centro do jogo de forças. Eles não são nem exageradamente ígneos como Muspell, e nem apáticos como Nephell, os mesmos constituem uma TEMPESTADE, o encontro das forças.
       Assim eles começam a alterar a realidade, eliminando o Todo em Um Original, Aurgermir e a partir do mesmo Criam a existência e os mundos da YGGIDRASIL –  ÁRVORE DA VIDA. E neste processo todos os seres são gerados, incluindo os outros AESIRES E OS VANIRES.”


      Um adendo deve ser feito que realmente produzirá outros efeitos, a partir deste texto.
      Como foi especificado no início do Unidade da Tradição, Correlações de Tradições. Existe uma correspondência direta entre o Annouin o abismo e o Ajna Chacra, sendo que o mesmo está ligado a Njord e Nerthus – que como disse acima a cabala representou como Chockmah e Binah.
        E apesar de algumas correlações de Ajna Chacra, o Olho de Shiva,  com o olho que ODIN sacrificou para conseguir o conhecimento da Fonte de Mimir, e realizou um Ritual Xamanico  perigoso para acessar cada uma e todas as RUNAS ( e assim o abismo que é conhecimento, vincula-se e tem em si os MISTÉRIOS, as RUNAS). Há uma correta forma de estimular os Hvel’s  - termo nórdico oficial  para chacra – de forma a respeitar e utilizar concretamente a Yggdrasil em relação aos mesmos, contudo abaixo citarei a formula alternativa tendendo ao céltico – o que, eu ressalto, não é correto para o desenvolvimento completo, portanto convido aos leitores para verificarem o texto que vem em seguida , sob o título de Estímulo de Hvel, giro de chacra Nórdico.
      Como ficou claro no texto acima, no início, o método declarado de Giro de Chacras utiliza-se de uma espiral central horária e uma espiral exterior, 3 vezes maior anti-horária, com um centro que é um elemento vinculado ao chacra ou uma experiência específica transcendente. No sistema Nórdico em questão a proposta é mais intensa, contudo o que citarei a seguir embora embasado na ordem de escrita do Futhark, e respeitando geometricamente o Octagrama, produzirá desafeto – mas como está claro na introdução, a prática o demonstrou como certo, e se quiserem contradize-la, pratiquem e testem-na primeiro.
      Primeiramente devem ser colocadas sobre o Ajna Chacra, Todas as Runas na ordem exata em que aparecem no Futhark, respeitando cada um dos Aethir – curiosamente as Runas se dividem em número de 8, cada grupo de 8 chama-se um aeth, como foi demonstrado acima, não é coincidência que os Aeth Rúnicos, tenham tamanha semelhança com os AETHYRS ENOCHIANOS.
      Deve-se traçar o primeiro Aeth, o de Freija ou Freir, colocando-se uma runa por vez na mesma ordem que as colocaríamos, estando traçado um octagrama – e isto por que, como já foi extensamente explicado, o octagrama está em alinhamento geométrico com os planetas do sistema solar em função de Sírius como o centro.
      O segundo Aeth, da mesma forma será traçado como o octagrama contudo externo ao primeiro com 1/3 a mais no diametro, este será o Aeth de Haimdal.
      O terceiro Aeth, o de Tiw, ficará traçado como um octagrama colocado externo ao segundo com 1/3 a mais de diametro.
      Assim percebemos que tanto a ordem do Futhark, quanto as colunas, as 8 colunas de 3 Runas, foram respeitados e considerados.
      Outro detalhe muito importante, pelo método de formação octagramática, levando-se em consideração a escala da década, o Tetraktis, chegamos a um perfeito sistema de análise matemático de todo os nomes e letras que forem utilizados  no sistema Nórdico, podendo ser efetuado uma vinculação de Runa em relação a uma Mansão de Toth, contudo não sendo necessário já que isto foi realizado para se poder chegar ao uso gemátrico, ou ao notaricom e a temurá, como a aritimancia é denominada em hebraico.
      Logo pela escala que se segue teremos, uma Runa vinculada matematicamente a um vetor numérico, inteiramente dentro da escala do Futhark:


fehu 1 valor 1, urus 2 valor 2, thurissaz 3 valor 3, Os “ansus” 4 valor 4, raido 5 valor 5, kenas 6 valor 6, gebo 7 valor 7, wnjo 8 valor 8, hagalas 9 valor 9, nauthis 10 valor 10, isa 11 valor 20, jera 12 valor 30, eiwhas 13 valor 40, perthero 14 valor 50, algis “ehlz”15 valor 60, sowelo 16 valor 70, tiwhaz 17 valor 80, berkana “beork” 18 valor 90, ehwos 19 valor 100, mannas 20 valor 200, lagus 21 valor 300, ingwhas 22 valor 400, dagalas 23 valor 500, othal 24 valor 600.

Obs.: Há um vínculo muito grande com as tabelas do 777 . Citando os chamados diferenciais entre o que seria o fogo elemental e o fogo espiritual de Shin, bem como a o Univereso e Saturno, caminhos 31 e 32 do Tarot, assim 300 e 400 no tarot são respectivamente O AEON e o UNIVERSO, e foi tentada a anexação dos valores rúnicos 300 e 500 para a lâmina vinculada a Shin, e 400 e 600 para a lâmina vinculada a TAU.



      Os sígnos de poder dos ANTIGOS:  Voor, Kish, Koth, e o Símbolo dos Antigos Deuses. Vém a ser vistos em plena expressão dentro do Galdhr, que é a tradição Rúnica Aesir. Podemos ver que 4 Runas correspondem as mesmas aplicações destes 4 sígnos:

1) Voor é uma estilização de PERTH, e remonta ao uso e controle do poder do Orlog, o Poço de Wird, de onde saem todos os seres formas e mundos, que form serão e são;

2) Kish refere-se a LAGUS, pois este é o Poder Além da Vida, e como o próprio Al Asif determina, o Necro-Nomicom é o Livro dos Nomes Mortos, e Kish abre todos os portais dando acesso aos Antigos;

3) Koth é aquele que guarda os portais, dando suporte para entrada saída vigilância sobre os mundos. Refere-se a Runa HAGALLAS, pertencente a Haimdall, aquele que Houve e observa, não permitindo que ninguém a não ser os legitimamente prontos possam entrar em Aesgard. Além disso Hagallas, confere o poder do entendimento da estrutura do Universo;

4) Por fim O Símbolo dos Deuses Antigos, é impossível não perceber que se refere a ALGIZ, pois o próprio ALGIZ dá o contato e comunicação com os Aesires e Vanires, servindo como uma proteção por este motivo.

O Espectro de 8 cores somado ao Poder que tende ao centro, constitui-se exatamente de tudo que um praticante deve possuir para conquistar a entrada em AESGARD (se este praticante está direcionado apenas dentro do sistema de desenvolvimento do Troth Aesir e Vanir), desde que isto prescinda das 9 virtudes, estando as cores vinculadas a elas e lembrando-se sempre de que Alfheim está imediatamente anterior a Aesgard, servindo como limite perante intrusos bem intencionados mas ainda incapazes.

           E prestem atenção, a pratica da Antiga tradição não deve ser encarada como a desculpa de alguns, para exercer  habitos homossexuais, afinal não devemos velar nossos vícios com palavras virtuosas.
           Existem algumas pseudo-tradições, embasadas em tolices como a estupida adoração a mestres ascencionados idiotas, todos eles aliás que jamais conseguiram ultrapaçar  aquilo que os cabalistas chamam de Tiphareth, se é que algum dia praticaram. Pois como nos mostra a historia, por exemplo, o Conde de San German, que diziam ser um poderoso alquimista que pagava suas contas todas com ouro ou diamantes, na verdade conseguia seu ouro e pedras preciosas, atravez de sua esposa, que diziam ser muito bonita, a qual San German prostituia em troca das referidas pedras e de ouro.
           Outros dizem que os INVAZORES AESIRES ALTOS E LOIROS, PILHARAM A TERRA DOS VANIRES, DE CABELOS ESCUROS, sendo que estes povos vanires eram, supostamente, praticantes de Homossexualismo – mágico - masculino, pois somente as mulheres de suas terras podiam praticar magia, e os homens deviam ser guerreiros, ou deviam se efeminar, isto infringe a lei de equilíbrio bem como a de geração. Como os fatos mostram, os povos de cabelos escuros eram justamente os Godos e Visigodos,

E o mais importante é que não importa a opção sexual do praticante ou da praticante, desde que feita com consciência, e sem a necessidade de se perturbar por quebrar tabus de religiões inferiores de adoradores de Thurses, usando uma religião que é dita como sendo maldita, pelos mesmos Thurses, como desculpa para suas preferências ou tendências.

           Em essência há Deuses que são especificamente masculinos, e Deusas quesão especificamente femininas, e outros que são ambiguos. Um praticante REAL se direcionará em todos os sentidos para uma divindade que terá  haver com ELE PRÓPRIO EM TODOS OS SENTIDOS.


E.O.S.A.M.:

Expansão Óctuplo Swástica Anki Monádica



           Em todos os estudos feitos que sejam inerentes as formas e meios ligados a Tradição, sempre há um símbolo específico que desenvolve os objetivos completos daquela instituição em si, e que tem todas as efetivas formas de desenvolvimento completo daqueles que participam da instituição em questão.
           Algumas destas instituições são cópias de outras instituições, ou mesmo são formas de hibridismo de duas ou mais instituições, e não se pode dizer que seus símbolos sejam mortos ou inativos, são na verdade apenas o culminar do objetivo daquele que veio a intentar esta ou aquela forma para evoluir.
           Quando o criador é limitado, o símbolo também o é, e aqueles que praticam-no vem apenas a concretizar o máximo do desenvolvimento até o ponto em que o criador do símbolo chegou.
           Quando ocorre o contrário, e o símbolo suplanta o dógma, ele passa a ser um transmissor gnóstico. Em outras palavras, ele em si mesmo foi criado com objetivos superiores aos que aquele que aparentemente primeiro o viu planejou para seus usos afins.
           Isto ocorre quando do prévio contato do praticante com este ou aquele meio de evolução devidamente ligado a esta ou aquela divindade, as quais devem necessáriamente serem realmente existentes, não vinculadas a Thurses (demiurgo), ou seus cultos, e do estudo que seja efetuado no simbolo, deve sempre ocorrer uma ampliação dos valores e conhecimento que inicalmente se poderia observar no mesmo, e isto não apenas para uma ou outra pessoa, e sim para todos os verdadeiros buscadores, a qualquer época ou lugar.
           Um exemplo é o da Cruz Druídica, que apesar da política de diminuição feita por facções solares um tanto quanto limitadas, consegue pela própria clareza de seu próprio traçado fazer-se necessária e presente em todos os momentos de evolução para um praticante autentico.
           Outro é com certeza a fonte da Ortz Chaim (Árvore da Vida dos Cabalistas), a Yggdrasil Nórdica. Seus posicionamentos e mundos, bem como o entrelaçamento dos Deuses, que sendo AESIRES, consistem em interrelações Estelares distantes (apesar de vinculadas plenamente a Terra) ao ponto de serem encaradas como alienígenas a forma de ser e agir humana sendo o ponto para onde nosso desenvolvimento deve seguir, e sendo VANIRES constam de poderes Telúricos e vinculados ao desenvolvimento da atividade humana como se conhece ao ponto da Divindade.
           Agora, baseando-nos no foco de que a Tradição começou sendo Una e Única, e veio a dividir-se pelo quesito local, DNA, e intervenção não humana específica. Saberemos de antemão que há um processo semelhante a um modus operandi específico.
           Baseando-nos nos textos sobre Abordagem do Desenvolvimento Psicológico em Yggdrasil, abaixo; e bem como no Giro de Chacra de Hvel, somados aos textos acima. Veremos que buscamos primeiro o desenvolvimento pleno, como está inclusive expresso pelo cabalismo, de uma forma sempre parecida até aquilo que os cabalistas convém chamar de Chesed.
           Em seguida devemos atravessar Daath, pela cabala, ou em termos Nórdico/Célticos, ir para o Centro Exato e Geométrico da Esfera do Infinito.
           Este Ponto que em si mesmo é DAATH, GWENNWED E HOSSALFHEIM. Local exato onde nos tornamos Sdhee, Sdhee Alf, ou seja o nosso Self, ou Sylf (e sitando como adendo, este ponto é a constrição do NADA, o Chaos, Nada concentrado é por tanto  NADA, contudo constrito. Ou dito de outra forma, é Divindade Infinita contrita, o nascer exato do processo real de Divindade, o começo exato do processo para expansão ao Infinito).
           Daí em diante, ocorre paulatinamente uma expansão de forma que o Ponto Constrito expande-se até abarcar toda a área da Esfera, com toda a densidade ampliada e gerada por suas próprias experiências.
           Após abarcar seu antigo local de origem, e expandir-se mais além (o que Geometricamente corresponderia a plena extensão da órbita de Netuno  que está, por exemplo, mais próximo de Sírius por - esta mesma órbita - do que o Sol, mas esta órbita o coloca na direção oposta mais próximo do infinito); o ser em sua consciência e vivência atinge o que se chama de Vanaheim, e aqui está a tônica de vibração que corresponde aos chamados Deuses da Terra Vanires, que são também chamados de Ophidianos em tradições como a Egipcia.
           O Arco de extenção que começa com Plutão demarca o início da Estelaridade da Consciência do Ser Passível de Evolução. E devemos também fazer um adendo pois a órbita de Plutão é uma elípse, e as vezes adentra a de Netuno (que é um gigante gasozo), e que Plutão tem uma lua que o orbita que possui seu mesmo tamanho, Caronte, assim Plutão é um corpo estelar duplo, e esta natureza mesma é o que reflete tanto as emissões de Sírius, enviadas por Plutão para os planetas do Sistema Solar, quanto as emissões Estelares que provém do círculo do infinito.
           Como foi estudado neste pequeno trabalho na parte de Correlações de Tradições, esta duplicidade representa a entrada da Luz de Ain Soph Aour em direção ao centro – vinda das bordas - e a emissão Luminosa de Gwennwed indo para as mesmas Bordas. Esta emissão luminosa na Tradição Druídica é o Nwire (Luz, Bruma e Espírito, como já foi largamente abordado). E seu vínculo com o corpo humano se faz através do Soma Chacra (3 dedos aproximadamente acima do Ajna Chacra, mas que somente desperta após o despertar do Ajna Chacra).
           E fechando esta breve forma de relembrar Soma, Atma e Sahashara Chacra compõe exatamente aquilo que é definido pelo cabalismo como Ain Soph Aour, Ain Soph e AIN, respectivamente. Estes Véus da Existência Negativa, na tradição Nórdica são chamados simplesmente de AESGARD.
           Muito bem, todo e qualquer simbolo deve abarcar o método de atingir o infinito, e trabalhar os centros sutis; bem como localizar suas áreas sagradas, ser exposto de forma geométrica perfeita, e expressar perfeitamente Arte, Filosofia, Ciência e Divindade ao mesmo tempo.
           Assim tendo-se por base a chamada Cruz Druídica, A Yggdrasil (bem como sua filha direta e menor Ortz Chaim), bem como os teoremas da Física Enoquiana, e o próprio Universo Enoquiano. E sabendo que a chave para interpretação das 9 virtudes, bem como das 8 direções do espaço está no Óctagrama.
           Convém então abordar ao mesmo tempo, todos estes campos em um único e perfeito símbolo, e para isto consideraremos os tópicos abaixo:

1) É dito que toda e qualquer evolução na esfera humana (Abred Céltica, e Midgard Nórdica), deve tender em direção ao centro (Gwennwed Celtica, e Hossalfheim Nórdica). E sabendo que a maneira mais correta de abordar os métodos desta evolução em todos os sentidos, é utilizar o embasamento na quebra da luz em 7 cores visíveis e 2 invisíveis (bem como as 7 notas musicais e 2 sub tons), de uma forma que também ocorra o interrelacionamento com seus exemplares físicos, os Planetas. Isto produzirá a equação de alinhamento necessária para o crescimento do Ser;

2) Assim, basendo-nos no Óctagrama, e construindo os 3 círculos Gwennwed, Abred e Keugant (com as dimensões devidas 3, 3x3, 3x3x3). Traçaremos o mesmo de maneira que todo traço que começar em uma das 8 equidistantes áreas de Abred, atinja o ponto subsequente (seguindo sempre a rota do traçado de um Octagrama), contudo em Gwennwed. E sequindo esta mesma ótica, todo traço começado em Gwennwed deverá dirigir-se para o ponto subsequente em Keugant, como deve imaginar, seguindo sempre a rota do traçado de um Octagrama;

3) CONTUDO, o traçado deve ser feito anti-horáio. E tudo sendo feito adequadamente, ocorrerá a construção direta e perfeita de Duas Swásticas, em que (se come descrito for feito o traçado começado em Abred, no sentido anti-horário), a Swastica interna, menor e DOURADA que toca apenas Abred e cujos traços vão em direção a Gwennwed, é Específicamente Horária e cuida do desenvolvimento do ser segundo a Cabala Hermética e a Ortz Chaim, bem como a rota divisão da Luz Branca em 9 cores, indo do Infra-Vermelho ao Ultra-Violeta. A Segunda Swástica será pelas próprias proporções de Abred em Relação a Keugant, 3 vezes maior que a Primeira, e aparecerá pelo próprio desenrolar do traçado no Sentido Anti-Horário, e será PRATEADA. Esta representa a evolução que começa em Gwennwed/Hossalfheim, e cujo traço vai para o Infinito, o Círculo de Keugant/Aesgard;

4) Como você mesmo verá no centro em Hossalfheim, Gwennwed ou Daath (se preferir), formou-se um Perfeito Óctagrama, totalmente vinculado aos processos de desenvolvimento do ser e as áreas do mesmo.


  Agora, ao efetuarmos um estudo claro da natureza da espiral, aplicando-a como foi demonstrado na parte de Correlações de Tradições, e bem como abaixo na Abordagem psicológica do Desenvolvimento em Yggdrasil. Veremos que da mesma forma que na C. Druídica, as áreas coloridas (Abred) fazem uma interjunção que gera quadrantes definidos e ligados as 4 estações Celticamente falando.E sabendo que no que concerne ao Sistema solar o centro será externamente o Sol, estabeleceremos então uma espiral específica que definirá (exatamente como no estudo dos atriutos e definiçoes precisas de locais de cada chacra no corpo Humano, como abaixo), precisamente 4 pontos específicos baseados nestas 4 áreas (1 para cada Duas esferas de Abred), a volta de Hossalfeheim, e que aparecerão da seguinte forma:

1) Tomando-se por base o Sol e Mercúrio, extendendo a espiral em anti-horária para baixo, tocando então Saturno e Lua, e em seguida a espiral seguirá expandindo-se e na próxima metade de volta tocará o ponto exato que corresponderá a Júpiter e Vênus. Em sua próxima etapa, a outra metade de volta tocará em Marte e Urano. Ao extender-se mais esta espiral tocará os limites que acima foram expressados como sendo para o planeta Netuno, e em seguida seu semi companheiro excêntrico Plutão (Pesquize toda a parte de Correlações de Tradições deste trabalho, e poderá compreender melhor estas pequenas explanações, bem como as interações das mesmas com os Hvel’s “Chacras”);

2) E observando a antiga Tradição Nórdica, em que se cita a risca a ordem devida dos Mundos de Yggdrasil, teremos exatamente ligados ao desenrolar da Espiral acima, estes mesmos mundos;

3) 1º Aesgard chamado de Círculo de Keugant, e também de os 3 Véus da Existência Negativa, que naturalmente vem a emitir uma contração de si formando o 2º mundo Hossalfheim, que é chamado de Gwennwed ou Daath. Este que emite de si uma Coroa de Luminosidade específica, o chamado 5º elemento ou Nwire, Bruma ou Espírito, que vincula-se no sistema solar a Plutão por sua órbita mais próxima, e sabemos que Plutão é o Palácio de Kether ou Coroa. Plutão participa dos limites de desenvolvimento do ser beirando na extremidade oposta de sua órbitade sua órbita, o chamado círculo de Keugant. Assim, o ponto correspondente a Plutão que concentra tanto a Luz de Hossalf quanto a Luz em constrição de Aesgard, no corpo Humano é o Soma Chacra, e está estimulado pelo 1º Aeth de Runas, o Aeth de Freir (Contudo poderíamos dizer que se há um Deus que pareça-se com Plutão na tradição do Norte, este seria o Vanir ODDHUR, esposo falecido de FREIJA, que contudo podia ser ressucitado por ela, e habitava uma área específica do mundo dos mortos, que fica ausente as costumeiras 9 sub-regiões do Hell. Oddhur voltou das morte para viver com Freija após o Ragnarock). Entre Plutão e os planetas que fazem parte diretamente do Círculo de Abred, teremos Netuno planeta que expressa a influência tanto de Njord quanto de Agear, na tradição do Norte, e este ponto define exatamente o Último Mundo, VANAHEIM, o Ultra Violeta Reina na proximidade destes longínquos Planetas (lembre-se 3 vezes maior do que a área de Abred é o Círculo de Keugant, e intermediário a isto está a zona de reg6encia e de ação dos Vanires). Em adendo, é importante ressaltar que segundo a tradição Nórdica, o Musphel Heim é o 8º Mundo, o Nephelheim é o 7º Mundo enquanto que Vanaheim será o 9º Mundo. Contudo, sabemos que para que Yggdrasil exista é necessário o encontro de forças de Musphel e Nephel, que após as múltiplas reações em escalas gigantescas, vem a produzir os Aesires. Assim o encontro de forças Do absoluto Movimento que é Musphelheim a expansão eterna do Chaos, e a absoluta Inércia, a auto constritora Nephelheim, o Frio. Vem a gerar Absolutamente Vida própriamente dita com possibilidades de gerar algo, e continuar a crescer indefinidamente, contudo produzindo evolução constante, os Aesires primordiais, em outras palavras necessáriamente Musphel e Nephel geram Aesgard, seu encontro de forças. Logo o correto é retratar este encontro de forças como os poderes constituintes do círculo maior. Contudo, se necessário se fizer, podemos atruibuir Nephelheim ao Braço Esquerdo da Sástica Maior e Anti-Horária; Musphelheim ao Braço Direito oposto (exatamente como a construção descrita no começo deste pequeno trabalho, associada aos dados abaixo); Vanaheim deverá ser vinculada ao Braço Vertical Inferior; e Aesgard ao Braço Vertical Superior. Isto gerará uma proposição de forças que invlusive explicam o Ragnarock, o chamado Mahapralaya dos Indus. No estanto, o correto é a abordagem em que o Braço horizontal eskquerdo aplica-se a Vanaheim, e os outros 3 Braços da Swástica Maior e Anti-Horária, vinculem-se aos 3 Aethis Rúnicos, e sejam a correta tripartição dos Poderes Vinculados a Vida e Evolução, ou seja Aesgard. Este círculo absoluto de vida, Aesgard/Keugant, vem a contrair-se para então gerar o Ponto Hossalfheim, gerando no processo de constrição o que virá a ser Vanaheim, e deste jogo extamante é de onde virá a surgir todo o restante de Yggdrasil. Agora, adentrando o centro do círculo do sistema solar, teremos o Sol e Mercúrio que no espectro da Luz aparecem como Amarelo e Laranja, este será precisamente o ponto do 3º Mundo Midigard, o mundo central o centro da vida da sociedade humana comum. Pela rota da espiral, o 4º Mundo será Swartalfheim, Saturno e Lua (Índigo e Violeta) ; o 5º Mundo será Júpiter e Vênus (Azul e Verde), e Este será o HELL, o mundo dos mortos onde há 9 sub níveis de acordo com as falhas apra as 9 virtudes, e é do vínculo do Azul/Júpiter clom o Hell, que ocorreu o natural medo de Daath entre os Adéptos Exaltados, que não haviam ainda desenvolvido as virtudes necessárias apra atingir o processo de cruzar o abismo dentro da Cabala Hermética, ou seja atingir o centro do círculo; o 6º Mundo será Marte e Urano (Vermelho e Infra-Vermelho, ou púrpura), este é o Jotunheim, o lar dos Gigantes do Gelo. Se extendermos a espiral exatamente como descrito acima, veremos que seu próximo ponto de encontro será justamente o já mencionado Vanaheim. A seguir a espiral expandir-se-á indefinidamente até que toque o Aesgard.

4) Assim, devemos justaposionar nossas interações de maneira que os braços internos da Swastica que toca Abred, perfarão Midgard, Swartalfheim, Hell e Jotunheim;

5) Os braços da Swastica Externa e Anti-Horarária, serão formados de tal forma que gerarão no corpo humano também as mesmas formas de posicionamentos, como foram descritas para os Hvel’s mais baixos. E como sabemos Ajna Chacra, é o Hvel Vanir, e Soma, Atma e Sahashara são os Hvel’s trabalhados pelos 3 Aeths Rúnicos, e compõem o Aesgard;

6) Desta forma a Swástica Externa, tem na ponta exata correspondente ao ponto que estaría por se interligar a área mais próxima do Círculo e interna ao mesmo, o Ponto Vínculo de Vanaheim, e os outros 3 braços formam justamente os pontos de trabalho vinculados aos 3 Aeths Rúnicos. Pois podemos colocar em linha reta estes pontos desenvolvidos a partir de um Círculo, em relação ao desenvolvimento de uma espiral em crescimento, tendo-se por base um ponto que represente o centro ou o começo (este é o caso das atribuições que produziram Midgard, Sol e Mercúrio, e os outros mundos associados ao círculo de Abred). Como foi descrito usando da mesma analogia, definimos os pontos de evolução que geométricamente se associam com Hvel’s “Chacras”, e mundos dentro de Yggdrasil/Cruz Druídica/Aethyrs Enoquianos, para o Círculo de Keugant/Aesgard/Véus da Existência Negativa;

7) Assim, o braço vertical superior da Swástica Externa é o 1º Aeth Rúnico. O braço inferior é o 2º Aeth Rúnico. O Braço direito é o 3º Aeth Rúnico. E o Braço esquerdo é o ponto vínculo Entre o VANAHEIM e AESGARD, representando assim o Vanaheim, pois integra a área de capitação de Plutão (Com sua órbita excêntrica) e Netuno;

8) Devemos por fim, colocar um ANKI, símbolo da vida eterna no centro do Óctagrama formado em Hossalfheim. Pois é ali que a Vida Realmente Eterna ocorre, e é a partir dali que esta Vida Eterna começa a expandir-se infinitamente.

  Em resumo, teremos um ANKI NEGRO, e a sua volta um OCTAGRAMA igualmente NEGRO, que forma uma Swástica Horária DOURADA e uma Swástica Anti-Horária PRATEADA (Símbolos claros para os Termos LUX e NOX). Que em sua geometria perfazem a plenitude do trabalho mágicko.



Abordagem do desenvolvimento Psicológico dentro da Yggdrasil .



  Dentro de todos os sistemas mágickos atuais ou antigos, encontramos técnicas que envolvem o despertar de estados alterados de consciência, pelo conhecimento direto e vivência de esperiências dentro de esferas de operação relativas a metafísica específica do mundo em questão.
  Assim teremos o despertar da consciência vinculada ao “viajar” dentro de planos de existência enokianos, as viagens efetuadas dentro de lâminas do Tarot, ou mesmo o despertar de cada parcela do ser dentro de cada sephiroth. Ou ainda dentro de cada esfera que compõe o círculo de Abred dentro do Druidismo, culminando com o despertar completo dentro do mundo do Gwennwed ( questionável, pois ainda há que se conhecer o Ilimitado Keugant, além de que muito do material foi escondido ou adulterado, pelo contato do druidismo e celtismo – desgraçadamente – com o catolicismo ).
  Alguns tem a idéia pouco inteligente de que os Nórdicos eram apenas um povo pouco desenvolvido, que vivia de pilhar a terra alheia, e que eram apenas assassinos sanguinários. Como disse, isto é apenas tolice em larga escala, seus barcos superaram em muito as caravelas que chegaram ao continente americano, apesar de serem muito mais antigos. Sua arte baseada no turbilhão, na swastica, e nos ciclos de morte e renascimento são apreciados até hoje. E suas bebidas preferidas são saboreadas acima de todas até hoje na terra ( a Cerveja, que dispensa comentários, e o hidromel, que sempre que provado faz com que o gosto do vinho seja esquecido).
  Outros tantos menos tolos, mas ainda torpes que aprenderam sobre a não permanência do ser, bem como sobre a grande ilusão dos sentidos. Dizem que o que se chama de politeísmo, nada mais é do que parte da mesma não permanência, e que segundo a lógica, uma única coisa é fator gerador, assim a ela é que devemos manter alguma reverência ( note que isto somente é dito em alguns casos).
  Agora, devo ressaltar que o que se chama de início, sendo a ele atribuído o infinito, não pode ser dito como grande, pois o que é pequeno não estará conectado a ele, e assim, o suposto início seria limitado e não ilimitado. O mesmo se dá em relação aos nomes trevas e luz, negro e branco, maior ou menor, bem e mal, certo e errado. Não adianta clamar ao Nada, para ele não faz a menor diferença, e ele nem mesmo sabe que você existe, além de que para o Nada somente aquilo que puder duplicar seu êxtase eterno importa, de certa forma é uma forma de egoismo, e é por isso que no sistemas orientais flagrantemente os textos falam de Paratman, “pensando” somente em si, e para si. Assim o número correto para o infinito, o início, com certeza será o ZERO, pois nenhum atributo a ele pode ser dado, ele é o protótipo do infinito, e sua escrita se baseia No CÍRCULO, assim uma representação do OUROBOROS, a serpente que morde a própria cauda (e eu alerto a necessidade de consultar a parte sobre TETRAKITIS, dentro da UNIDADE DA TRADIÇÃO, para que se entenda bem esta conceituação).
  Assim o Nada é o começo, e por não Ter regras ou leis a ele atribuído, dele provém todas as regras e leis físicas e “supra físicas” (na verdade Não existem leis supra físicas, pois todas elas subsistem dentro da física). Contudo ele não é inteligente e nem burro, e nem honrado ou desonrado, seu único objetivo é ampliar a si mesmo, pois ele é todo êxtase infinito, orgasmo eterno de jorrante energia para dentro e fora, Musphell e Nephell, separados apenas por um igualmente enorme abismo de distância vibracional, Ginnuggap, que não recebe a Musphell ou a Nephell, mas recebe a emissão de ambos, que fazem os campos de separação, pré concepções do que se chama atualmente em física dimensões ou Warps, se agitarem (Musphell), ou se constringirem (Nephell), indo cada vez mais próximos na direção um do outro. O que em dado momento, produz a colisão de forças, e assim ocorre o Universo, e por consequência a vida.
  O Nada é um ponto de referência, não um fim em si mesmo, e partindo do ponto de vista de alguns que acreditam que se deve fazer a vontade do “pai”, a vontade do nada é que algo consiga se elevar ao ponto infinito em que se encontra, pois seu objetivo é ampliar a si próprio (aliás a única razão de ser do nada é esta ) e como já é infinito, não o pode fazer. Mas se algo crescer além dos limites físicos, que se presume que estão impostos, partindo do ponto mais limitado e finito possível para tanto, OU SEJA TODO E QUALQUER SER REALMENTE PASSÍVEL DE EVOLUÇÃO – logo está em exclusão neste ponto todo ser inerte, e todo aquele que é designado como troll.
  Assim o que se chama de Nirvana dentro do budismo - Parabrahman dentro do Induismo - , deve ser tocado e buscado. Mas anular-se nele gerará apenas a extinção do objetivo inicial de crescimento infinito. Pois a pessoa voltaria a ser pedra, árvore, animal e depois humano (teoria do Duidismo Solar. A maioria dos sistemas sérios do Druidismo, consegue escapar disto, traçando uma linha desenvolvimento em que ALGUNS HUMANOS SÃO ENCARNAÇÕES DOS TUATHA DE DHANA, SDHEE, ou que fazem parte de suas muitas tribos. Os outros podem até vir de encarnações grotescas animais, a maioria, e isto explica uma parte do que ocorreu em relação a ilusão dos sentidos, e domínio de massas ser mais forte em bilhões, e inútil em alguns).
  O correto é trazer todo desenvolvimento ligado a aquisição sutil, para todo o âmbito da criação humana. Isto certamente em grande escala produziria uma ERA, um AEON, infinito superior ao de todo o passado deste planeta, mesmo o mais luminoso.
  Bem compreendido a inutilidade de certas formas menos operacionais de pensar e agir, continuemos abordando o Politeísmo.
  Já vimos o que acontece com uma reação química ou física em seu início, ela tende a Ter turbulência, desarranjo até que se estabilize, quando seu objetivo é a estabilização. Quando não o é o que se quer que ocorra como produto final, será necessáriamente  aquilo que se toma como a harmonia desejada, final almejado.
  Dá mesma forma, antes de produzir as forças básicas que produzirão o todo a nossa volta, ocorrem dissonâncias, forças, seres que tendem ou a excessos de atividade ou a apatia pura, isto é entropia aceitável, mas não é vida. Estas forças são tipicamente AQUELAS E AQUELES QUE TIVERAM SEU INÍCIO COM A FONTE DE POSSIBILIDADES, CUJO NOME EM ANLGO-SAXÃO É AOURGERMIR ( e note que foi daqui que a cabala retirou sua fonética para AOUR, o terceiro vel da existência negativa). Estes são os JOTUNS, os Gigantes, forças desequilibradas não construtivas, executando a clonagem de si mesmos constantemente, ou mesmo a clonagem de partes de si mesmos unidas sem fertilidade, podendo no máximo vir a estarem divididos em masculinos e femininos, e isto por uma questão de estarem em processo de gerar mais ou menos inércia.
  Contudo sem chegar a uma abordagem completa das Eddas, para poder ir direto ao ponto, ocorre a centralização da força, e a vida pode então ocorrer. Pois do cruzamento de duas forças geradas, uma mais Musphell e outra mais Nephell, ocorre o equilíbrio perfeito, que pode crescer indefinidamente como Musphell, mas tem o ponto exato comedido de constrição de Nephell para poder gerar, em duas palavras:  CREAR REALMENTE.
  Estes são os AESIRES, os primeiros deuses desta classe ( já que seu avô, o primeiro Deus Buri, o enorme, e Bor, o selvagem, são mais Musphell qe Nephell) . Vi, força ; Vile, Vontade; Odin, Espírito Furioso.
  Esta reação se desenrola com a extinção de quase toda a equação entrópica anterior, sobrando o necessário para assumir diretamente os focos ainda latentes de vida de todo o quadro abordado, que subsistam dentro de uma violenta cadeia ainda de tirania, onde a escravidão seja a única forma de executar algo, ou propiciar crescimento, caso o mesmo venha a ocorrer.
  Como vimos os Deuses centralizadores, são tanto Nephell como Musphell, portanto uma tempestade, e deles em consequência, veio a própria idéia cabalística de Kether, Ases e Ar em tanto quanto Espírito.
  Bem, segundo a tradição Nórdica, a mulher e o homem, foram gerados de duas árvores gêmeas de feições humanóides, que receberam de Ví (a força), os Sentidos. De Vilé (Vontade) a Mente. E de Wotan, Odin, ( Espírito da Fúria ), a Vida, pois ODIN SOPROU DENTRO DOS DOIS DANDO-LHES UMA PARTE DE SI MESMO, SEU OD (mais uma vez o catolicismo e cristianismo, bem como islam e judaismo, surrupiaram a tradição Aesir e Vanir).
  Consequentemente, a espécie quando humana passível de evolução, tem o sangue dos Antigos, dos Deuses, e é partidária de sua essência, não apenas espiritualmente, mas Mentalmente e Físicamente. Pela chamada lógica, o infinito potencialmente em todos os corpos do denso ao sutil.
  Outros Deuses foram gerados diretamente do contato dos Aesires com os Jotuns, e indiretamente através do corpo e sangue de AOURGERMIR morto pelos Aesires, para gerar a manifestação do universo.
  E mesmo que os Aesires primordiais, em que os 2 irmão Vi e Vilé, ao morrerem infundiram suas forças para Odin, tendo assim o mesmo tornado-se um TRIUNO DEUS (E foi daqui que Judeus e Cristão retiraram a Idéia de deus triuno). Sejam os regentes diretos, os subsequentes deuses são essencialmente outras leis auto conscientes, com atributos próprios que provém a manifestação do universo com o necessário para seu seguro sustento. Assim há uma coexistência pacífica de forças, que buscam realizarem seu indefinido crescimento equilibrado, e ao fazerem isto geram o equilíbrio e sustento de forças do univerço. Pois A constrição Nephell, por meio dos Jotuns que lhe são afins, e por meios próprios, através de resquícios de equações físicas, que não se enquadram dentro da equação da vida, mas que subsistem na borda de constrição, e que são chamadas de THURSES, tendem a querer destruir a vida e suas Guardiãs e Guardiões (pois ambicionam necessariamente a estagnação de tudo, bem como a constrição total do sistema) , o mesmo ocorre pelo crescimento indefinido de expansão incontrolável, Musphell. Através de subprodutos de equações expansivas inconclusivas, que tendem a querer consumir tudo que tocam.
  Assim, temos uma idéia formada e completa do esquema geral, necessário para entender todo o enlace psicológico necessário para a evolução.
  Foram gerados pelos Aesires, através da pré matéria que em verdade era AOURGERMIR, os mundos de Yggdrasil. A saber: Midgard, o ponto de percepção exata referente ao âmbito humano socialmente aceito. Abaixo de Midgard está o Swartalheim, lar dos Elfos Escuros, as forças que engendram o necessário para o arranjo e rearranjo dos seres que nascem e morrem, e bem como a base para a existência em sua fase mais prática, necessidades, fome, aquisição, em uma palavra mantenenção. Abaixo de Swrtalfheim, está o mundo das consciências latentes, não desenvolvidas, na verdade que nunca se desenvolverão além do ponto em que já estão, mas que podem decair facilmente, este é o HELL. A frente, a Norte de Midgard, teremos o já citado Nephellheim. A Sul, teremos o já citado Musphellheim. A direita, teremos Jotunheim, já comentada, o local para onde os Jotuns que sobreviveram se dirigiram (em outras palavras, o local para onde se dirigiriam naturalmente as forças vinculadas, a mantenenção da vida próxima a fase mais entrópica da equação da própria vida, em seus primórdios). A oeste, teremos as forças que naturalmente mantém a vida e os processos vitais de abundância, desenvolvimento da vida ao ponto da civilização, relacionamentos e comércio. Em suma, a vida humana como é mas em um nível de existência que seria considerado utópico pelos padrões atuais. Está será VANAHEIM, o lar dos deuses da Terra. Acima de Midgard, teremos aqueles que funcionando como uma ponte entre as equações que mantém a vida, participam diretamente da mesma, apesar de passarem despercebidos. Estes são os Hossalfs, e sua região é o Hossalfheim, que corresponde diretamente aquilo que a cabala chama de DAATH. E logo acima de Hossalfheim, teremos o AESGARD, lar dos Deuses primordiais, em que ali também residem as forças que conectam diretamente a abundância terrena com o Desenvolvimento espiritual pleno, a Saber LADY FREIJA E LORD NJORD. Em que o ponto vínculo mais alto entre os Hossalfs e os AESIRES e VANIRES, é o Deus Freir, que reside em Hossalfheim (e será necessário estudar sobre os Tuatha de Dana, Sdhee, para que se entenda corretamente o Hossalfheim, que no druidismo é chamado de GWENNWED.)
  Muito bem, baseando-nos exatamente nas informações contidas tanto nos entrelaçamentos do Octagrama, bem como como no sistema de giro de chacra, de várias tradições, especificamente  o estímulo de Hvel, o giro de chacra Nórdico. E sabendo de antemão que cada zona eletromagnética vinculada a um conjunto específico de células com uma operacionalidade específica, Em que os mais conhecidos destes plexos, são os vinculados a glândulas, ou seja os chacras Magnos. E cada mundo da Yggdrasil, está vinculado com um HVEL específico, ou com uma Nadi específica, como é o caso de Ida e Pingala, para Musphell e Nephell (mesmo que indiretamente através do OD - Aouds).
  Também, o nível de consciência de um ser estará vinculado a um mundo da Yggdrasil, que for mais operante de acordo com a natureza do ser em questão ou sua constituição.
  Farei também um pequeno enxerto aqui. Você notará que o desenvolvimento de poderes, bem como o estímulo dos centros sutís, é bem diferente em certas circunstâncias do que os métodos mais conhecidos (embora seja feito abaixo uma outra alusão a isto). Mas deve lembrar-se da técnica do Pilar do cabalismo, tanto o Hermético quanto o Judaico, que fazem com que a energia se acumule naquilo que o sistema indiano chama de Sahashara Chacra ( 3º Nível do Hvel Aesgard), através de 6 esferas, em que o Muladhara é a esfera que se refere a Yesod, e a Malkuth, vincula-se aos pés (ou seja, a energia invocada no alto da cabeça, desce até os pés e acumula-se nos pontos reflexológicos. Se entrefunde com a vitalidade da terra, e vai para os meridianos como descritos nos textos Chineses, via os pontos de reflexologia nos pés. Abarca então a aura, e condença-se no DNA, procurando então desencadear no corpo físico o desenvolvimento invocado no alto da cabeça, bem como fixar a energia nos planos mais densos. Contudo sabemos que o uso mais comum, é aquele em que o mestre durante o ritual ou as práticas, usa o Pilar para massificar todos que praticarem por seu sistema, controlando-os inserindo em seus metabolismos o subservialismo por meio de alguma afirmação ou método sutil ou grosseiro). Assim o Pilar serve para ativar a energia de um certo tipo com uma finalidade específica. E o Giro de Chacra, busca pegar o ponto exato em que a pessoa se encontra e expandir até o máximo das possibilidades da Vontade de Cada Um. O Estímulo de Hvel leva em conta exatamente a descrição e comportamento Geométrico do Ser Passível de Evolução, seus corpos sutís, e a forma como estes corpos podem ser ativados e acessar outros níveis de existência e de energia, por pontos de contato que extendem-se como espirais infinitas, a maneira de tentáculos swásticos.
  Assim, voltando ao texto em si, teremos aqueles que por estarem com sua kundalini apenas latente, apenas como uma mantenedora do estado de vida em seu começo, sem nenhuma outra atribuição que não seja a de fazer com que o corpo se mantenha vivo.
  A regra é a de que qualquer golpe, ou estímulo muito forte, pode fazer com que a serpente de fogo desperte, mas convém aqui ser chamada de Kennaz  (pois a Vitalidade, que é o que os Aouds o OD são, manifesta-se no corpo humano através do fogo vital que corresponde a Runa Kenaz). Logo os chamados maníacos sexuais, mesmo os que efetuam algum tipo de pedofilia, sadomasoquismo, estupradores, etc., são pessoas que tiveram suas energias vitais estimuladas, por algum acontecimento - possivelmente a perverssão de algum tutor ou dos próprios pais, ou de alguém próximo, ou como também é comum, algo que trouxe de vidas passadas. Contudo, esta mesma energia somente acorda por uma atividade sexual superior a dos seres inertes, mas desequilibrada e violenta. Este é o comportamento sexual dos chamados trolls, e tudo em suas vidas reflete este mesmo comportamento.
  Nestas pessoas, nunca o OD faz com que a Kenaz do indivíduo se eleve para os locais devidos. A energia fica sempre aprisionada no geral no Muladhara chacra, cujo termo apropriado é HVEL JOTUN. Existem 7 hvels fortes menores  ( 7 para-chacras)  a volta do HVEL JOTUN. A Kenaz do indivíduo, ativa estes centros vitais a ponto de que cresçam em força, e o ser que jogou a si mesmo nestas condições passa a viver para atender apenas a satisfação de suas necessidades sexuais, bem como toda e qualquer forma de prazer desenfreado. Aqui se desenvolvem os exageros além do que o corpo pode suportar, em poucas palavras, a pessoa para de viver e sentir prazer, e passa a viver para apenas e tão somente sentir prazer. A dor aqui passa então a mostrar-se como uma forma de satisfação do prazer, a mortificação. Vemos então o porque das religiões baseadas em Thurses bloquearem tanto a atividade sexual de seus participantes, ou daqueles próximos, se puderem ameaça-los. Estas religiões buscam gerar estes desvios, para que pelo estímulo e pesar imediato do ato que não pode ser evitado, a pessoa se coloque como um pecador eterno, e assim busque a eterna redenção de sua sexualidade, bem como dos atos que são estimulados por ela diretamente e indiretamente. E assim ocorre o drenar da energia dos fiéis destas religiões, que se sentem assim mais calmos, pois sua imensa energia represada foi aliviada, e mesmo que sexualidade e vida sejam uma e única coisa, aqui ela foi adulterada. Como adendo sito que os lideres religiosos destas religiões em questão, desenvolvem todos os mesmos desequilibrios de seus fiéis, contudo na maioria das vezes em nível muito superior, como prova somente temos que lembrar dos inúmeros casos de pedofilia, sadismo, e abuso sexual cometidos por padres, pastores, mulás mulçumanos, lideres harekrishnas, rabinos não cabalistas, ou rabinos cabalistas que tenham efetuado a já conhecida opção dos chamados irmãos negros, como todo adépto exaltado desequilibrado, e preferiram a canalhice a verdade.
  Se você prestar atenção, Tudo que se fala dos gigantes de Jotun, e mesmo dos que estavam no pré-universo, tem uma vinculação direta com tudo que foi representado acima. Jotun representa, como está acima, toda a energia da vida em seu início, não lapidada e nem moldada, que é vida, mas tão PRÓXIMA DOS EXAGEROS ENTRÓPICOS DE INÉRCIA OU ATIVIDADE, que pode vir a por um fim a própria existência, e como se diz em tantrismo, aqui se perde o medo da morte, Kali rege este HVEL no sistema Indiano, assim como a Mãe material da Terra JORD, é uma JOTUN da TERRA.
  Pela rotação em direção ao centro, baseado na swastica, e na espiral, teremos o Mundo dos sussurros (pense em termos de espiral que a cada 180º  aproxima-se para o centro, e toca um centro psíquico, sendo o centro o ponto central do ser humano, o plexo solar, e a partir daí expande-se em direção ao crânio). O mundo dos mortos. Aqueles que de forma alguma conseguiram qualquer das 9 virtudes, e que podem até Ter conseguido alguma em algum nível, porém por apatia ou atividade excessiva erraram feio durante suas vidas. Pois todos os que desencarnam, Nórdicos ou não vem para cá quando não podem evoluir. Aqui há 9 sub-níveis, para cada grande erro vinculado as 9 virtudes, ou para um grupo delas ou para todas elas. Como sabemos, por meio do hvel da garganta os mortos falam com os vivos. E pelo estudo da dupla swastica céltica, cruz druídica, saberemos que o ar está vinculado ao que os indianos chamam de Vishudha Chacra. E sempre há o vinculo dos espíritos com o ar. E sabemos que se alguém tenta passar por DAATH, que na cabala está vinculado a garganta, será julgado, e estando ou não preparado haverá uma atitude específica em relação há ele mesmo. Hela a Deusa de Hel, tem uma Olho de Fogo que julga a todos que adentram o Hel. Assim, saberemos de antemão que todos os pontos da tradição se reforçam aqui, sem contradições. Contudo, como está específicado tanto acima como abaixo, o que se chama na tradição Indiana de Vishudha Chacra, HVEL HEL,          NÃO É AQUILO QUE SE NOMEIA DAATH PELO SISTEMA DA CABALA. E sim é o próprio domínio dos espíritos não encarnados, assim chamado de domínio do ar. Mas a ele compete o termo usado pelos cabalistas para exprimir o estado de afundamento no abismo (aliás termo igual usado no Druidismo, para sitar os que afundam-se em Annoiuin, o abismo céltico, e local dos mortos). Este termo é DUMATH, que quer dizer SANGUE. Seu número em gematria é 444 (curiosamente o estado vinculado a negar-se a elevar-se é a falha dos Adéptos Exaltados, cujo número é 4. E 444 implica dentro do cabalismo na natureza astral de Chesed, Yetzirah de Chesed.). Pois aqui o ser vem a se afundar em 9 sub-níveis vinculados a falhas específicas relacionadas as 9 virtudes ( cito como adendo que Hel é um local de repouso, e que as agressões que se pode vir a sofrer, somente ocorrem de acordo com o nível e intensidade, de atos desonrados dos ser, levando-o a Nastrond).
  E se no Hvel anterior, temos a sede insaciável de satisfação sexual e dos prazeres a qualquer custo. Aqui temos a apatia de atitude, e mesmo que estejamos além do desejo desenfreado aqui, isto somente não é o suficiente. Pois contemplamos os erros, por nossa incapacidade de nos melhorarmos, mas nada além disto. Este hvel é teoria pura, sem atitude prática alguma. As pessoas aqui vivem se queixando e repetindo, mas e se eu não tivesse feito assim, ou, se eu tivesse agido de outra forma. Ou tecem planos mirabolantes, de como burlar as regras, quando delas sabem, ou de como o destino sempre os controlou, e elas sempre foram vítimas.
  A energia ao seguir o fluxo em espiral, encontrará em seguida um meio de expressão específico. Pois este será o HVEL que domina a manutenção do corpo, que domina o fluxo vital de líquidos que percorre pelo corpo, que mantém os elementos necessários para os minerais poderem ser utilizados adequadamente. Aqui há atividade em direção a algo, mas motivada quase sempre por mesquinhez. Ele também está vinculado as emoções de posse, ganância, poder econômico, maquinações, aquisição de conhecimento sim, mas com o intuito de utiliza-lo apenas para ganho e enriquecimento pessoal.
  Este será o HVEL SWARTALF, ligado ao mundo dos Elfos Escuros, que se formaram do corpo em decomposição de AOURGERMIR. Na tradição do Norte, eles foram os fabulosos ferreiros que forjaram Mjoulnir, Gungnir, etc. O que significa que SWARTALF HVEL, provém o elemento necessário para que os meios para a evolução e proteção possam vir a existir. A matéria básica para que tanto o poder criativo e evolutivo, quanto o inútil acúmulo destes elementos por ganância, aqui ocorrem ao mesmo tempo. Contudo, sem um estímulo externo não gerará em hipótese alguma, os poderes construtivos. Da mesma forma que HVEL JOTUN existe para se auto satisfazer sexualmente ou prazerosamente, mesmo a custas da própria dor ou de outros. HVEL SWARTALF existe para satisfazer sua ganância, mesmo as custas de dor alheia ou da própria, contudo aqui a dor própria ocorre em menor quantidade do que no HVEL anterior.
  Agora um pequeno adendo. Segundo o sistema de HVEL, os mundos da Yggdrasil se distribuem por um sistema de espiral ( eu recomendo mais uma vez uma pesquisa dentro da Unidade da Tradição, distribuição de chacras na parte de Correlação de tradições, bem como o texto O Hexagrama Unicurssal e a Cruz Druídica, tópicos soma, atma e sahashara chacra),  isto foi descrito acima, mas é necessário uma rápida descrição, pois este sistema se diferencia dos costumeiros sistema de chacras, e mesmo dos sistemas de Pilar do Meio da cabala hermética. O ponto culminante é que, o centro geométrico do corpo é o centro geométrico da relação do Ponto e do Círculo, e este ponto é o próprio HVEL que se justa posiciona no local descrito exatamente como o MANIPURA CHACRA do sistema Indiano. Algumas mentes torpes descrevem este centro vital como o ponto de violência e tirania dos corpos sutis do ser passível de evolução. Fica claro, pela própria matemática, que está é mais uma das muitas propagandas do Adeptado Exaltado em seus exageros azuis, buscando o domínio das massas.
  Este ponto em questão, diferenciando-se de qualquer outra forma de descrição sobre centros vitais, e desenvolvimento pessoal, corresponde as descrições daquilo que os cabalistas chamam de DAATH. Este é HVEL HOSSALF, vinculado aos Sdhee, ou Elfos Luminosos, que como se poderia compreender por um estudo sobre linguistica e tradição Bretã e Nórdica, nos mostrará que sdhee, os elfos de luz, são a base para as palavras SILF, SILFIDE E PRINCIPALMENTE SELF (sdhee alf). Isto significa que este é o ponto exato em que o ser chega ao núcleo de sua consciência, e pela 9 virtudes nasce para uma exist6encia verdadeira, escapando da ilusão dos sentidos, desenvolvendo o si mesmo, que é chamado de SELF em inglês. Ou seja o que a psicologia Jungiana chama de INDIVIDUAÇÃO (mas este é o princípio, HÁ ESTÁGIOS SUPERIORES ALÉM DESTE).
  Os Druidas chamam este ponto de GWENNWED, o mundo branco que centraliza suas vidas.
  Em termos de descrição física, com base nos estudos feitos acima sobre os Modurans Aoud e Aoud-Humla. Segunda a física digital o universo é justamente formulado a partir das partículas de Aoud (Modurans Aoud), que vém a formar o Nowire, que em essência é o aquilo que os cabalistas e hermetistas chamam de Plano Astral. Os elementos químicos mais leves são os primeiros a serem formados pelas reações em cadeia geradas a partir dos Aouds, e as estrelas são compostas de enormes quantidades das mais simples formas de matéria, ou seja: Átomos de Hidrogênio tornando-se Hélio, fusão núclear. Justamente o centro do círculo ( relação ponto e círculo já extensamente abordada), deve ser constituído de enorme área de concentração de Modurans Aouds, ou simplesmente Aouds (como em Aoud-Humla). Neste caso estaremos justamente falando de HOSSALFHEIM, Reino dos Elfos de luz, que é o Gwen Ap Nwed, GWENNED, Mundo Branco. E ressaltando, finalmente que Nowire é LUZ ou Espírito. Significa, em termos de desenvolvimento psicológico, que você ao adentrar aquí, poderá estender sua consciência a existência em um nível puro e pré-material, além da Ilusão dos Sentidos, no centro exato da emanação (baseando-nos no ponto de vista da relação Terra-Sírius-Poláris) de Aouds, onde os mesmos estão mais concentrados.
  Você deverá estar agora se perguntando: Se é um sistema espiralado, e se muladhara é JOTUN, logo VISHUDHA É HEL, e a seguir svadhisthana é Swartalfheim. Assim Midgard é o que se chama de Anahata, para que então HOSSALFHEIM seja MANIPURA. Também não poderíamos efetuar o estimulo dos centros vitais, como ocorre em outros sistemas, em linha reta de baixo para cima?
   De certa forma sim. Podem ser estimulados em linha reta, até que se acostume ao sistema em espiral, é difícil ir diretamente para a centralização da vontade no começo (porém pode ser feito). Pois também estes mundos de Yggdrasil se encaixam nesta posição em nossos centros vitais, de maneira que a cada grupo de 3 hvels, o último represente um final para o ciclo completo do grupo em si. Assim, baseando-nos em uma abordagem de assenção de kundalini em linha reta,  teremos uma primeira sublimação em Hvel Hossalf, uma Segunda em Hvel Vanir (Ajna Chacra), e uma terceira no hvel chamado de Sahashara chacra, estimulado pelo terceiro Aeth rúnico. Em que o que se chama de Soma Chacra, estará estimulado pelo primeiro Aeth Runico, e o que se chama de Atma chacra, estará estimulado pelo segundo Aeth Runico. O conjunto de Soma, Atma de Sahashara chacras, correspondem em conjunto ao HVEL AESGARD.
  Assim seu ser e sua Vontade participam implicitamente do centro exato do círculo, mas desenvolvem-se completamente em seguida na borda do mesmo (Estude o modelo de física enoquiano, e compreenderá melhor este fator).
  Em seguida, teremos o Hvel que funciona como o ponto intermediário entre todos os Hvel. Desnecessário dizer que estamos falando do que se chama no Induismo de Anahata chacra, e na Cabala de Tiphareth. Aqui contudo sua abordagem mais correta ocorre como MIDGARD, pois há uma afirmação mesmo dentro do cabalismo que a humanidade estava em nível de existência proporcional a Tiphareth, e então decaiu, exatamente esta foi uma alusão a tradição do Norte, em que o meio exato de Yggdrasil é Midgard. Foi desta situação que surgiram também afirmação sobre a identidade da terra e do sol dentro do cabalismo hermético. Analisemos a seguinte afirmação dentro da tradição do Norte: O coração de um homem sem os Deuses, é um deserto gelado!
  Midgar, é o que se chama de Terra Intermediária, Tolkien aproveitou-se disto para sua Terra Média no Senhor dos Anéis.
  Aqueles que vivem em função deste hvel, tem suas vidas um tanto mais equilibradas. Podem contudo ser influenciadas a qualquer hora por qualquer situação ou ser. Pois aqui são serviçais, servos das emoções. Sua vitória aqui é domina-las, e passar adiante, assim o que se encontrará em seus corações será as 9 virtudes, que são superiores as emoções banais que dominam e controlam os seres inertes e trolls.
  Assim, ao desenvolver completamente as 9 virtudes, o ser pode adentrar e viver entre os Hossalfs, chamados no Celtismo de Tuatha de Dana, exatamente como descrito acima.
  Agora, como o desenvolvimento não para, como já nos centralizamos em nossos respectivos <selfs>, devemos em seguida ampliar nosso desenvolvimento, e expandirmos aquilo que somos, que se desenvolveu  EMITINDO AS NOTAS MUSICAIS DE SUA PRÓPRIA SINFONIA, que em essência são a forma como capta e se utiliza das 9 virtudes. Estes acordes devem ampliar-se e evoluir para uma sinfonia que jamais poderá ser imitado por outro, ou terá a mesma beleza quando tocada por outro. Assim, o desenvolvimento passará necessariamente pelo ponto exato em que a perfeição do desenvolvimento humano, chega ao ponto do divino, através das artes terrestres. Isto em si mesmo reflete o próprio HVEL em questão que estamos começando a abordar.
  Este HVEL será o HVEL VANIR. Vincula-se ao Vanaheim, lar dos Deuses Varnires, os Deuses da Terra. Que cuidam da prosperidade, abundância e relacionamentos bem como do TRANSE E CONTATO DIRETO COM HOSSALFS E SWARTALFS, para desenvolvimento e evolução pessoal ou para mantenenção da TRIBO (virtudes da fidelidade, hospitalidade e honra). Contudo este não extrapola para fora dos âmbitos supra humanos, justamente o âmbito divino. Pois os Vanires são igualmente poderosos aos Aesires, e alguns deles (como foi citado no começo deste texto) frequentemente participam de AESGARD, mas seus cuidados em relação aos humanos ligam-se as necessidades diárias dos mesmos, há a possibilidade de ir além por prática constante do SEIDHR (Transe, arte vinculada a Lady Freija). Aliás, este é o método Vanir para que os que são passíveis de evolução, possam se erguer para cada vez mais longe. Pode e deve ser utilizado, mas é metade da equação, deve ser praticado conjuntamente com o GALDR (O enlace com as runas). Dito de forma mais simples, Seidhr é feminino e Galdr é masculino. E ao se flar em Seidhr, devemos remeter aos Atos da Sacerdotiza Escarlate dentro do Thelemismo, pois Seidhr é sua Fonte.
  Este HVEL VANIR, está vinculado a glândula pituitária, e aos hemisférios direito (feminino) e esquerdo (masculino), do cérebro. E como as pessoas mais atentas devem ter notado, este é o ponto que no sistema Indiano é chamado de Ajna Chacra (O Olho de Shiva). Aqui temos a aquisição de conhecimento (pontos vínculos: Conhecimento em Grego quer dizer Gnose, Conhecimento em Hebraico quer dizer DAATH. Como o texto cita acima, pelo Seidhr adquirimos a essência plena do Hossalfheim, extrapolamos em direção as causas últimas da existência dos próprios Hossalfs, os Tuatha de Dana).
  Os Vanires são descritos como extremamente vinculados a sexualidade, e a eles atribui-se a sexualidade mágicka, conhecida no oriente como tantrismo.
  A matriz para o que os cabalistas chamaram de BINAH, está em Lady Nerthus, e a matriz para o que os cabalistas chamaram de CHOCKIMAH, está em Lord Nyjord. Somente será necessário que se faça um pequeno estudo sobre as Eddas, assim obteremos inclusive as fontes para a escrita e fonética de várias palavras de várias tradições.
  Este Hvel do conhecimento, como já podemos supor nos levará para uma experiência de absorção espiritual completa. Em Hvel Vanir, vemos as causas da materialidade e da ilusão dos sentidos como um meio próprio para a evolução do ser. O provar de todas as coisas, pois nada é impuro, tudo é um veículo. Aqui o praticante, já cônscio de seu Si Mesmo, seu Self, eleva a si mesmo ao ponto da interação das causas de todas as coisas, e torna-se ele mesmo um senhor destas causas. Tudo é entendido, por saber imediato, num abraço sexual que anula as aparentes contradições. Seus acordes agora são uma melodia, que vai até as notas mestras da vida, e há unicidade nas mesmas.
  Então o praticante vai além.
  Em 3 estágios consecutivos, ele descobre o si mesmo como um êxtase infindável (chamado de soma chacra no sistema indiano, 3 dedos acima do ajna chacra). Aqui ele consebe este êxtase pela maestria do primeiro Aeth de Runas, o Aeth de Freir. Ocorre uma experiência específica, em que o cérebro parece estar preenchido por líquido morno, que produz um prazer indizível muito maior do que qualquer orgasmo comum. Algo como a sensação de que cada batida cardíaca, gera um orgasmo intra-cerebral. Isto é chamado de Samadhi, no Sistema Indiano 
  Em seguida, ele experimenta a si mesmo como o Todo em Um, o Um em Tudo (uma conhecida experiência vinculada ao chamado Atma chacra, que está de 3 a 4 dedos acima do Soma chacra. Esta experiência é chamada dentro do Sistema Indiano de Samiana). Este é um centro, um Hvel vinculado ao Segundo Aeth de Runas, o Aeth de Hagal, ou Haimdhalr.
  Por fim, naquele que o Sistema Indiano chama de Sahashara Chacra. Acima do crânio, com um prolongamento etérico para o ponto exato que corresponde a um palmo da mão, colocando o dedo menor no Havel Vanir, assim a mão esticada, demonstra o local onde o polegar estiver. Aqui corresponde a experiência de SER O NADA PRIMORDIAL, O INFINITO, E AO MESMO TEMPO SER EXATAMENTE AQUILO QUE SE VERDADEIRAMENTE É. Sua essência entrou no estágio final dos acordes, sua música já é uma harmonia inigualável, e agora ela própria reflete mesmo aquilo que existia, antes de toda e qualquer forma de expressão poder sequer ser formada. Este é o NADA, que os Thelemitas chamam de Nuit. Esta experiência é chamada no Sistema Indiano, de Shivadharsana.
  Estes 3 estágios são o HVEL AESGARD. Aqui temos a morada dos Deuses. Cada tipo de desenvolvimento para a divindade leva a uma das 12 Enormes Moradas, que nesta região existem. Assim para cada tipo de forma de desenvolvimento, existe um local apropriado, com uma finalidade específica para o mesmo. E mais, ESTE É O MOTIVO PARA QUE APENAS UMA PARCELA ESTEJA CAPACITADA A EVOLUIR, pois aqueles que São da Raça dos Deuses, virão a ser infinitos, e tem o germe potencial disto em si mesmos (encontramos traços disto dentro do Al Asif). Assim, não tem outra opção além de subir e tomar seu respectivo acento e função para si. Poderíamos até dizer que há um número quase ilimitado de lugares por lá, por maior que seja, porém somente seu desenvolvimento pessoal puro e alheio a presença de outros, por mais que se colabore com um trabalho conjunto, será o fator determinante para a conclusão. E há os que indeterminadamente, decidem ficar em Hossalfheim, por não poderem de lá sair (por não compreenderem que há mais, ou por não verem que há mais), ou por não estarem capacitados a ir mais longe, assim hossalfheim torna-se sua casa realmente. Eles realmente pertencem a Hossalf, bem como aos afazeres de Hossalfheim. Pois como é dito: SUCESSO É VOSSA PROVA!!!
  Fazendo finalmente uma análise completa em relação a outros processos, bem como a finalização deste, teremos que notar o simples fato de que o processo leva em conta TODOS OS POSICIONAMENTOS DOS 9 MUNDOS DENTRO DE YGGDRASIL, COMO ESTÁ EXPRESSO DENTRO DA TRADIÇÃO AESIR E VANIR (1 Aesgard; 2 Hossalfheim; 3 Midgard; 4 Swartalfheim; 5 Hell; 6 Nephellheim; 7 Musphellheim; Jotunheim; 9 Vanaheim). Eu aconselho o estudo do Estímulo de HVEL, giro de chacra nórdico, dentro da Unidade da Tradição, para compreender os posicionamentos de Musphell e Nephell, dentro do sistema de evolução e estímeulos dos HVELS. Também  o fato de que o uso de uma DUPLA SWASTICA CELTICA, chamada de Cruz Druidica, é feita para que o ser se afaste do pensamento apenas linear do hermetismo e outras formas de prática, para que se aproxime do sistema espiral e multidimensional, que a geometria e as formas mais desenvolvidas dentro da física e da ciência podem indicar. Pois a tradição é ÁRIA, o que nada tem haver com as imbecilidades nazistas. O Ário aqui citado, necessariamente é uma alusão genética ligada a todas as raças (branca, negra, vermelha, amarela, etc), que se relaciona com a intervenção em nosso DNA do fator que foi citado em vários textos respeitados e utilizados, como por exemplo o Texto Rylieh, que cita o contato com os Nomos (palavra que deu origem aos agrupamentos tribais originais Egípcios, bem como o Deus dos Mares do Povo Dogon, que reflete aqui uma citação ao Deus Nórdico Vanir dos Mares, AGEAR, que foi de onde surgiu o culta a Poseidon na Grécia). As provas nestes textos são irrefutáveis, e comprovam o fator mais simples. O porque de seres Titânicos nascerem neste planeta. Pense, há uma vazão de pelo menos 11 corpos estelares inabitáveis para cada corpo habitável (e a diferença pode muito bem ser muito superior a esta), contudo ainda há um número enorme de corpos em condições habitáveis no espaço. Mas existe a necessidade de corpos capazes de desenvolver a sim próprios indefinidamente, bem como de trancender outras formas de constrição, para que uma Lei de características universais possa vir a utilizar-se de um corpo fisíco, pois em outras circunstâncias, o corpo não suportaria a pressão. Em dado momento, o contato com algo mais velho em que os fatores acima citados são ativos, transmitindo estes fatores via DNA e descrições, por meio das antigas tradições do Planeta, monumentos antigos, e ciência ainda além da capacidade da ciência moderna aceita poder efetuar uma cópia (arquitetura Piramidal, Cromlechs Celticos, Ciência Radiestésica, Astronomia Antiga Além da Capacidade para os instrumentos da época, quando os mesmo haviam, etc.).
  Um último adendo fará com que se compreenda bem os vínculos da tradição. Quando ocorreu a perseguição da antiga tradição Nórdica em solo sumério, quando os descendentes de Godos e Visigodos que formaram a realeza, pois seus ancestrais levaram ao trono o primeiro rei da Suméria, Dar Danos, Thor (adorado como Indra na India,etc.). Resolveram regulamentar uma religião bem como normas de conduta que perseguissem os costumes dos povos Visigodos em suas terras. Surgiu daí o ENUMA ELISH, e uma pseudo-tradição que gerou os costumes ritualísticos de magos incompletos como Abdul Al Azread, o árabe louco, vinculado a tradição que visava perseguir os Antigos. Que foram resquícios da tradição dos Godos e Visigodos, dentro de solo sumério que como exposto acima foi perseguida política, religiosa e socialmente.
  Os atuais praticantes que acessam a consciência AZAG TOTH, HASTHUR E NYARLATOTEP. Nada mais estão fazendo do que acessar uma parte da essência do que ODIN é, vinculada justamente a percepção do Nada, de suas fases de constrição e expansão e da geração da vida, como foi descrito acima, de um ponto de vista NÃO antropomórfico.
  As visão de dor, crueldade, sadismo, etc., de Lovercraft, Abdul Al Azread, e de outros que praticaram o Necronomicom, com fins mais estúpidos ou menos estúpidos, nada mais são do que suas mentes vinculadas a vícios inúteis, exatamente os descritos no texto acima sobre o desenvolvimento da consciência, bem como a conhecida incapacidade de atravessar aquilo que os cabalistas chamam de DAATH, o HOSSALFHEIM. Onde pelos sistemas fálicos solares e outros mais ou menos afins a seus erros, o ser é despedaçado por CHORRONZON, se está identificado com tudo aquilo que ele não é ao tentar cruzar o Abismo, justamente a Casa de Chorronzon, experiência esta que reflete o afundar-se em HELL (que foi largamente abordado acima).




SISTEMA HVEL,

Os chacras e a Yggdrasil



           Aqui exporei o método de estímulo de chacras dentro do caminho do Norte.
           É imprescindível que se estude a Yggdrasil, bem como o modelo de criação do Universo pois sem o mesmo não será possível controlar ou entender o desencadear da energia da vida – Kundalini – que dentro deste sistema, cujo nome é Estímulo de HVEL ( chacra ) , adquire proporções bem maiores e muitas vezes diferentes dos modelos citados  em diversos textos e livros.
           Primeiramente lembremos de que Muspell e Nephell criaram a vida, e separados ambos são ou a morte pela inércia e ausência de atividade, ou a morte pela excessiva atividade ou energia causticante. Isto é exatamente o que se descreve como desequilíbrio entre as nadis ida e pingala, dentro de kundalini yoga, prana yoga, raja yoga, e outras modalidades aceitas, funcionais, reais, e práticas da yoga – e mesmo o tantra também assim o afirma.
           Pela própria criação, somente por um esforço combinado de força Vi, vontade Vile, e espírito da fúria Wotam, a vida  - kundalini- pode se desenvolver e evoluir, desencadeando os mundos. E da mesma forma, somente pelo esforço combinado de sua Vontade Vile, Força Vi e de seu Indomável Espírito Wotam, é que se poderá fazer com que Vida se eleve e evolua.
           Assim, mais uma vez enfatizando que se estude muito bem o caminho do norte antes de se realizar esta prática, e adiantando que se deve Ter certeza de Domínio de suas capacidades para concretizar o esforço, ou dominar o desencadeiamento de  poder vinculado ao mesmo. Lembre-se sempre de realizar a sua volta o Selo E.O.S.A.M. visualizando-o a sua volta.
           E eu recomendo o estudo da parte de Correlações de Tradições, as sitações sobre os Modurans Aoud, formados de partículas em equilíbrio de Musphel e Nephel. Abaixo começará o Estímulo de Hvel pelo Beber das Artérias de Fogo e Gelo. Lembre-se que o plano sutil, mais conhecido pelo nome de astral, que forma a matéria a nossa volta, é fácilmente moldado pela Vontade de um praticante verdadeiro. Quando Beber de uma Artéria de Gelo, você estará ddando uma ordem para que seus terminais nervosos, seus meridianos, seu corpo vital e seu DNA, recebam uma enorme carga pura de Nephel, isolada do elemento estabilizador Musphel ( apenas para o caso de nos referirmos para Nephel). Ao energizar o Hvel Jotun com este frio alimentamos nossa energia vital pura, que é o nosso OD, ou AOUD, o Espírito. Que virá a se descarregar ascendentemente ( ou espiralmente, conforme o estilo que se esteja usando), visando os Hvel’s mais altos e a ampliação da Energia Vital em cada um deles. Em outras palavras, você estará recriando a Vida dentro de seus Hvel’s.

Segue-se a técnica para o Estímulo de Hvel:


1) Beba das Artérias de Fogo:Inale por sua nadi ativa MUSPHELL, concentre a essência do fogo destruidor logo atrás do ajna chacra, e faça-a descer pela coluna – visualize com perfeição, ou não haverá resultados, ou você pode Ter uma desagradável liberação de poder em direção a local indevido, dentro de você ou a sua volta. Ao chegar ao Hvel Sexual, na base da coluna, estimule a energia vital na forma de uma Runa KENAZ, que se erguerá de volta pela coluna – visualize que estimula a raiz de todos os hvel “chacras” enquanto sobe, atingindo o ponto original atrás de ajna, e a seguir erguendo-se até o hvel do alto da cabeça, essencialmente Aesgard;

2) Beba das Artérias de Gelo: Inale por sua nadi passiva NEPHELL, concentre o frio da morte “anti-vida” atrás de ajna chacra. Proceda como no caso da nadi ativa em relação a Musphell, e da mesma forma em relação a runa sowelo. VOCÊ PODE CONSTRUIR POR VISUALIZAÇÃO AO INVÉS DESTA RUNA, A PALAVRA AESIR E UTILIZA-LA, PARA EFETUAR O ELEVAR DA ENERGIA, POIS PELO MESMO PRINCÍPIO, OS AESIRES ENGEDRARAM VIDA A PARTIR DA PRÉ-EXISTENTE JOTUN DE AUR-GERMIR;

3) Efetue este processo por 11 respirações, para cada nadi – lembre-se das técnicas de prana e kundalini yoga, quando a nadi ativa estiver em uso a passive estará tampada pelos dedos, e vice versa;

4)Para cada HVEL você efetuará 3 respirações visualizando o nome em runas do Hvel específico, entrando no mesmo em conjunto com um fluxo horário que consistirá de uma Swastica horária. E a seguir efetuará 3 respirações conjuntas a um giro anti-horário de uma swastica anti-horária, com o nome em runas também entrando na mesma – opcionalmente os giros horários podem ser estímulados por MUSPHELL e os anti-horários por NEPHELL, mantém-se as visualizações das Swasticas;

5)As cores podem seguir o padrão de decomposição da luz branca, em que Hvel do alto da cabeça se situará com o Índigo, e o Hvel básico com o Vermelho. Ou pode ser utilizado o padrão de cores como atribuido dentro da Unidade da Tradição referente as cores da cruz druídica para os chacras, pois o turbilhão é usado para demonstrar exatamente que cada mundo da Yggdrasil está em relação a um Hvel do Corpo;

5)Assim, estabelecendo que JOTUNHEIM É NECESSÁRIAMENTE O HVEL BÁSICO, e sabendo da ordem exata dos mundos dentro de Yggdrasil. Efetuando então um turbilhão, uma espiral concentrica que deve Ter em seu centro o centro do corpo humano, ou seja o plexo solar. Teremos então – levando em conta que a cada meia volta da espiral ela fica exatamente em oposição a um ponto determinado antes, um hvel anterior, saberemos que o “ajna chacra” lógicamente estará anterior ao hvel básico, dentro do sistema da espiral. E que o Hvel posterior ao básico será o da garganta, seguido neste sistema de espiral concêntrica do umbilical, e a seguir do cardíaco, e por fim do plexo solar;

6)Nesta ordem teremos, do hvel ligado a pituritária, até o do pâncreas: VANAHEIM ( hemisférios direito e esquerdo do cérebro – aqui se faz o necessário adendo, sabemos pelo texto acima que a cabala hermética e o sepher yetzirah, tem sua origem no Troth Aesir e Vanir, logo todo o conhecimento e atribuições embrionariamente e plenamente lá estavam, vide a tradição e a história como testemunhas, assim os atributos chamados de chockimah e binah remetem em sua fonte mais antiga a nada mais e nada menos do que a Njord e Nerthus , cujos atributos falam por si e esclarecem este ponto diretamente); JOTUHEIM; HELL ( lembremo-nos de Daath, Dumath, dos espíritos e do fato de que os mortos se comunicam com os vivos, via pessoa desajuizada que efetue mediunidade, pois dá sua energia a quem em vida não soube usar a dela, e isto pelo centro umeral, pelos vínculos com o ociptal do corpo, através da garganta); SWARTALFHEIM; MIDGARD ( lembremo-nos da famosa afirmação existente em diversas tradições de que existe a identidade da terra com o sol, terra – midgard – e sol – “anahata chacra”, e que esta afirmação encontra resolução na abordagem do ponto e do círculo no texto sobre Tetrakits desta Unidade da Tradição); ALFHEIM “LOSSALFHEIM E AS VEZES HOSSALFHEIM” ( está é a chave para os Tuatha de Dana, pois o Alfheim é o próprio Gwenwed, ou como disseram alguns – que no geral nunca aqui estiveram – fraternidade branca, e quando alguém até tem boas intenções, mas é incapaz de prosseguir, ou quando é totalmente indigno, os elfos, cujo nome correto em céltico é siddhe, dão a esta pessoa aquilo que ela quer ver. Foi assim que nasceram as atuais grandes fórmulas mágicas tão em moda nestes tempos, algumas tão em moda desde o passado, como o Enochiano, a Tosofia e os ditos “mestres” ascencionados (?) que nem graduação em práticas ocultas de quaisquer escolas que o fossem possuiam. Por isso é tão comentado dentro do Enochiano que nada é dito sobre o mundo Divino, ou dentro do Duidismo que somente o que eles chamam de deus, pode suportar a Eternidade de Keugant, “deus ou suas manifestações”, nome pelo qual são definidos os deuses neste druidismo em particular; e é aí que está a resposta, pois que do centro parte-se para a extremidade do círculo, que em celtico/druidico é a relação de gwenwed e keugant, e Aesgard será necessáriamente este círculo da eternidade, o estudo da tradição Aesir e Vanir, bem como da Yggdrasil compensará os esforço gasto para tanto. Aliás é de seidhir que vem a palavra Siddhe, que define realmente os Tuatha de Dana. E seidhir é a técnica mágica ligada totalmente ao culto de Freyja. Além de que Seidhir, quer dizer poder ou feitiço, de seidhir e siddhe, veio a palavra indú Siddhi, que quer dizer poder, e que nos tratados de yoga e tantra, são os poderes desenvolvidos chacra a chacra, durante o desenvolvimento da kundalini. Logo, no desenvolvimento dos poderes, siddhis, adentramos o Alfheim - apelidemo-os de Seidhirheim e compreenderemos corretamente o que se passa – mas somente pela maestria podemos cruzar a barreira e adentrar os portões de Aesgard. E como complemente, foi este o motivo de os Aesires e os Vanires não poderem vencer um ao outro, pois ao passo que Odin invocava suas Runas, Freyja em Seidhr acionava os Elfos); Por fim acima da cabeça teremos então HVEL AESGARD, em que Soma Chacra será estimulado pelo AETH de FREIR, Atma Chacra pelo AETH de HAGAL e Sahashara Chacra pelo AETH de TIW;

7) A Energia Vital deve subir pela coluna em linha reta, como descrita nos tratados de yoga e tantra, perfazendo o direcionamento direto da força para cima levando em conta a coluna vertebral e cervical humana, bem como seus pleoxos nervosos e hvel’s em particular que recebem a energia em linha reta desta forma específicamente, para poder comportar espiral de construção corretamente;

8) Por fim, vibre “cante” o nome do hvel de 3 a 7 vezes, para cada Hvel.



Método de Adoração e Prática Magicka geral

Faz o que Tu queres e será o Todo da Lei.


Hail,


  O que hoje sabemos sobre a Magia, leva-nos a conclusões um pouco perturbadoras pois ou devemos puramente praticar os antigos modos que formaram a base real do que se chama hoje de tradição, ou devemos entender que as formas de magia que se desenvolveram e que serviram de modo de acesso aos portais contemporâneos, como uma forma de atingir os antigos portais ou de explorar áreas pouco citadas, ou não citadas do conhecimento, partindo-se das descrições antigas.
  Sabemos com sólida base hoje, que o que se chama de magia Enokiana é uma forma de magia Élfica ou a própria, traduzida pela forma de pensar limitada e puritana de John Dee e Edward Kelly. Contudo, o fato é que o Enokiano funciona e produz efeitos poderosos, principalmente para aqueles que burlam as fachadas e armadilhas, uma das maiores por exemplo é a ilusão acerca do Monoteísmo.
  Assim posso realmente conhecer e estudar Alfheim, mas o que se pode dizer sobre os AETHYRS Enokianos, se nos baseamos no que foi escrito acima?
  Além disto, as formas de ver os Antigos como alguns praticantes que conseguem se colocar além das bobagens de Lovercraft e de Abdul Al Azread, demonstram uma forma de viver e contemplar o universo além das limitadas descrições antropomórficas. E sabemos que o culto aos Antigos é resultante do culto AESIR e VANIR, quando da passagem dos Godos e Visigodos, em solo sumério que quando da ascensão do culto a Marduk, foi gerada uma falsa religião adoradora do planeta Júpiter, com falsos livros sagrados, bem como a já conhecida perseguição a praticantes que buscaram manter sua fidelidade a tradição mais antiga.
  Estes praticantes que conseguem escapar destas armadilhas, vêem formas de ser e dimensões, inclusive das quais participam, cujas descrições vão além de qualquer forma de expressão que possam ter sido citadas anteriormente.
  E devemos também considerar formas de magia que nasceram muito recentemente, e que contribuíram  para produzir a devida abertura que possibilitou ao caminho do Norte poder se expressar mais uma vez, além de atuar como via alternativa para o AESGARD.
  Pois todo aquele que consegue se erguer por um caminho ou outro qualquer que ele seja, e vem a exaurir as vias de tal forma que se depare com a verdade além do abismo, confronta-se cedo ou tarde com os portões de AESGARD. E ali encontraram 12 Enormes regiões vinculadas as principais formas de desenvolvimento, tendo dentro de cada uma delas variantes que produziram no final com certeza uma via específica para cada tipo de praticante que a comporte.
  Assim sustentando que a fonte da Tradição seja o caminho que veio a ser a fonte do próprio Caminho do Norte, chamado de Culto Azag, e sabendo que há casas respectivas inerentes as conclusões de todos os processos de Magia em si mesmos, não é correto pensar que o que ocorreu simplesmente foi o fato de que sem mais Ter o contato com a humanidade, mas sabendo da existência de mais que humanos que continham em si os Genes dos Antigos, vias alternativas foram utilizadas para o contato com os Deuses. Sendo o esforço algo conjunto, tanto da parte de poucos seres passíveis de evoluir quanto dos Deuses, diretamente interessados na evolução da raça a eles vinculada.
  Perguntarão então: “Qual o interesse dos Deuses”?
  Falando em termos francos, é quase um certo egoísmo, pois os Deuses podem desfrutar fisicamente, mas para o poder fazer de forma completa, é necessário que exista DNA compatível, bem como um auto padrão de vibração auto, pois estes são fatores indispensáveis para que possam pai e mãe sustentar nascimento e geração de um ser dessa magnitude. Além disto, levando em conta que a terra e o universo é uma criação de Deuses, a eles pertencem a administração da mesma, e não aos Thurses invasores, que invadem áreas que não lhes pertencem, geram espécies inferiores (por meio do estímulo intensivo de dor, sofrimento e auto flagelação) para abarrota-las, e alimentam-se das mesmas bem como da destruição do meio que não criaram. Assim é necessário que alguém esteja em condições de tomar conta da mesma. Peculiarmente uma espécie em questão que deve despertar primeiro, e por mais que esta espécie tenha culpa da existência das inferiores, pois alguns de seus membros tornaram-se representantes dos Thurses no passado, propiciando o nascimento das condições de desgraça para o planeta como um todo.
  Assim, aqui está uma proposta que leva em conta o que há de mais verdadeiro nas tradições mais fortes e recentes, usando como Norte, ou melhor Nosdri, a Antiga tradição AESIR e VANIR. Assim, o objetivo proposto é o do estudo e uso de todas as tradições voltadas para o caminho do norte, para o alcançar, e desenvolver o objetivo final do Galdhr e Seidhr.

Wassay,

Amor é Lei, Amor Sob Vontade!!!




Abordagem Nórdica do Ritual do Pentagrama,

Abordando o Rubi Estrela como Base:



  Assumindo o fato de que o Estrela Rubi Thelemico, é o Ritual de Pentagrama  mais eficiente que existe. E levando-se em conta que o mesmo trabalha com elementos básicos, que invocam a tradição do Norte, podemos então basearmo-nos no mesmo como o método de fusão de corpo, emoção, mente vitalidade e espírito em direção a um ponto comum, a evolução.
  A questão básica que se pode fazer uma vez que se tenha tomado ciência plena da base de um ritual de pent., é essencialmente por que foi efetuado o parágrafo a cima?
  Como já foi grandemente abordado em vários textos thelemicos, o rubi Estrela, leva em conta o Eixo do da Rotação da Terra em Torno do Sol, sem as ilusões do Leste Oeste Aparente, e efetuando uma inversão em relação aos signos fixos de Fogo do Fogo, Leão e Ar do Ar, Aquários. Pois Leão está a Norte no céu e Aquários está a Sul no céu.
  Como também já foi grandemente abordado, isto ocorre essencialmente porque o objetivo é deslocar a face vinculada ao homem - dentro da cabala hermética, os Chaioth Ha Kadosh  que apareceram para Ezequiel, possuindo uma face de touro, uma de leão, uma de águia e uma Humana; representam exatamente estes signos fixos, e como eram 4 anjos inclusive ligados ao que seria o coro angélico de Kether, representavam o conjunto das permutações de Yod He Vau He – em direção ao ponto focal de adoração, que na descrição dos Thelemitas é o Norte, Nosdri. Pois lá estaremos voltados aproximadamente para Sírius, a estrela adorada onde ocorre a vinculação de culto a cerca do Gwennwed Druídico e Celtico, A Fraternidade Branca Verdadeira dos Thelemitas, a Estrela De Isis, também vinculada a Sothis a Deusa Egípcia da Iniciação, e também ao culto do Povo Dogon e bem como a adoração ligada aos Antigos do Ponto de Vista Sumério e ao culto Yesidy de SHAITAN.
  Também há uma pequena deslocação do eixo, quando consideramos o Leste Thelemico como Boleskine (que Crowley descreveu como o correto em seus livros, porque foi lá que ele executou sua operação do Santo anjo Guardião, a invocação do Sdhee Pessoal, ou, Elfo de Luz Pessoal), mas sabemos que este local na verdade é o ponto de contato com o Avangh Dhu Druídico, uma entidade que é uma faceta de Kuthulu, ou Katulu (tradução: Homem Interno), cujo mais antigo Deus em que se basearam os Sumérios para engendrar seu Kuthulu, foi o AGEAR Nórdico, base para os gregos criarem seu POSSEIDON. De qualquer forma, AGEAR é um JOTUN, tribalizado aos Vanires, sendo então um Deus das Águas e pai de todos os Tritões, Quinotauros, e seres das Águas. Sendo um JOTUN, um gigante, sua procedência é JOTUNHEIM,  QUE FICA A LESTE, VESTRI. Assim, a unicidade ocorre mais uma vez.
  Também devo com base em algumas afirmações pouco inteligentes, vinculadas aqueles que se apegam e se apegaram até o último e fatal segundo de que “...Mesmo que seja verdade que não exista uma tradição grega própria no fundo de suas raízes. O desenvolvimento da filosofia, mostra que os gregos foram além dos limites dos bárbaros simplórios....”.
  A frase acima é tolice, pois antes mesmo que sequer se cogitasse a existência dos filósofos, e inclusive a partir dos mesmos o que se nomeou depois de movimento gnóstico (ao se mesclar com livros de irados discordantes monoteístas, influênciados pelo pensamento hermético). Já a muitos milênios haviam os Druidas entre os Céltas e os Vitks e Seidhkonas entre os Nórdicos, e os mesmos questionavam-se sobre a natureza do universo e suas características, bem como a natureza e essência de que se compõem os mundos sutis, e seus entrelaçamentos com o indivíduo passível de evoluir. Para os discordantes, eu deixo que a história reforce minhas palavras, e que deixem seus olhos caírem sobre o Mabnogion e as Tríadas Célticas (preferencialmente as Tríadas não adulteradas por Poul Bolchet , que as sincretizou com a teosofia e a gnose, por não possuir conhecimento da essência interna do druidismo – aliás teosofia está que gerou o Nazismo, mística católica combinada a runas surrupiadas e textos do budismo Bompo; e bem como gerou o estúpido culto aos mestres ascencionados ); ou estudem o Havamal e as EDDAS. O esforço mostrará que o que se afirma como sendo simples ou rudimentar, em verdade possui sutilezas tais, que necessitam de anos de estudo para que se compreendam completamente.
  Sabemos que o ponto de Inverno do Rubi, é o AR, que se vincula a Deusa Nuit, entendida como o NADA, o ÊXTASE, e na descrição da YGGDRASIL, a NORTE TEMOS A TERRA DO FRIO ABSOLUTO,  total ausência de atividade, em uma palavra morte além da morte. Lá existe o HVELGERMIR, o poço ressonante. Este é uma fonte que não pode gerar sem energia suficiente.
  Também sabemos que HADIT está a Sul, Sudri. Ele que é Verão, e fogo que afirma no Liber Al Vel Legis: “Que ISA – Runa que é o próprio GELO, Nephellheim – esteja com ASAR – Nome coletivo para todos os AESIRES – pois eles são UM. Eles não são de mim...”, pois isto se refere ao Gigante de Fogo SURTUR, que é absolutamente diferente de Aesires, JOTUNS, Vanires, etc, para ele tudo que não está vinculado ao fogo absoluto, ao calor absoluto em constante crescimento, é frio. E sabemos que neste âmbito não pode haver vida, pois não há o tempo para formar, tudo se consome imediatamente no fogo.
  A Leste, como foi citado acima, está JOTUNHEIM. Bestas gigantescas, assim como THERION.
  E a Oeste, Austri, temos o Vanaheim, o local dos Deuses da Terra, em que a principal Deusa é FREIJA, Feiticeira Extremamente Sensual e Sexual, que assim como HAID, também uma Deusa Vanir, utiliza-se de diversas artes de transe (Seidhr) e erudição com o uso de runas (Galdhr), para alterar a realidade a sua volta. Desnecessário dizer que os vínculos com BABALON, são absolutos.
  Há no Rubi, uma saudação a PAN acima da cabeça. Pan o todo em um, pois Crowley era Panteísta. Contudo, justamente acima está diretamente o HOSSALFHEIM, e após o mesmo AESGARD. Sabemos desde já que HOSSALFHEIM, é o GWENNWED, Sírius, Grande Fraternidade Branca Verdadeira, etc., assim por meio destes Hossalfs  entramos em contato com os Deuses, pois em Aesgard estão os Aesires, Vanires que para lá foram, e em Hossalfheim, mora FREIR, irmão de Freija, e igualmente poderoso Vanir.
  E dentro do Ritual Maior de Pentagrama Thelemico, chamado de            “A Marca Da Besta”. É clamado também as forças que estão abaixo e a cima  aos poderes de Set. Um culto que em suas origens guardava muitas similaridades com o Troth Aesir e Vanir. 


  De certa forma o mesmo ocorre com Yggdrasil, uma vez que igualmente há regiões acima e abaixo dela.
  Dentro do Aesgard, temos 12 enormes regiões, que necessariamente vinculam-se a todas as artes, e suas permutações bem como as possíveis variações e desenvolvimentos que o potencial humano, ou não - humano, podem gerar. Essencialmente, para cada tipo de concretização daquilo que se chama Grande Obra, teremos uma vinculação, uma região com uma sub - divisão como morada para o praticante.
  Cada uma destas 12 Mansões, pertencem a um Deus específico, assim basicamente, pela operação do S. Anjo Guardião , ou seja, do HOSSALF pessoal, nós desenvolvemos nosso Self, nosso Silf, nossa individualidade. Que pelo crescimento das 9 virtudes, nos capacitará a adentrar uma destas 12 regiões, de acordo com nossas aptidões pessoais.
  Assim, já temos os elementos para avaliar o Ritual Thelemico de Pentagrama, como um sucessor da tradição do Norte. E uma vez que as técnicas de pentagrama, realmente funcionam, saberemos que a rota indireta foi engendrada, como foi citado no texto “Deuses, Daath e o Abismo”, dentro da Unidade da Tradição.
  Logo, proponho o seguinte método Pentagramático:




Ritual de Pentagrama: Estrela Nosdri Poláris (A ESTRELA DO TROTH)



  Este ritual de pentagrama deve ser executado de frente para o Norte, com o objetivo de invocar os poderes da Ursa Maior, cuja estrela central é Polaris, a estrela do Norte, chamada de Lar dos Antigos Deuses.
  Seus posicionamentos são singulares e exatamente como demonstrado no texto acima, refletem muito do que se estuda ao se realizar o Rubi Estrela, contudo seria mais correto dizer que o R. Estrela em verdade baseia-se nas posições dos mundos de Yggdrasil.


1) De frente para o Norte, de pé, inale o ar ao mesmo tempo em que eleva o punho fechado, com o dedo indicador de sua mão ativa esticado para frente. Toque nos lábios, ao mesmo tempo em que para de inalar. Então desça bruscamente em linha reta, mantendo o braço esticado, até a altura do plexo solar. Puxe da esquerda para direita, uma linha reta horizontal paralela a distância proporcional onde o dedo chegou inicialmente em sua descida vertical, sempre com a mão na mesma posição. Você terá formado um T , invertido. E este é precisamente o símbolo do Martelo de Thor, Mijoulnir , cujo nome traduzindo quer dizer Destruidor.

  Durante todo o traçado deste T inverso, emita a seguinte saudação: “HAIL THE MIKIT THOR” – note o seguinte detalhe, Thor é o Deus protetor da Terra, que impede o avanço de forças invasoras, que trabalham contra os propósitos de desenvolvimento e crescimento do ser. Assim, o “apopantos kakodaimonos” de Crowley, “afasta-te de mim espírito imundo”, faz-se plenamente entendido.

2) Em seguida você visializará o Selo E.O.S.A.M., tendo o Anki exatamente sobre o Plexo Solar com o Octagrama traçado a sua volta perfazendo as 2 Swásticas. Assim os braços da Swástica Horária vão até o diâmetro que corresponderia a um círculo que viria a tocar tanto o coração quanto o Umbigo. Os braços da Swástica Anti-Horária tocarão exatamente a planta dos pés e o alto da cabeça. Então efetue a saudação : “Hail ASAR auk VANIR auk HOSSALF”. Após isto, trace os mundos de Yggdrasil em pontos específicos do corpo. Pois este é o meio de pela inter-conexão entre o Universo interno e o externo, realizar o casamento de ambos, para os propósitos do ritual:

a)Com a mão ativa em figa, gire horariamente sobre a cabeça, a seguir gire-a anti – horarimente. Profira Aesgar; b)Desça a mão até o plexo solar (sempre com a mão em figa), profira Hossalfheim ; c) Vá até o ponto do plexo cardíaco e vibre Midgard; d) Vá até o umbigo, e profira Swartalfheim; e) Vá até a garganta e vibre HellHeim; f) Vá até os órgãos sexuais e diga Jotunheim; g) Circule a mão em figa pelo lado passivo do corpo e profira Nephellheim; h) Circule a mão pelo lado ativo do corpo e diga, Musphellheim; i) Vá até o ponto entre as sobrancelhas e diga Vanaheim.

Obs.: Nephellheim e Musphellheim, são as forças que mantém viva a Yggdrasil, são Ida e Píngala, os detalhes podem melhor serem acompanhados nos textos sobre Estímulo de Hvel.

3) A seguir, gire o corpo horariamente traçando equidistantes as 24 runas do futhark, perfazendo um Anel Rúnico a sua volta, em vermelho.

4) Gire para a esquerda, anti – horariamente, de forma a visualizar uma Esfera Verde Formando-se a Sua Volta.

5) Sempre de frente para o Norte, agora você começará a traçar os Pentagramas.

Os paços são basicamente os mesmos, você de frente para o quadrante (mundo de Ygdrasil em questão), inala o ar de Uma a Três vezes, muito lentamente e durante o processo, visualiza que o nome que rege o Pentagrama que vai arremessar para frente, entra por seus poros e aparelho respiratório (visualize-o feito da mesma essência do mundo, por exemplo se for Musphellheim, fogo). Durante o tempo em que realiza esta respiração ritmada, estando sempre Ereto, mantenha a mão ativa efetuando um Mudra que representa OS, e a mão passiva um Mudra que representa FEHU ( OS: Polegar prendendo o dedo médio e o mínimo, a mão estará de lado as pontas dos dedos naturalmente se voltam para o corpo. FEHU: Indicador para cima, verticalmente, polegar encostado no nódulo do dedo Médio, segurando o dedo anular, que fica então dobrado para dentro da mão, os dedos Médio e Mínimo estão estarão esticados para frente , horizontalmente, a mão acabará por se voltar naturalmente na direção do corpo). Isto criará um vínculo entre uma Runa que representa Lady Freija, Fehu vinculada a efetuação de Magia, senhora do Seidhr; e a Runa que representa os Aesir, principalmente ODIN, senhor do Galdhr, e que está ligada a inspiração OS (Ansus). Assim você deverá manter as mão cobrindo os olhos, de forma que sobrará um pequeno espaço entre as mesmas, na altura do Hvel Vanir (entre as sobrancelhas). Ali, o processo de respiração e as Mudras Rúnicas, mais a visualização, serão usados para gerar um pentagrama, composto do elemento e nome visualizado, e ativado pelos poderosos Aesir e Vanir, Lord e Lady da Magia. Sendo que este pentagrama, deve ser formado entre as sobrancelhas exatamente no sentido do traçado que será efetuado, tanto para abrir quanto para fechar.

  Arremesse o pentagrama para frente, Vibrando seu nome de forma forte e mantrica, e visualize que o mesmo se forma a sua frente no círculo, no traçado que você deseja, ou para abrir ou para fechar.
  Você deve então voltar o punho fechado  de sua mão ativa, apenas com o dedo indicador estendido tocando os lábios fechados com o mesmo, dando a entender silêncio.
  Você vai se mover em seguida, em sentido anti – horário, para traçar o seguinte pentagrama no quadrante correspondente, até que formem os quatro quadrantes em torno de Midgard.

6) No Norte você vibrará Nephellheim. No Oeste, você vibrará Vanaheim. No Sul você vibrará Musphellheim. E no Leste, Você vibrará Jotunheim.

7) Efetue, de frente para o Norte, aqueles signos que são conhecidos no Necronomicom, como Voor, Kish, Koth e o Signo dos Deuses mais antigos.

  Estes signos estão conectados respectivamente as Runas Perth (perpero), Lagus, Hagalas e Algis (Ehlz). Se nos mantivermos em atenção, veremos que pelas idéias implícitas as mesmas Runas, estaremos declarando: “Ë meu Destino (perth), mesmo nos portais da adversidade e morte (Lagus) legado de meus ancestrais, em meu sangue. Verdade em todos os Mundos (Hagalas, vinculada a Hagal, e dita as vezes como pertencente a Haimdallr). Que eu sou Uno as Antigas Fontes Cósmicas (Algis): Orlog, poço de Urd; Hvelgermir, fonte de Nephelheim; Bem como ao Hvel Mimir, fonte da Sabedoria. Eu e os Deuses somos Um (Algis)”.

8) Mantenha o Corpo Ereto, coloque os braços de forma que até os cotovelos, eles fiquem abaixados, mas daí em diante fiquem para cima, formando uma Runa Alternativa de Nome SIGHTIW, um T em que os braços horizontais formam pequenos “v”. PROFIRA A SEGUINTE FRASE ENTÃO:

“Hvelgermir I Nosdri;”

“Surtur I Sudri;” “Hvel Mimir I Vestri;”

“Nerphus I Austri.”

“Ufir Mer I Hossalfheim. Upir Hossalfheim I AESGARD;”

“Upir Mer I Swartalfheim. Upir Swartalfheim i Hell;”

“Um Miki Og ASAR, OK Vanir, OK HOSSALF, OK YGGDRASIL.”

Tradução: (Hvelgarmir está a Norte. Surtur está a Sul. O Poço do Saber está a Leste. A Deusa da Terra Está a Oeste. Acima de mim está O Lar dos Elfos, Acima deste está Aesgard. Abaixo de mim está o lar dos Eslfos Escuros, abaixo deste a terra dos Mortos. Aminha volta e dentro de mim estão Os Aesires, Os Vanires, os Hossalfs e A Árvore da Vida.)

9) Mais uma vez, de frente para o Norte ainda, realize todas as partes do ponto 2 (o traçar e proferir da Yggdrasil no Corpo fisíco), e em seguida trace o Mijoulnir, o T inverso, e profira: “Hail The Mikit Thor”.

10) Efetue suas práticas dentro deste Ritual.

11) Em seguida, para fecha-lo, realize todos os passos, mas lembre-se de efetuar os pentagramas sempre Fechando-os.



Enoquiano, a rota alternativa de Hossalfheim




  Após termos abordado o sistema do uso do Pentagrama, estamos agora diretamente prontos para abordar o que se segue ao mesmo.
  Notemos que já possuímos um meio para invocar toda Yggdrasil, e mesmo que possuamos o Sistema de Hvel, ainda há a pergunta que se refere aos detalhes mágickos. Como se procede o desenvolver do processo para atingir o reino imediatamente anterior a AESGARD, Hossalfheim, como explorar este reino, conhecer tudo que nele há e desenvolver nosso Sdhee Alf, nosso Self.
  Como foi largamente abordado em outros pontos, tudo que se refere ao Enoquiano, está conectado a Tábua da União. Aquela que possui 20 letras, perfazendo 4 nomes de 5 letras, que são essencialmente AR, Água, Terra e Fogo, do espírito. 
  Sabemos que a primeira letra de cada um destes nomes (E,H,N e B), referem-se ao Rei Elemental de cada Torre de Vigília Enoquiana, ativados pela Primeira Chave Enoquiana. E que a Segunda Chave ativa todos os AETHYRS Enoquianos, Sendo que as outras 16 Chaves ativam as permutações de YOD, HE, VAU e HE (Rei, Rainha, Príncipe e Princesa). Assim construindo todo um corpo de desenvolvimento.
  Além disto sabemos que os Governadores de ZAX, o Abismo Enoquiano, tem seus nomes formados pelas 20 letras da Torre de União, somados a mais uma letra (um equivalente para o L), que está na Torre da Água.
  Isto significa que tudo que está no Enoquiano, necessariamente, está conectado a Choronzon, pois este vive e é ZAX.
  Logo, já que o que se chama  de Abismo na Cabala, DAATH, é o HOSSALFHEIM, e que o Enoquiano essencialmente lida com as permutações do Abismo. O Enoquiano é por Excelência Magia Élfica.
  Assim, para desenvolvermos nosso Elfo Pessoal, chamado dentro do Thelemismo e da Cabala de Santo Anjo Guardião. Devemos percorrer todos os caminhos do Enoquiano, em uma palavra devemos atingir o Primeiro AETHYR ENOQUIANO, e ali nos estaremos exatamente no centro do círculo.
  Exatamente como descrito nos textos anteriores.
  Agora a via para isto será, ou a prática do Enoquiano como Dee e Kelly, o fizeram (e eu não o recomendo, pois o resultado é insatisfatório). Ou a prática do Enoquiano, com abrangência Thelêmica, e desprovida do puritanismo e pensamento estreito da Golden Dawn (Que foi a organização que mais o utilizou desde o início).
  Contudo, pela lógica resultante do uso do respeito pela própria tradição. Podemos invocar os Hossalfs, dentro do Estrela do Troth (por exemplo), de maneira que ao contrário de utilizarmos Deuses Egípcios para entrar em cada uma das Letras que perfazem Cada Uma das Torres (156 letras para cada Torre), sendo que cada uma delas é um universo a parte, e então utilizaremos os Hossalfs para este fim, já que ali é sua residência.
  Também devemos viajar pelos AETHYRS ENOQUIANOS, regidos por 90 + 1 Governadores. Manteremos o Nome dos Governadores a princípio, e seguiremos invocando os Elfos (se os mesmos se apresentarem de outra forma além dos nomes Enoquianos que aprenderam a usar) adquirindo com isto os meios e conhecimentos de como sua terra é e subsiste.
  Lembre-se após ZAX, há 9 outros Aethyrs, cada um deles com uma experiência e forma de consciência diferente. Isto por si só é suficiente para remeter as 9 VIRTUDES. E do mesmo modo como já foi abordado, serão desenvolvidas até que o ser chegue ao Primeiro AETHYR, o centro do Círculo.
  Em seguida vem aquilo que os Textos Enoquianos atuais, e mesmo os de Dee e Kelly, expressaram como o Plano Divino, onde não há descrição feita. E onde está escrito Plano Divino, leia-se Mundo dos Deuses.
  Como adendo, quero que se lembrem de que Kelly enlouqueceu após adentrar o 7 Aethyr, o Aethyr do Amor, pois lá está uma Deusa que disso que destruiria a civilização como Dee e Kelly a conheciam. Esta mesma Deusa que deixou claro para os dois que não havia lei que não fosse a “Verdade Pessoal”!
  Como foi descrito anteriormente, esta Deusa é adorada como Babalon entre os Thelemitas. E seu correto nome é FREIJA, amada e adorada acima de tudo pelos Elfos, provavelmente pelos Swartalfs também.
  Assim, proponho que após ser aplicado um ritual de pentagrama, e pelo próprio texto recomendo o uso Da “Estrela do Troth”. Que se use as Chaves Enoquianas 1 e 2, para que Hossalfheim aproxime-se. E que, para celebrações referentes a datas específicas, que se adeque a combinação adequada de Chaves Enoquianas, de maneira que os Elfos que trabalham com determinados meios venham e estejam afim ao ritual propiciando-o (pode-se por exemplo, sabendo-se que um determinado decanato astrológico é regido por um certo planeta, perfazer a lei que determina que uma cor está para cada decanato e planeta. E pela adequação usar a Chave própria. Ou se for um Blot em Honra a Uma Deusa ou Deus em questão, acionar as chaves de acordo com a proximidade com as características deste Deus ou Deusa).
  Que se domine por prática e estudos tudo que se refere ao Enoquiano, e assim o mesmo se dá com Hossalfheim.
  Além de que, se ativarmos corretamente Hossalfheim, ocorrerá uma maior proximidade com AESGARD, pois Hossalfheim é fronteiriça a AESGARD.
  E por último sito que, como já foi explanado, sendo o Enoquiano uma cópia do FUTHARK, podemos substituir o ato de MENTALIZAR EM ENOQUIANO DURANTE AS PRÁTICAS E MEDITAÇÕES, pelas RUNAS. E eu insisto no ESTUDO DAS PALAVRAS EM ENOQUIANO, DE MANEIRA A COMPARA-LAS COM O ANGLO-SAXÃO, pois daí podem surgir interpretações insuspeitadas. E que as Invocações e Chaves Enoquianas cantadas, podem ser efetuadas com a mente concentrada em Runas.
  Lembrem-se o Enoquiano é composto de 21 letras, que perfazem um “jogo” de 3 colunas. E da mesma forma o Futhark é composto de 24 letras que igualmente perfazem um “jogo” de 3 colunas, cada conjunto 8 runas é chamado de AETH (O QUE QUER DIZER “Em Número de 8”), que singularmente é parecido com a palavra Enoquiana AETHYR.
  E dentro desta mesma explanação sobre Enoquiano, é necessário citar algumas palavras sobre a Operação do Santo Anjo Guardião.
  Segundo os textos Enoquianos, a consecução da Verdadeira Vontade ocorreria pela fusão do S.A.Guardião com o praticante. Contudo sabemos que, o S. A. G. é um elfo mensageiro vinculado a nossa obra pessoal. O que significa, que existem aquelas pessoas que podem vir a se fixar em Hossalfheim, pois lá é seu lugar próprio, elas estão identificadas com os meios de ser, e formas de interagir dos Elfos. Contudo, há um plano superior que deve ser atingido através das 9 virtudes, desenvolvidas pelo viver e experimentar dentro do Hossalfheim, a saber o domínio dos AETHYRS ENOQUIANOS.
  E como foi citado no texto “Deuses, Daath e o Abismo”, aquilo é o ponto onde nós realmente nascemos, onde é criado o conjunto das condições para que possamos realmente existir e viver além dos modos abaixo do abismo. Estas 9 virtudes, devem necessariamente expandir-se e ao faze-lo devem expandir nossas consciências, ao nível do infinito, AESGARD.
  Assim o chamado “LIBER SAMECK” dos thelemitas, conhecido também como Ritual do Não Nascido, simplesmente invoca o Elfo que servirá de guia e mensageiro durante todo o processo peculiar anterior ao direcionamento total da consciência para o centro do Círculo, que é Hossalfheim. Sendo que o mesmo se distanciará exatamente quando não for mais necessário que exista um Hossalf para guia-la ou guia-lo dentro do mundo dos Hossalfs, pois você mesmo está se tornando um Hossalf.
  Um pequeno adendo deve ser feito em relação aos Círculos Mágickos, bem como os triângulos da Arte.
  Você nunca se isola do ser invocado durante operação alguma. Como já foi dito anteriormente, você perfaz um Cone (que em radiestesia é um concentrador de energia, que a leva para o centro do mesmo); pois o Triângulo da Arte fica ao Norte, Nosdri, e o círculo fica geometricamente em direção ao mesmo, o que ocorre é que um simples traçar em linha reta de duas retas a partir das laterais do triângulo, até o Círculo concluirão o Cone.
  Assim, o ser ao se manifestar no Triângulo, emitirá sua essência e energia para o Círculo, que a concentrará no centro do mesmo, exatamente onde está o praticante.
  O S. A. Guardião é chamado na verdade para filtrar toda e qualquer outra influência além daquela do ser invocado. Pois os arcanjos especialmente usados com a finalidade de invocar ou evocar, bem como o círculo mágicko e ritual de pentagrama, dentro da tradição  cabalística hermética; todos eles são pertencentes ao Ritual Maior de Pentagrama, essencial e totalmente vinculado a DAATH, que como sabemos é HOSSALFHEIM.



A ORIGEM DA TRADIÇÃO NO CULTO AZAG


Neste ponto de nossos estudos, podemos começar a abordar importantes questões, que sem dúvida devem estar pulsando na mente dos que se inquietam com o ocultismo. Devemos estar nos perguntando, de onde provém os termos afirmando as informações sobre os que vieram do céu dentro do Drudismo e Celtismo, os Sdhee, ou mesmo o motivo para que se afirme aos Aesires como estelares. Indo além teremos também inquietantes perguntas sobre a origem dos Guts, ou Gutianos, naquela região. Sabemos que houve uma migração a partir da região do Cáucaso e Transcaucaso e estepes Russas, a aproximadamente 9.000 anos atraz (possivelmente mais), 7.000 anos antes deste era ridícula, que veio a se fracionar em 2 grandes Grupos, em que o primeiro atravessando horizontalmente foi em direção as terras da Índia, e que deste contato formou-se o princípio do movimento Indo-ário naquelas terras, em que uma parte dos que ali viviam continuaram em linha reta até a Europa. A outra parte desceu e foi, primeiramente até a Região de Zagres, antiga região da Pérsia (onde, milênios depois, sempre foi afirmado pôr estudiosos como sendo pátria ária em solo sumério). Somando-se a este fato teremos artefatos que comprovam que uma sólida e bem organizada civilização floresceu no solo da Suméria, bem próximo do que seria a Babilônia por volta de 3.500 anos antes desta vulgar era ridícula, e que possuía uma língua falada e escrita que não correspondia ao cuneiforme, mas que possuía elementos similares ao Fenício, inclusive tendo uma de suas letras a mesma Hagalaz dos povos Góthicos (algo como um asterisco). Esta civilização, como foi comprovada era formada por povos caucasianos, ou seja, ários. Estes povos ali estavam cronologicamente no mesmo momento em que o antigo culto de Namu Tiamat, o Oceano Primordial chamado dentro do cabalismo de AIN, imperava na Suméria. Sabemos de antemão que todas as obras e artes, e bem como todos os ofícios e atos, pertencentes a Tiamat foram incorporadas ao culto a Enki (o qual é seu filho com Anu a extensão do céu estrelado), o Deus que veio a tomar posse do abismo para sí. Para se ter uma idéia, primeiramente foi feito a incorporação dos Poderes de Apsu/Abssu e das artes de Namu, para Enki. Em seguida com o texto adulterado aclamado na Babilônia um milênio mais tarde, sob o nome Enuma Elish, Nidmud Ea (que é um nome sob o qual os gregos também o conheceram), o Deus Enki, é visto não como sucessor de sua mãe, mas vencedor do aspecto masculino de Tiamat, chamado de Abssu neste texto adulterado, enquanto seu filho Marduk, derrota Tiamat e molda o mundo, o Universo, e o todo através de seu corpo. Assim a base para o que o Enuma Elish seria, começou no culto a Enki inadvertidamente. É até um tanto quanto ridículo afirmar o planeta Júpiter como aquele que suplanta o Espaço, e todas as suas estrelas. Veremos que a Thur Indara, senhor dos Guts, ou Gutianos, por volta de 3.480 antes desta era ridícula, foi creditado matar a Serpente Gigante. E veremos que nos cultos, passados de boca a ouvido, no decorrer do tempo, e depois adaptados ao relevo nórdico, veremos ao grande gigante original Aour-Germir sendo morto pelos Aesires originais, e dos restos de seu corpo o universo e a terra, bem como os mundo foram gerados. Até mesmo é citado um dilúvio produzido pelo sangue do Jotun original, que matou a todos os seus Filhos Jotuns, com exceção de um casal de Gigantes. Este mesmo grupo Gut/Guthiano, influenciou a Índia gerando ao Culto Ário a Indra ali. Veremos ali por perto, no Egito que em Tebas (capital do conhecimento entre os Egípcios) floresceu o culto a ASAR un nepher, senhor e juiz dos mortos, e a causa provável foi a presença dos Guts por ali em suas constantes migrações em direção a Noroeste. No entanto, voltando as origens que PRECEDERAM os costumes posteriores dos Guts. Veremos que o culto que existia na Suméria era voltado em essência para Namu Tiamat (o Grande Oceano ou se preferir as Profundezas do Espaço). Especificamente do Grande Abismo, do ABSSU/APSO vieram os Sibilli AZAG Aphikallu, chamados também de Engidudu ou Ummamu (sábios). São os Sete Sábios Feiticeiros, que trouxeram nos originais mitos antigos as artes da civilização para a humanidade. Na primeira versão posterior, Anu aparece como aquele que os fez, e estes aqui eram chamados de Engidudu os guardiões das portas dos mundos inferiores. Na versão seguinte Enki os fez, sendo seu pai (versão esta em que Nidmud Ea, Enki, é visto como o Deus Criador) e os enviou para ensinar aos humanos, muitas vezes o primeiro deles, é chamado de Adapa e é visto como uma espécie de adão, o que mostra um choque de termos nesta versão da origem dos Azag. Em outra versão mais recente ainda, os Engidudu são vencidos por Girra, que é o conselheiro de Marduk nos textos gerados a partir do Enuma Elish, e em outros casos são vencidos por Nergal/Nerakai, ou por Ninurta. Neste caso eles passam a ser vistos como espíritos que somente podem ser convocados para a guerra ou para causar doença e dor, uma vez que Ninurta/Girra/Nerakai vem a desposar a Senhora do Arallu, a Deusa Ereshikgal (que curiosamente assim como a Hella Nórdica, é muito alva, e cobre-se com um manto negro sendo vista muitas vezes com uma face esquelética, e sendo que a mesma é muito severa e é uma rígida juíza. Isto sem contar que as preocupações com o enterro, e com o parente póstumo, são incrivelmente similares entre estes 2 povos tão APARENTEMENTE separados pelo tempo e espaço). Assim vemos que com o decorrer do tempo, o antigo culto aos que trouxeram o conhecimento foi adulterado conforme os textos que vieram a gerar em tempos futuros, o Al Asif, foram cultivados entre os povos sumérios. Vemos claramente no texto Magan e mesmo no texto Maklu, o amaldiçoar contínuo aos 7 e a Ereshikgal (que aqui já passou a ser vista como sendo algo malígno). Eles são continuamente chamados de causadores de doenças e de problemas (e notemos que na suméria a doença ou a loucura eram vistos como sendo mostras de possessão demoníaca). E notemos que inclusive um ser guardião das florestas de nome Umawa, que foi citado no épico Gilgamesh, é citado em textos posteriores como sendo um dos Sibilli Aphkallu, aqui demonstrados somente como o mal. Agora, se levarmos em conta pesquisas efetuadas por pessoas como Arnold Arnold, George hay, Colin Wilson, Robert Turner, Patrícia Shore e a contribuição de David Langford, poderemos ir a pontos mais longínquos dentro da tradição. Uma pesquisa totalmente baseada em métodos científicos, comprovou que a erosão observada na esfinge, e em alguns locais em luxor, foi gerada por Chuva de um determinado tipo que não existe no clima do egito. O tipo de erosão ali encontrada somente poderia ocorrer durante o período das Glaciações, por mais estranho que isto possa parecer. Mas justamente ele se posiciona vinculado aos movimentos de migrações originais caucasianos (já que o clima naquele tempo ameno da região da Rússia ou suas proximidades, mudou para algo muito frio), e em contrapartida, a procura por um tipo de clima mais úmido do que aquele que veio a existir no Egito, com o fim das glaciações. Os pesquisadores acima citados, juntaram seus esforços registrando-os em um trabalho, o Texto R’lyeh. Este Texto também contém uma pesquisa extensa efetuada acerca da cultura Dogon, que produziu um efeito muito interessante. Este povo Dógon, tem por hábito religioso um interessante culto, em que simulam a decida de um objeto abaulado, e de dentro do mesmo saem pessoas com máscaras e roupas diferenciadas que caracterizam os deuses daquele povo. Este povo afirma que seus Deuses vieram de um Corpo Estelar, que orbita uma Estrela na constelação de Cão Maior. Eles sempre foram um povo sem contato com outros povos, e careciam de qualquer método de observação acurada sobre astronomia. Mesmo assim eles afirmavam entre outras coisas, que o sol orbitava esta estrela, e que ela é determinada quantidade de vezes maior que o sol, e mais que é uma estrela binária (há uma estrela orbitando outra, muito próximas). Esta estrela é Sírius, e foi somente em 1950 que foi realmente comprovada sua existência. E mais cada afirmação dos Dogons mostrou-se verídica em todos os sentidos. Para dar um grau real da importância destes dados, todos os cálculos sobre o Grande Ano Solar ( o tempo em que o sol dá uma volta completa em sua órbita), são calculados com base em Sírius, ou seja 25.560 anos. A Deusa Egípcia da iniciação e dos mistérios maiores do Egito, que é chamada de a Alma de Ísis, é SOTHIS a Estrela Sírius. Na Suméria Kaksisa e Sagalla são os termos para a Deusa de Todas as Estrelas, Sírius, e em torno dela os cálculos astronômicos foram realizados, e em torno destes cálculos todas as atividades dos Sacerdotes eram realizadas, da astronomia as previsões para as colheitas, e para os principais atos Sagrados. A Base Vezes a Altura da Grande Pirâmide, gera o número exato para o Grande Ano Solar, que como vimos baseia-se em Sírius. O Líder dos seres citados pelos Dogons, chamava-se Nomos. E vemos que Nomos é o termo exato para os agrupamentos que vieram a formar o império Egípcio, e que também a palavra Namu é muito próxima de Nomos. Os Dogons são categóricos ao citar que os que vieram com Nomos, eram todos SERES ANFÍBIOS, e possuíam feições similares as Reptilianas. Se por exemplo, pensarmos em termos de Índia, notaremos que há relatos claros sobre o fato de que foi um peixe que instruiu os humanos, aprendendo diretamente de Shiva sobre o conhecimento. Adapa, um nome mais recente para o Sibilli Aphkallu de nome U-na, ao pescar para o templo de Enki (no mito mais moderno), foi derrubado de seu barco por Pazuzu, o Vento Sul, e foi morar com os seres do Oceano. Além de que os Aphkallu são citados como não possuindo designação sexual. Os textos os afirmam como : “Nem Homem nem Mulher”. Tiamat é chamada de Dragão, ou Grande Serpente. E da mesma forma a Deusa Primordial dos egípcios Neith, o Chaos original, é um Dragão. Shiva é visto sempre acompanhado de Serpentes, e a própria Kundalini a força vital que causa o desenvolvimento dos Siddhis, é uma Serpente. Curiosamente, a área central do cérebro humano é chamada de Área Reptiliana, e justamente ela tem um papel muito importante em função das atividades dos chacras, ou Hvels se preferir, que atuam do Ajna para cima. Os Aphikallu são chamados de AZAG, os feiticeiros. Este termo AZAG, aparece como ASAR, AESIR, AESUS, ASA, ASES e AZA. O primeiro caso é sumério, o segundo é nórdico, o terceiro é céltico e druídico, o quarto é uma variação nórdica, o quinto ASES é nórdico, e foi aproveitado pelos cabalistas da região da Boehmia para nomear os números 1, nos naipes de paus, copas, espadas e ouros, que se referem aos mundos Platônico/Cabalísticos de Atziluth, Briah, Yetzirah e Assiah, o último é Góthico e se refere aos mesmos Aesires. Assim, claro está que o primeiro culto AZA, ou se preferir AZAG, tinha características puramente estelares. Assim é que os chamados Aesires, foram chamados de os deuses do céu. No entanto, aqueles povos Guts, e os Gutianos que por volta de 2.193 antes desta era ridícula, vieram a dominar a Suméria por 70 anos (no entanto sabe-se que viviam nas proximidades de Zagres desde 3.000 anos antes desta era ridícula). Foram influenciados pelas alteração que foram produzidas nos posteriores cultos, gerados após o contato com os Sibilli Azag Aphkallu. Devemos fazer menção ao fato de que os Aphikallu, são descritos dentro dos sistemas sumérios que reverencião a Marduk, e mesmo em outros ligados a Inanna, como tendo Cabeça de Cão ou Lobo, ao aparecer para quem os convoca. Notemos a similaridade dos posteriores Ulfheadnar, ou Berseker, da tradição Nórdica, que justamente usavam uma Cabeça de Lobo ou de Urso, como traje ritualístico de batalha. É provável que o embrião do ato de adulterar todo um conhecimento e enfoca-lo em marduk (inclusive com a absorção dos 50 irmão de marduk, filhos de Ninnursag Ki que é a terra primordial, passando a ser os 50 Selos com os quais marduk vem a banir e manter no Abssu/Apso os antigos). Tenha tido extensões sobre os Guts, gerando assim o tema da luta de seu Líder Thur Andvara, ou Indara, ou Dar-Dannos, contra a serpente Gigante Jourmungand, com base justamente no pensamento que gerou o Enuma Elish em tempos posteriores, ou seja: Marduk matando Tiamat. Contudo enquanto o tema Sumério implica no início da criação, o tema nórdico retrata justamente o ragnarock, o fim dos tempos, e Thor morre após eliminar a serpente, embora o universo se regenere após. O fato é que, todos aqueles que vieram a tocar a essência da tradição em seu ponto intocado, tornaram-se os Deuses e Deusas de todos os povos. Este fato é reforçado pelas citações dos Dogons, de que houve uma mescla entre as duas espécies, e os filhos que nasceram das mulheres humanas eram muito altos, muito fortes, e possuíam características competentes com as de seus país. Além deste fato, podemos citar também textos que falam sobre os nephelins, os gigantes filhos de anjos com mulheres humanas, que aterrorizaram a humanidade em alguns textos religiosos mais tolos e tão torpes quanto o enuma elish. Notemos que a inflexão Nephelim, é similar ao termo Nephelheim usado para designar a terra do gelo e do frio, dentro da tradição nórdica, e que os Jotuns/Gigantes do Gelo, são formas e forças contrárias a mudanças, naquela tradição, amistosas ao frio. Agora se analisarmos a situação do cérebro humano, veremos que ali habitam tanto as tendências masculinas lógicas e frias, quanto as femininas que são emocionais e intuitivas. E que somente quando ambas param seu eterno conflito, é que a área reptiliana interage com os hemisférios, e o inconsciente superior pode se manifestar plenamente, quando do processo de individuação e crescimento do ser. Assim, aqui encontramos um ponto em comum com a essência andrógina dos Sibilli Azag Aphkallu, os Ummamu. Inclusive os textos tântricos que se referem ao ato sexual que busca a dissolução no outro, durante o orgasmo, para alcançar o infinito absoluto, o Nada, chamado de AIN na cabala, mas especificamente de Tiamat neste texto, referem-se ao uso da elevação de Kundalini para que isto venha a ocorrer. A excitação usada, é canalizada para que o a força leve a serpente ígnea a se erguer até o cérebro e produza o fenômeno citado acima. No entanto o fato simples é que não necessariamente é preciso que exista o outro, já que a natureza do ser é andrógina em sua natureza última. E uma vez que o desejo sexual é uma forma de fome psíquica, disfarçada de necessidade de saciedade que o ser não passível de evolução, não entende. Assim, concluo este pequeno ensaio dizendo que somente quando assumirmos a herança que pulsa em nossos sangue, estaremos começando a ir em direção a nossa meta verdadeira. Uma vez que o texto antigo é claro em realçar que foi um Deus de Extrema Sabedoria que foi sacrificado para gerar a humanidade, e não a versão nova e distorcida contida no texto magan e no enuma elish. Banindo assim de forma clara os terrores de Abdul Al Azread, um herdeiro sem mente dos adoradores de marduk. Não negamos o ótimo trabalho praticado pelos Guts ao distribuir por onde passaram o conhecimento na forma em que este tornou-se pleno entre os seus. Pois foi através deles que a Ortz Chaim, a partir da Yggdrasil, e o alfabeto bem como o tema do deus triuno (a partir de Vi, Vili e Odin), e o desenvolvimento de áreas importantes dentro da cabala, vieram a nascer. Foram os Guts que levaram o culto AZAG, na forma de Asar/Aesir/Ases através de suas migrações, até o norte da Europa, dentro do limite do culto aos filhos dos Azag. E nem negamos sua atuação na geração do Druidismo, e no culto a Aesus-Dagda, uma vez que Stonhenge lá está para comprovar o valor e força do povo que a gerou, pois aquele é um observatório astronômico, e um templo para prática de magia estelar e telúrica, como as pirâmides o são. Mas afirmamos que indo além, e extrapolando a todos os limites vamos em direção a fonte, meta básica para o desenvolvimento completo de quem pode se erguer e expressar a si mesmo como passível de evolução.


ANÁLISE DOS PORTAIS DOS ANTIGOS, E O CÓDIGO AÉSICO QUE OS ABRE.


  Se nos atermos ao fato de que em todas as tradições antigas, sempre ouvimos falar de que o mundo dos deuses e deusas, o mundo de Além, sempre está vinculado ao fato de conter em si, ser o próprio, ou mesmo ter subdivisões que são reservadas para os mortos, daremos de cara com a situação de que sempre há o passar por justamente este mundo dos mortos, para que se possa atingir o local onde as forças, ditas por alguns como raízes arquetípicas de poderes com os quais o Shaman/Feiticeiro, deve lidar.
  Podemos então chegar ao ponto de tocar a essência do que o Al Asif é, se nos concentrarmos nisto, para que possamos entender o que o Platô de Leng é, e principalmente o que abre-se diante do praticante ao chegar  neste platô.
  Segundo o Necronomicom/Al Asif, Kuthulu levanta-se no instante exato em que os Antigos são expulsos para outros reinos, pelos ditos deuses antigos.
  Esta é uma referência direta ao Enuma Elish, em que no momento exato em que os exércitos de Tiamat são derrotados por Marduk, tiamat se ergue para enfrentar e vingar seus exércitos. E há uma referência mais antiga, em que Nidmud-Ea, o deus Enki, faz com que o Absso/Apso, esposo de Tiamat, durma e mantenha-se sonhando eternamente,e torna o próprio corpo de Absso seu reino.
  E nas mais velhas referências, Enki a quem foram transferidos os cultos de Tiamat, aparece como criador e senhor dos Aphikalu, os Sábios do Abismo, os Sibilli, os Engidudu (que também aparecem como sendo vencidos e escravizados por Ninurta, Erakhal, ou como os que foram criados por Anu, e derrotados por Gibil, sendo que estes 7 Sábios do Abismo, Sibilli Ummammu Engidudu, são os Antigos em Essência e senhores originalmente do mundo de Além). Enki é descrito como tendo se aborrecido com os Engidudu, e os BANIU E APRICIONOU NO ABSSU, que é também o mundo dos mortos (este é o ponto que originou a idéia de que os antigos habitam no mundo dos mortos, ou entre as dimensões aguardando o retorno).
  Agora sabendo que o Mundo de Além, que era referência para chegar aos Deuses e Deusas, é conhecido como Abssu, ou o Deserto o Aralu, como Leng, e como o Mundo Subterrâneo o Kutu, saberemos de antemão que Kuthulhu , cuja tradução é Humano Interno ou Deus Interno, expressa em si toda uma região que está descrita como sendo todo o Mundo dos Mortos, Observando-se que a Rainha do “Mundo Inferior”, Ereshikigal, HABITA as Entranhas do  mundo dos mortos, e que estas entranhas são as próprias ÁGUAS DA MÃE PRIMORDIAL NAMU TIAMAT (nos textos antigos em que não havia e nem nunca houve guerra original entre Facções Divinas), e isto em época próxima do tempo em que os cultos eram praticados para Tiamat e para os Sibbilli Azag Aphikallu, também chamados de Engidudu Umammu, os 7 Sábios Feiticeiros Guardiões do Mundo de Além.
  Ficaremos de frente para a explicação de porque o Despertar de Kutulhu, rompe aos ditos portais trazendo aos antigos de volta (embora que encarando friamente esta teoria de portais, e coisas assim, somos capazes de ver que não há portais realmente, há apenas o ato de Ir além do Deserto/Arallu, que é Daath – pois deserto é a imagem mágica de Daath).
  Agora, notemos o fato de que em solo sumério perto do local de descrição da cidade de Kish, e da cidade de Uruk, havia uma cidade muito bem montada (a aproximadamente 5.000 anos), com uma forma de escrita similar ao Fenício, possuindo inclusive algumas similaridades com o alfabeto Góthico dos povos goidélicos, e que esta civilização que floresceu ali era Caucasiana e aparentada com os Guts, e também dos Gutianos da região de Zagres. E que há estudos com base em Fenótipo Sanguíneo e descrições físicas e de roupagens que sobreviveram em tábuas, como a Estela de Indara, seu Senhor, indicando estes povos exatamente como sendo os Guts, e levam-nos os estudos diretamente a serem estes os Celtas Goidélicos, o que nos leva ao ponto vínculo de porque os cultos Indús, Europeus e Sumérios (sem contar os Fenícios e detalhes do Sistema Egípcio), são tão similares e qual é este ponto de similaridade.
  Sabendo-se que exatamente na época do Culto de Tiamat e dos Aphikhalu, esta civilização estava plenamente ativa, o óbvio mostra-se claramente, que em uns ficaram as antigas raízes de outros, e salvaguardadas estas raízes dentro de seus sistemas de desenvolvimento, e bem como de suas tradições.
  Este é o motivo para ter surgido a adoração Tebana a Asar (Osíris veio depois como uma adulteração de Asar), senhor e juiz dos mortos.
  Este é o motivo para haver um Aesus como Deus progenitor surgido entre os celtas, advindo de um culto que foi trazido de longe, ligado as estrelas;
  Este é o ponto de origem com o culto dos Asar, chamados de Aesir e de Asa, os deuses do norte da Europa.
  Todos estes cultos tem como ponto de reunião a palavra AZAG e as migrações de Celtas Goidélicos, que espalharam por onde passaram skua influência (por exemplo da Raiz de onde Veio Indara temos a geração de Indra, e Dar-Danus o Donnar o Thor dos Nórdicos; HAR que é o termo pré-osiriano para Horus, e significa o senhor do céu de leste a oeste, é usado dentro do sistema nórdico para Definir a Odin, no Havamal os versos de Odin, os Versos de HAR. E como Har ele é Caolho, e é o Senhor dos Céus e dos Mortos, Odin é o Tríplice Aesir/Asar Original, e que é Allfadhur o Pai de Todos).
  Assim atentemos para os fatores abaixo:

a) O Deus Furioso que vem acompanhado de uma legião de espíritos agressivos, e de ventos horripilantes, e que é o viajante; b)O Senhor e mestre de uma legião de Filhos Mágicos e criaturas da floresta, senhor do sabbáh; c) Aquele que vém para ensinar e aprimorar aos que puderem aprender seus ensinamentos, que pode ver e ouvir a tudo a sua volta, sendo Onisciente e Onipresente; d)Aquele que é muitas regiões em si mesmo, e que possui senhores para cada região, reunidas em um ponto central; e) A força que preenche as muitas regiões estando além das mesmas;

  Veremos que para   (a)  teremos para o Al Asif Hastur, e para a tradições Nórdica Wotan.
  Para  (b) teremos no Al Asif Shub-Niggurath, e para o Troth teremos Freir ( que inclusive é inteligado com Herne, o deus de grandes chifres céltico, sendo a provável fonte para o mesmo).
  Em (c) teremos para o Al Asif Nyerlatothepe, e para o Troth Haimdallr.
  Em (d) Teremos a Yogsototh, e par o Troth teremos Aesgard (pois há 12 regiões em Aesgard, regidas por um Aesir ou Vanir ou ser Tribalisado em que estes se reúnem no poço de Urd, o Urdhvell  Poço das Nornes, para delimitar o destino).
  Em (e) termos eno Al Asif a AZAG TOTH, e no Troth Aos Forças  que ali Habitam.
  Outros pontos que podem ser usados para aferir a isto, podem ser encontrados no sistema de delimitação do universo, usado em ambas as culturas.
  No sistema nórdico, encontramos a Yggdrail, a Árvore da Vida, que se divide em vários mundos, em que Há o Dragão Niddhog enrolado nas raízes da Árvore devorando-as tentando derruba-la, e na Copa uma Grande Águia, que troca insultos com o dragão, motivo pelo qual este quer derrubar Yggdrasil, para poder devorar a Águia.
  No sistema sumério, temos a Árvore de Halupu, onde Há uma serpente enrolada nas raízes, e uma Águia na copa, em que a Donzela Lilith habita ao centro ( a mulher coruja transmorfa que rege as crianças até o sétimo dia de vida, ligada ao sangue, que como  as nornes define o destino dos homens e mulheres, sendo que sua aparência e forma de ser, liga-a as 3 Yami Osoronga Africanas, que suportam o poder de Ifa – o destino – sobre a terra, e causam guerras para que a terra, e elas próprias bebam do sangue dos homens, descrição que liga-as diretamente as Nornes e as Idisires que cavalgam com Freija).
  Se levarmos em consideração os fatores acima, teremos os elementos necessários para entender que, ao abrirmos os Portais dos Antigos, estamos desencadeando simplesmente o Retorno dos Cultos realmente Antigos neste planeta, e que estes cultos naturalmente opostos ao que realmente é a dita “barreira de marduk e de enki”, ou seja a adoração ao que os Gnósticos sempre chamaram de Demiurgo ou Saclas, e que o Troth chama de Thurse.
  Mas para isto, é necessário que se faça uma Análise mais apurada, inclusive com estudos mais modernos, que possam comprovar que há um vínculo verídico entre uma coisa e outra coisa.
  É necessário que seja demonstrado que ao se efetuar uma prática, que leve a pessoa a tomar contato com o abismo e desencadear os Túneis de Set, que estão além da Árvore da Vida Cabalística, indo na direção de regiões distantes, onde é necessário que o ser seja “Uma Estrela”, e o que o Thelemismo chama de “O Forte”, tome contato com o que está por traz do Troth e do Al Asif, em que sejamos levados a essência, sabendo que a tradição guarda chaves, mas que somente o pensamento oculto pode abrir portas com estas chaves.
  Comparemos agora os Trabalhos de Paris de Aleister Crowley.
  Nestes trabalhos através de uma Lady Babalon (efetivamente uma mulher que entra em transe ao estilo do Seidhr de Freija, e torna-se oracular ao estilo do Spae praticado pelas Seidkhonas), uma forma de consciência chamada LAM, e também de AMALANTRA, que por análise de Crowley durante e posteriormente os trabalhos de Paris, foi percebido como Idêntico a Aiwass, ou o Próprio ( e sendo Aiwass a inteligência que ditou o Livro da Lei dos Thelemitas para Crowley através de Rose Kelly, a primeira Lady Babalon), apresentou-se como sendo uma força além deste sistema solar, no sentido de além da árvore da vida, ou seja nos Túneis de Set (há formas de thelemismo que também trabalham com a Possibilidade Extra Terrestre).
  Crowley fez um esboço depois do que viu como sendo a imagem de Amalantra.
  Neste esboço, muito conhecido no ocultismo, vemos que a testa de Amalantra tem um símbolo que vai além dos limites de até então, o que seria o mundo do simbolismo conhecido dentro do ocultismo, segundo os ditames da Golden Dawn e outros, ali na exata região do que seria o Ajna Chacra está exatamente um TRISKELE, que é o símbolo da triplicidade da Deusa e Das Nornes, e que está diretamente vinculado ao Valknotr de Odin, 3 triângulos encaixados de forma a revelar 7 triângulos.
  Se pegarmos o MJOULNIR DE THOR, veremos que há um rosto vom barba em fúria no cabo, e na Haste de Ataque está exatamente o TRISKELE representando a triplicidade do poder acima descrito.
  De novo se considerarmos que o Thelemismo aborda o uso do Enoquiano de Dee e Kelly, encontraremos outros pontos de vínculo, e este que vão além da já conhecida junção do Necronomicom com o Líber Logaeth de Dee.
  Pois cada uma e todas as Letras Sagradas do Enoquiano, tem as mesmas características do FUTHARK, e algumas até o mesmo esquema básico de construção.
  O Enoquiano tem um conjunto de 21 letras, que são divididas em 3 grandes grupos de 7 letras.
  O Futhark possuí 3 grandes grupos de 8 letras, que são chamadas de Aets.
  Curiosamente ao passar do Deserto dentro do Enoquiano, ou seja ZAX, lar de Choronzon, no Sétimo Aethyr, encontraram uma Deusa que disse que destruiria todas as nações e que não existe o pecado. Está Deusa é Identificada com Babalon dentro doThelemismo, e todas as Ladys Babalon estão vinculadas totalmente ao que Babalon é, e suas artes estão incrivelmente relacionadas ao Seidhr e Spae de Freija ( que foi usado por Dee e Kelly inclusive para os trabalhos de contato e conversação com os Seres do Enoquiano, através de um cristal negro para o transe a Shell Stone).
  No thelemismo temos par ao Norte o Inverno e o Frio, para o Sul o Calor e o Fogo, para o Leste uma Besta de Falo Ereto, e para o Oeste Babalon.
  Na Yggdrasil temos a Norte o  Mundo do Gelo, a Sul o Mundo do Fogo, a Leste o Mundo de Bestas Agressivas os Jotuns - gigantes do gelo – e a Oeste temos o Vanaheim o mundo de Onde Freija provém.
  O Nome Aiwass, em suas raízes e por seus vínculos com Lam, estando o Triskele sobre seu Ajna chacra, e os cínculos deste triskele para com o Valknotr de Odin, leva-nos a outros pontos.
  Há uma Runa Eiwhazz, e outra, Ewhoss, que se ligam uma A Visão Astral e a outra a Viagem para o Mundo de Além através da Fylgja (uma força de proteção que reside dentro da psique do praticante).
  Assim, podemos nos perguntar será apenas um incrível conjunto de coincidências dentro de tudo o que foi explanado acima, ou se algo se moveu através de pessoas que poderiam suporta-lo para passar  a essência de um conhecimento que foi dividido milênios atrás.
  E no entanto, há mais um detalhe que deve ser considerado, que pode levar-nos a entendimentos e outras considerações.
  No Líber Al Vel Legis, encontramos as seguintes passagens:

“...Que Isa esteja com Asar, eles não são de mim...” “...Aquele que não entender corretamente estas RUNAS cometerá um erro fatal...”

  Ocorre que ISA é um termo para Isis, e Asar é um termo para o que Osíris realmente era, ou seja, em Tebas. Eles não são de mim, indica a Set, ou a Hod no Líber Al Vel Legis.
  Mas acontece que ISA é uma RUNA, e ASAR é o termo para os Deuses e Deusas do Céu da tradição nórdica, os Asa, ou Aesir. Eles não são de mim, fala do opositor do Gelo, pois Isa é a Runa que define ao Nephelheim o Mundo do Gelo e do Frio, e em alguns casos dos mortos (no sistema teutônico). Assim está parte fala de Musphellheim, o opositor direto de nephellheim, e que é totalmente diferente do Gelo e dos Aesires, por isto “...eles não são de mim”.
  Notemos que é dito que tzaddhi não é a estrela, e que deve-se encontrar a cabala/tradição da língua inglesa.
  Sabemos que a tradição do Inglês está no Bretão que nasceu do Old Norse, que tem sua fonte na tradição do Futhark.
  Se Tzaddhi não é a estrela n Líber Al Vel Legis, sabemos de antemão que “...Todo Homem e Toda Mulher, são Estrelas...” no próprio Líber Al Vel Legis.
  E se observarmos que no Futhark temos a Mannas, que é a RUNA que define o termo HUMANIDADE.
  Teremos então a explanação direta de que Mulher e Homem, ou seja, MANNAS É A ESTRELA.
  E unido a isto teremos então o Al Asif, onde está escrito que as estrelas acenaram quando o momento chegar, para que os partais dos antigos sejam abertos. E que no Texto Magan, no Enuma Elish, é dito que o SANGUE DOS ANTIGOS É O QUE FOI USADO PARA FAZER OS HOMENS, e que nos homens está a porta para que os antigos voltem.
  Assim, sabendo que estas possibilidades são bem reais e fortes, somente posso concluir desejando que se abram todos os portais, pelos Fortes que são as Estrelas, pois “A Lei do Forte , está é nossa Lei e alegria do Mundo”.



Ritual de Pentagrama KELTOI AZAG



· O ponto de adoração deste Ritual de Pentagrama é justamente o Norte magnético do planeta. Contudo pode-se voltar para o lago negro, Lockness, colocando-se o ponto de Touro voltado para lá, ou se o praticante tiver boas informações sobre astronomia, localizar Sírios no céu e voltar-se para Ela.

· Ele não segue a escala comum conhecida, e diverge em alguns pontos da Estrela de Rubi Thelemica, bem como do Estrela Nosdri Poláris;

· Keltoi, é o termo Grego para Bárbaro, atribuído para os Celtas;

· AZAG é o termo Sumério para os Celestes, as estrelas que expressavam Os Antigos.



Obs.: De frente para o Norte, e no céu Leão está a Norte, invocamos a Shackt de Bindú (o ponto). Causalidade e efeito, por isto o Fogo, Uvel, Bitom, é aqui invocado.

        O Oeste é o outro mundo, como os Egípcios diziam, também lar de Escorpião (não há choque com o uso de Kuthulu aqui, e voltar-se para Boleskine/Lockness, para o ponto de Terra, pois Lockness remete a memória da tradição na Terra.
         O Sul é o ponto de Aquárius no Céu, portanto o Ar, mente/símbolo/escrita/fala/extenção do céu.
          Leste é o domicílio celeste de Taurus, já abordamos demais a combinação Saturno/Touro, anteriormente, ele é o senhor dos prazeres da Terra, EFETIVAMENTE  Deus das Feiticeiras do Sabbah.
          A volta do Circulo Está o nada primordial
           Internamente, contudo próximo aos pentagramas está Annouin.
           Entre o praticante e Annouin, está o Nwire.
            NO PLEXO SOLAR DO PRATICANTE ESTÁ a Vontade Verdadeira, Azag-Toth, Gwaen Ap Nwed, Hadith, a constrição de Nuit, o ponto que busca preencher o círculo.
             Kadith, similar a Kadath, é a luta pessoal pelo desenvolvimento, e personifica um Herói Céltico, que escapou de um dilúvio, produzido por Avang Dhu/Kuthulu(ou Kutalhu, que quer Dizer Homem Interno).





RITUAL:


1) De frente para o Norte Magnético fique de pé ereto e efetue a Torre de Kadath (uma espécie de Cruz Cabalística):

Veja uma serpente negra esverdeada erguer-se da Terra e gerar uma esfera da mesma cor, inale Prana e recite:

Zi Kia Kampa, Zi Anna Kampa;


Veja a serpente erguer-se para o ponto dos órgãos sexuais, gerando outra esfera similar, recite:

Zi Dingir Kia Kampa, Zi dingir Anna Kampa;


Ela torna a se erguer e gera outra esfera sobre o coração:

Hus Dingenerek;


Ergue-se de novo, entra na cabeça e inflama-se no alto da mesma, inale pra e profira:

Amou Xun Ni, Namu Thiamat.



2)Visualize um feixe prateado, que se estende a partir de sua mão esticada para frente em direção ao norte. Projete-a como se gera-se pelo menos 3 metros de extensão ou múltiplos deste número, desconsidere objetos físicos, então gire o corpo perfazendo 360 graus, criando assim uma esfera de proteção(mova-se sempre anti-horário).


3)Inale o ar, absorvendo prana por 3 vezes, projete um pentagrama de Espírito Ativo ou Passivo, conforme o elemento que vai abrir, seguido do elemento propriamente dito.

A ordem a seguir é a seguinte


Espírito Ativo: Ninnursaghi Khi Rhiannon, fogo;Espírito Passivo: Enki Avang-Dhu, água;Espirito Ativo: Enlil Llud, ar;Espírito passivo Niniib Kernunos, terra.


Elemento Fogo; YOGHSOTOTH; Elemento Água; KUTHULU; Elemento Ar: Hastur; Elemento terra: Shub-Niggurath.


4) Visualizar então o Selo E.O.S.A.M., como instruído anteriormente você deverá visualizar o Anki no centro do Plexo Solar, tendo o Octagrama a volta deste Anki. As Swásticas devem ser contruídas como foi anteriormente citado. Em seguida Profira a seguinte invocação:


“NINNURSAGHI KHI DURANKI RHIANNON YOGH SOTHOTH INAPANI YA!

ENLIL LLUD HASTUR INA ARE KI YA!

NINIBI ADAR KERNUNNOS SHUB-NIGURATH INA IMNI YA!

ENKI AVANGH DHU KUTHULU INA SU ME LI YA!

YA!YA!NAMU TIAMAT DANA NUIT!YA!

YA!YA!NAMU TIAMAT DANA NUIT!YA!

YA!YA! SIRIUS LILLA VEGA YA!

YA!YA! MANANNAN BRIGIDA ANNOUIN!YA!

YA!YA!PWIL MORRIGANE NWIRE!YA!

YA!YA! AZAG-TOTH HADITH GWAEN AP NWED! YA!



(Ninnnursaghi Ki e a Torre de onde brotam os 50 selos de Terra e Céu, a Grande Mãe, e Shakt a MAYA de Bindu, o ponto, o Grande Azag Toth/Dagda, A GRANDE YOGSOTOTH, está a minha Frente.

Enlil artesão da fala senhor dos céus em estenção, Ogmius, nuada, a Voz HASTUR, senhor de todos os Aethyrs Enochianos, está atrás de mim.

O Senhor dos Prazeres da Terra, Cabra Negra do Sabba, Grande Adar, Saturnos, Ninnib, Cernunos, Shubnigurath, está a minha Direita.

Enki, Mago e Sedutor, Senhor da Água e de suas profundezas, a Tradição antiga, Dagon, Avang Dhu, Kuta lhu “homem interno”, está a minha esquerda.

Abaixo de mim Eu saúdo A Grande mãe

Acima de Mim Eu saúdo a Expressão infinita, A Grande Mãe Heckate!

Eu Saúdo A Grande Estrela Sirius

Eu saúdo aos abismos de Hereshkigal, Brígida e Mannannan, O Aralu o Annouin.

Eu saúdo O Nwire A Pwil e a Morrigane, eu saúdo as Nornes

Eu saúdo minha Verdadeira Vontade)


5) Realize a Torre de Kadath de novo;


6) Podem ser utilizados os sinais de poder dos antigos combinados com as aberturas e fechamentos de pentagramas;


7) Para fechar, o procedimento é o mesmo, a única alteração é que os pentagramas devem ser fechados;


8) Este ritual se adequa com todas as práticas e usos em ocultismo, os Deuses que nele se encontram se justapõe uns sobre os outros com mais perfeição do que se imagina. BASTA PRATICAR!



Pilar Enoquiano



Este não é um método costumeiro de se utilizar o pilar.

Ele consta de dois sentidos de rotação, 1 externo e anti-horário, e outro interno e horário.

O objetivo disto é pura e simplesmente, absorver as flutuações de energia tanto solares quanto lunares, levando a um estado dito “estelar de ser”, tal e qual como é sitado no Líber Al Vel Legis.

A esfera interna terá sempre o tamanho visualizado do punho do praticante, a interna o dobro deste tamanho.

Deve sempre ser visto que na verdade giram como Dois Turbilhões.

Gere o Selo E.O.S.A.M. como foi anteriormente instruído, visualizando-o a sua volta, antes de realizar do Pilar Enoquiano.

ENCONTRE UMA TABELA COM AS LETRAS ENOQUIANAS, você deve visualizar sobre cada esfera o nome a ser vibrado em letras enoquianas. E deve fazer 3 inalações prânicas antes de vibrar por 3 vezes cada nome enoquiano, vendo as correntes lunares entrarem e se fundirem com a esfera em turbilhão extrerna, ao mesmo tempo que a esfera em turbilhão solar interno, recebe os influxos solares horários. Isto deve ser feito como se fossem observados realmente tentáculos em turbilhão esticando-se e absorvendo em extenção infinita a enérgica, chamada de Nwire pelos Druidas, e correntes vitais por outros ocultistas.

Após a última repetição, veja subindo a partir da esfera dos pés 2 serpentes, subindo sinuosamente em sentidos opostos, a horária vermelha e a anti-horária azul, entrando em cada esfera abaixo relacionada, como que em cópula, gerando uma esfera índigo escura sobre as próprias esferas,subindo de esfera em esfera desta maneira, até entrar em Yeshidah, explodindo em forma de luz gerando uma esfera que vai em suas extremidades da cabeça aos pés, toda ela em Branco.


1) Yeshidah, acima da cabeça, Solar dourada, Lunar prateada. Nome IAIDON URAN.


2) Chayah-Neshamah, entre os olhos, (lembre-se um nome após o outro com as especificações que se seguem, no mesmo lugar, ou seja AJNA CHACRA), seqüência:

Solar Lunar

Exarp Dourado Violeta

Hcoma Azul Laranja

Nanta Ultra-Violeta(Negro) Inf. Vermelho(Púrpura)

Bitom Vermelho Verde


3) Daath, garganta, Solar Vermelha, Lunar Verde. Nome OIP TEAA PDOKE;

4) Ruach, coração, Solar Dourado, Lunar Violeta. Nome ORO IBAH AOZPI;

5) Nephesh, órgãos sexuais, Solar Azul, Lunar Laranja. Nome MPH ARSL GAIOL;

6) Goph, pés (pontos reflexológicos), Solar Negra (ultra-violeta), Lunar Púrpura (infra-vermelho).Nome MOR DIAL HKTGA.

7) Visualize uma serpente vermelha erguendo-se em sentido horário, sinuosamente pelo seu corpo, entrando em cada um dos centros de energia acima citados, até chegar ao alto da cabeça. Onde então vertem feixes de luz dourada girando em sentido horário, e prateada em anti-horário, que dessem girando e contornando o corpo e tocam a esfera de Goph, nos pés;

8) Visualize que sobe em sentido anti-horário uma serpente azul, realizando exatamente o mesmo roteiro da vermelha, inclusive os feixes prateados e os dourados;

9) Quando os feixes que foram gerados pela serpente azul tocarem Goph, ambas as serpentes devem subir, cada uma em seu próprio sentido, gerando mais uma vez os dois feixes no alto da cabeça;

10) Quando os feixes tocarem os pés, VISUALIZE O SELO DE YOG-SOTOTH em vermelho do tamanho de todo o seu corpo, permeando-o quadrimencionalmente;

11) Fique em estado receptivo por alguns instantes.




A Construção de Cromlechs e Menires:

Um templo para praticar.



           Você pode se utilizar de argamassa e cobre para realizar isto, e deve se valer da determinação de um local onde passe um veio telúrico por meio de RADIESTESIA.
           Ao determinar o local para construir seu templo pessoal ou grupal, o mesmo deve ter o diâmetro de 3 metros pelo menos, e deve ser todo construído em múltiplos de 3.
           Cada “menir” deve medir 1 metro acima da terra,  pelo menos, e no mínimo 32 centímetros de aste de cobre fincada para dentro da terra.
           São 4 menires, o centro terá também uma haste fincada no chão a pelo menos 32 centímetros.
           Serão usadas 5 Pirâmides de cristal, além disso.
           Proceda da seguinte maneira:

1) Use fios de cobre (pelo menos 3 voltas, e grossos), e construa um círculo perfeito de pelo menos 3 metros.

2) Nas extremidades voltadas para OS PONTOS CARDEAIS MAGNÉTICOS, coloque as hastes nas medidas representativas lembrando-se sempre de levar em conta os múltiplos de três;

3) Estenda em linha reta mais dois filamentos de cobre (3 filamentos juntos), 1 que una de norte a sul e outro que uma de leste a oeste;

4) Prepare o concreto, coloque tubos de PVC para encanamentos, largos, em volta das hastes, que tenham exatamente o mesmo tamanho da haste logo acima do filamento (lembre-se de soldar ou amarrar as hastes ao círculo de cobre). Encha os tubos;

5) Coloque tijolos peques em volta da extremidade externa ao circulo de cobre, encha de concreto de maneira a fazer um sólido piso;

6) Antes do concreto secar, coloque as pirâmides sobre os “Cromlech’s”(mesmo após secar não há necessidade de retirar o PVC, pois isto ajudará na ornamentação, e a potencia do templo extrapolará qualquer interferência do material), e a quinta pirâmide sobre o centro exato do templo (onde os filamentos devem estar amarrados ou soldados), oriente-as para Boleskine, Lokiness’’ ou p/o Norte Magnético todas elas; ou para pontos sagrados onde se adore Sírius ou Polaris;

7) Use um Toldo para cobrir o templo, protegendo-o da chuva, e de outras coisas durante os rituais;

8) Consagre o Cromlech, os menires e o centro seguindo a escala elemental do Rubi Estrela, Escala do Ritual de Pentagrama Kelthoi Igigi, ou a do Estrela Nosdri Polárisoutra ou outra escala de características Estelares para a prática (a escala usada no Al Asif, que é a mesma do ritual maior de pentagrama, não é útil pela simples afirmação que se segue: “Se você olhar para cima ou para baixo, para direita ou para esquerda, para frente ou para traz, não é o sol que está no Centro do Universo, é o Seu Ponto de Vista, você é o centro do Universo. E este ponto de vista somente a você pertence, e somente este ponto de vista é válido para avançar inclusive após o Abismo. Em outras palavras você mesmo é o Chaos em Constrição, aspirando ardorosamente em ÁGAPE ao Chaos em Extensão ).

9) Use as grandes festas de solstícios e equinócios para efetuar as consagrações.

10) Use o Enoquiano e ,ou,línguas sagradas diferentes do Latim e Hebraico, para efetuar estas consagrações.

11) Eu recomendo a 1, 2, e 3 chaves enoquianas para o Elemento AR; 1,2, e 4 para a Água, 1,2, e 5 para a Terra, e 1,2, e 6 para Fogo. Acompanhadas ou não das outras chaves de desdobramento elemental da escala Fogo, Água, Ar, e Terra do Enoquiano para esta consagração, como eu disse acrescidas das formas de invocar os Deuses que ficarão como guardiões nos Cromlech’s, no Centro, e em todo o templo.




OPCIONAL PARA LOCAIS DIVERSOS:



  Pode acontecer de que você more em um apartamento, ou não disponha de um local especificamente para praticar ( o que na verdade é muito comum e é a grande realidade da maioria dos praticantes não importando o local do mundo no qual estejam).
  Adquira um tapete feito de cordões brancos, ou de tricô ou crochê ( pelo fato de serem “porosos”), de preferência que seja barato, contudo grande com o diâmetro necessário para que uma pessoa de pé possa mover-se para realizar rituais diversos, cerimoniais, ritos sexuais, etc.
  Pegue o tapete estique-o e desenhe com a ajuda de lápis ou tinta ou caneta e cordão, um círculo o mais perfeito possível. Passe filamento de cobre trançado pelo tapete respeitando exatamente o círculo feito, três vezes. Trance em linha reta de Leste a Oeste, e de Norte a Sul, três vezes, um filamento de cobre, amarre-o em todos os pontos em que tocar o círculo de cobre.
  Coloque a noventa graus de distância, ou seja exatamente um quarto do círculo nas extremidades do mesmo, uma PLACA RADIESTÉSICA EMISSORA, como um Decágono por exemplo. Que seja grande para que você possa colocar uma placa CONCENTRADORA no centro EXATO DA EMISSORA.
  Assim serão 4 placas de Emissão, e dentro de cada uma 1 placa de concentração (4 no total). Haverá mais uma placa no centro exato do tapete, onde se cruzam as linhas Norte/Sul e Leste/Oeste. Então serão 1 placa de emissão e uma de concentração.
  Use o Sistema de Sigilização Mágica de Austin Osman Sper, e construa um sigilo que represente que aquele ponto em questão com aquela placa em questão( Para efetuar o sigilo, primeiro escreva o seu desejo, depois corte as letras repetidas. Em seguida translitere as letras para caracteres ou Enoquianos, ou Rúnicos, ou o Oghame Céltico, evite o Hebraico e o Latim. Anote as Runas e escreva-as varias vezes em ordens diferentes, isto e usado para ludibriar o inconsciente. Estas Runas formaram uma pronuncia “grossossilabica” perfeita para ascessar o inconsciente que sabe o que se esta criando e descarrega energia para isto, mas o consciente que normalmente veta a conclusão dos feitiços, por doutrinação social e problemas internos do praticante; não sabe do que se trata e não consegue interferir. Desenhe DENTRO DE UM CIRCULO um SELO usando as Runas de forma estilizada, criando uma forma que pode ser específica ou não, use a sua criatividade. Desenhe em volta do circulo as Runas utilizadas para o Mantra “grossossilabico”. Usando agulha ESTERILIZADA, faça uma pequeno corte no dedo, e cubra as RUNAS E O SELO com o Seu Sangue, que juntamente com seus fluidos sexuais pessoais, são as 2 COISAS MAIS SAGRADAS DE QUE SE PODE DISPOR PARA QUALQUER ATO. Visualize o selo entrar pelos poros de sua pele, enquanto faz respirações ritmadas, sendo que durante o tempo que o ar Sai de seus pulmões, ele se expande mais e mais ate você o imaginar e SENTIR, gigantesco. Visualize uma forma masculina, se você for Mulher, ou feminina se você for Homem, ou a que lhe desperta o desejo, ...“Amor e Lei Amor Sob Vontade...”Recite o “Mantra Grossossilábico” ininterruptamente enquanto se Excita e se TOCA, NO momento exato do Orgasmo, e somente então você deve fechar os olhos, e com os mesmo fechados, coletar os fluidos sexuais pessoais, exatamente sobre a área interna ao Circulo do Selo. Coloque-o adequadamente na placa radiestesica, como descrito mais a frente. Para usar este sistema de FEITIÇARIA com outros fins, e so coletar os fluidos e colocar o sigilo, dentro de um compartimento de Argila, e enterra-lo, ou consagrar uma vela para que em sua chama se consuma e queime o material físico do sigilo e dos fluidos, e toda a energia alimentem o selo para que o objetivo se concretize. DEVE SEMPRE SER DITO NESTE CASO EM PARTICULAR, PARA O SER  ARTIFICIAL QUE FOI GERADO, PARTIR IMEDIATAMENTE PARA REALIZAR O OBJETIVO PARA O QUAL FOI CRIADO)   , são efetivamente os locais de invocação e culto do elemento, por exemplo no caso do Keltoi Igigi, Fogo no NORTE, Lar e palácio de Ninnursag Ki Yog-Sototh. Portanto o sigilo será feito para que aquele ponto em questão seja o DURANKI, a Torre Sagrada Onde a Causalidade dá a Luz todos os Deuses e Leis, o Fogo que Gera e que Destrói.E os poderes do fogo prontamente ali se acumularão em harmonia, para concretizar todas as obras do fogo.
  O Sêmen e o sigilo ficarão sempre sobre a placa, e jamais serão retirados, a menos que se queira destruir o TEMPLO PORTÁTIL.
  O Centro é em Si Mesmo, O Local para onde o Eixo de Constrição de namu Tiamat se Dirige, e o produto Total desta Constrição é o Praticante em sua Verdadeira Vontade, o sigilo Ao Centro do Tapete deve ser contruido respeitando-se estes parâmetros.
  Coloque algo, por exemplo uma semi-esfera de cobre, sobre os portais dos pontos cardeais magnéticos, e uma placa na forma de uma VÉSICA PISCIS (uma Vulva), sobre o ponto central do círculo.
  Adquira outro tapete com as mesmas proporções. E com o mesmo tipo de cordão ou com outro a mão, mas que seja forte, costure-os perfeitamente, de maneira que mesmo dentro do circulo ( cuidado com os filamentos e as placas. Obs.: As placas devem ser fixadas efetuando-se pequenas perfurações em sua estrutura, fora do desenho que compõe a área interna da placa, amarrando-a com filamento de cobre ao círculo de filamentos de cobre firmemente e com segurança. O mesmo vale para o objeto de cobre ou outro material que não atrapalhe a captação ou envio de energia, que ficará sobre o Sigilo que está sobre a placa.); mesmo dentro do círculo, o tapete não dobre.
  Desenhe e ornamente o círculo com detalhes em Enochiano, ou em outra língua que expressem exatamente, cada ponto que está abaixo do desenho, use cores e símbolos a vontade que expressem sua Verdadeira Vontade. Jamais cometa o erro de colocar terra sobre o sigilo e placas radiestésicas de Fogo por exemplo, ou qualquer um dos outros elementos, pois isto o faria errar os rituais e não produzir absolutamente nada, ou pior produzir danos a si mesmo. Magia só é arriscada para idiotas.
  O NORTE/FOGO/NINNURSAG - KI/YOG – SOTOTH, sempre deve ficar voltado para o Norte magnético da Terra. Sua outra opção é contruir os sigilos e atribuições elementais, de acordo com o ritual de pentagrama que quer usar, e volta-los para pontos de adoração ligados ao mesmo. Por Exemplo, BOLESKINE/LOCKNESS,  ponto de TOURO/TERRA/ E THERION  -  Shub nigurath  - NO RITUAL DA ESTRELA RUBI, dos thelemitas. O Leste do tapete de práticas, deve ficar apontado para o Leste Thelêmico, Boleskine.
  Lembre-se de que DEVE CONSAGRAR TODOS OS PONTOS CRIADOS, bem como o círculo e o centro do tapete, com ritos apropriados, antecedidos  por banimentos próprios, antes de poder usar o tapete para praticar. Isto VALE TAMBÉM PARA o CROMLEH citado acima.



Propósitos e objetivos da Magia prática:


  O objetivo e a motivação de criar um local, como os dois tipos acima citados são simples e práticos: “ Devemos abrir os portais para que a Verdadeira Tradição Volte. E com ela que a Terra tenha uma chance de sobreviver, pois se for deixada nas mãos dos inertes ou dos trolls, em pouquíssimo tempo não haverá mais terra. Devemos como Estrelas que Somos ( “Todo Homem e Toda Mulher, é uma Estrela”... Líber Al Vel Legis), abrir os portais e acenar para o retorno dos Antigos (Al Asif), que são na verdade a fonte Una de Todas as Tradições, a verdade em nosso sangue, nos reconditos de nosso DNA, trazendo na verdade uma maneira de Viver e de existir plena de êxtase, com o infinito desenvolvimento de todos os nossos Siddhis, herança dos fortes por direito, pois; “... A nossa Lei é a Lei dos Fortes e a Alegria do Mundo..., Líber Al Vel Legis. Assim que os poderes do Fogo, da Água, da Terra, e do Ar, que as forças acima e abaixo da Terra, que os poderes de todos os Aethyrs, Sejam invocados fazendo com que a Terra suas memórias, sua força e sede de justiça e despertem. Pois apesar de falsos sacerdotes terem se apossado de grandes pontos de adoração como é o caso de Notredame, e ali gritarem sua histeria mentirosa e asquerosa, a Terra é a bem amada dos Antigos, e ela responderá com mil vezes mais ênfase a seus sacerdotes, e os Ritos perfeitamente executados, fluirão pelas veias do Dragão, os veios telúricos, e comandarão as mudanças, feitas Por sigilos, em Magia do Chaos, feitos por Cerimonial, e feitos sendo uma festa pelo sacrifício do sangue menstrual e sême.n. E com o objetivo uno do Triunfo da Verdade justa e abrasadora de Daath sobre o “...espectro mentiroso dos séculos...Liber Al vel Légis”, exercendo cada um sua Verdadeira Vontade, não será apenas um ou outro que verão os planos sutis ou seus habitantes, com Kundalini erguida por meio dos rituais emitindo a Lei do Forte em Ágape para o Planeta, Ajna despertará em todos, a mentira cairá e o desespero tomará conta de todos os Inertes e Trolls, que vivem necessariamente de adorar o Demiurgo, perpetuamente colocando Kali/Kundalini para baixo em seus muladharas chacra. A visão de suas vidas como uma mentira sem sentido, e a percepção de que os Inertes e Trolls não tem motivo algum para estarem vivos, sendo descartáveis será imediata. Isto obviamente será aquilo que se expressa no Necronomicom, como a civilização levada as cinzas, pois claramente o que é mentiroso, falho, e identificado ou criado para o ego e para a egolatria, com o estúpido motivo subliminar de alimentar o Demiurgo e seus Adeptos Exaltados Corruptos, agora Irmãos Negros (Como Disse Crowley); não pode sobreviver a Daath, seu julgamento, ou o que equivale a dizer a ascensão plena de KUNDALINI, neste caso a nível global. Isto equivale a dizer que o objetivo dos ritos nas veias do Dragão, é o de elevar de forma imediata a vibração do planeta causando dois efeitos diretos, um é a percepção exata da verdade por traz da ilusão, levando aos efeitos acima descritos. O outro é efetivamente, já que inertes e trolls dependem de padrões baixos de vibração para poderem se encarnar, e por isto buscam lançar em um lodaçal a Terra; não poderão se encarnar em corpo algum deste planeta, ficando a deriva em áreas baixas do plano astral, indo para locais físicos que os aceitem, contudo este é um caso excepcional, pois como o local final para onde os Inertes e Trolls vão é necessariamente, o equivalente a um campo de dissolução, onde sua essências servirão para alimentar o Demiurgo que adoraram, que para se manter devorara a todos, e por fim aos Irmãos Negros. Se Daath não o fizer antes. E ESTE É APENAS UM DOS MOTIVOS PARA EFETIVAMENTE PRATICAR”.


Faz o que tu queres, será o Todo da Lei.


Todo Homem e Toda mulher são estrelas.


A Lei do Forte, Esta é Nossa Lei e Alegria do Mundo.


Amor é Lei, Amor sob Vontade.

(Líber al Vel Legis)

OXI ZIREDO! Bold text